sexta-feira, 4 de julho de 2014

Da minha imaginação fértil ou das partidas da Mãe Natureza, again*


Uma vez mais, não sei se sou só eu. Se é das noites mal dormidas. Se do cansaço acumulado. Se da sacana da minha imaginação, já devidamente homenageada aqui e aqui. Se da Mãe Natureza que gosta de implicar comigo. Se de tudo um pouco e ao mesmo tempo.
Mas uma coisa é certa. Aqui a Mam'Zelle não consegue olhar para esta cereja e ver unica e exclusivamente uma cereja... chamemos-lhe atípica, vá.
É que não consegue mesmo. De todo. Pronto.


E a malta, hein? A malta vê o quê, afinal?


E já antecipando possíveis comentários de mentes mais perversas, devo esclarecer que não, esta cereja não me soube melhor do que as outras. Não, também não me pareceu mais apetitosa. Nada mesmo.



* para quem tenha algum interesse em entender o raio do título, é favor ir AQUI.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Post especificamente destinado ao Bananita - sim, sim essa tua sensação está certa; estou mesmo a escrever (mas não é pela primeira vez, seu pobre e mal agradecido) qualquer coisa no meu blogue para ti


infiltrar-se:
introduzir-se / colocar-se /entrar num determinado lugar ou grupo sem ter sido convidado para tal, sem pertencer a esse lugar ou grupo. Quem se infiltra num determinado meio é um intruso nesse mesmo meio. (ou seja, não deveria lá estar. daaaaaaaaaah)


 
 eliminar:
 
 
 
 
 
nota: para a palavra 'infiltrar-se', não usei a definição do priberam porque não me convenceu. E, tal como te conheço, poderia dar aso a que uses a tua imaginação galopante para fazer graçolas com a dita definição. Não é esse o objectivo do post. Não quero que te disperses. Concentração é algo essencial e fundamental nesta hora. E calma (não te esqueças). Respira fundo e concentra-te no teu objectivo, sim?

Ainda pensei usar a ideia para a casa nova mas depois achei melhor ficar quieta até porque não sou pessoa de roubar ideias a casa alheia #7


quarta-feira, 2 de julho de 2014

Por falar em combinações perfeitas #2


Há dias (já lá vai quase um mês. eu sei... eu sei...), soube de uma novidade que facilmente ultrapassa, pela sua importância e genialidade, a descoberta do fogo ou a invenção da roda.
Ora vejamos. Não é segredo para ninguém que aqui a Mam'Zelle tem um fraquinho por chocolate (confessei-me sem rodeios aqui, só para vos dar um pequeno exemplo, ó malta-distraída). Também já devem ter percebido que os carambar ocupam um lugarzinho especial no meu coração (é só ler  isto, ver aquilo ou aqueloutro). Agora imaginem uma combinação destas duas maravilhas num mesmo produto. Já imaginaram? Ainda não? Fechem os olhos e concentrem-se, porra! E não, não estou a reinar com vocês. Se eu peço para imaginarem é porque é possível. Tanto é possível que já existe. Ah pois!
 
Para os mais desconfiados, aqui fica a prova provada de que não alucinei de vez. Vejam. Vá, vejam.
 
 
 
Bem, a chatice no meio disto tudo é que a notícia vem de França. Raciocinando, quer me parecer que esta pequena jóia ainda não existe por cá, se é que algum dia venha a existir... Pelo sim pelo não, vamos tentar ser optimistas, ok? E assim sendo, aqui a Mam'Zelle vai já avisando, caso alguém esbarre com uma iguaria destas é favor apitar.
Pode ser?
Muito agradecida.

Heaven yeah!! #6



mon manège à moi...

 
(a ouvir ISTO)

terça-feira, 1 de julho de 2014

Update ou Errata ou Desculpem lá a minha ignorância de amadora*


Diz que aquilo dos headers da moda não tem bem a ver com aquela cena do Less is more. Esse conceito já era. Totalmente out, has been, whatever. Aqui a Mam'Zelle é que anda desactualizada. Mea culpa. 
Diz também que não se pode falar em Branco mais Branco não há, como erradamente o fiz. Este conceito é brejeiro. Falta-lhe classe. Falta-lhe nível. Falta-lhe a seriedade que o assunto merece. Falta-lhe a devida compostura. Mea culpa, again.
Pois bem. A nova linha editorial dos blogues sérios e de sucesso é minimalista, dizem. MI-NI-MA-LIS-MO, minha gente. Não sei como não me ocorreu mais cedo tão nobre palavra. Mea culpa, outro again. 
 
Posto isto e resumindo a coisa. Peço desde já as minhas mais sinceras desculpas pela minha inadmissível falha. Falha essa que mais não é do que falta de conhecimento aprofundado sobre o tema. Falta de conhecimento essa que chamaria de incultice, caso tal palavra existisse. Pronto, pronto, admito, pode-se chamar de burrice, essa minha falta de conhecimento. Tenho as costas largas. Aguento bem o peso de tamanha vergonha blogosférica. É para aprender a meter-me em assuntos que não são do meu gabarito. Enfim...

 Agora vou ali à minha vidinha. Pode ser?



* palavra usada, não no sentido de quem gosta muito (era o que faltava), mas sim no sentido de quem não é profissional. A mim parece-me óbvio. Aos outros, sei lá eu o que lhes possa parecer.

É por estas e por outras... #11


que eu devia estar caladita em vez de abrir a boquita.
Lembram-se DISTO?
Pois bem, devo dizer que aquilo foi tudo exagero. E eu até nem sou gaja dada a exageros. Juro. O problema é que, na altura, não tinha termo de comparação. Aquelas olheiras que eu tinha pareciam-me, efectivamente, enormes, super hiper mega visíveis. Em suma, horríveis.
Pois que estava redondamente enganada. Aquilo não era nadica de nada. Mesmo. Uma coisita sem importância alguma. Sei disso agora. Agora que me olho ao espelho e fico cheiinha de medo. Parece coisa feita de propósito. Do tipo maluca que anda a pintar por baixo do olho com caneta preta só porque lhe apetece. Visualizaram a cena? Muito feio de se ver. Mesmo.
 


Pronto, agora é que sou um autêntico panda. Sem o lado fofinho-cutxi-cutxi do espécimen, obviamente. Que eu cá não sou dessas tretas.
E sim, é tudo culpa da bolachita que não me deixa dormir, nem de noite nem de dia. E, sim, gosto dela na mesma.






nota: este post foi escrito há muuuuuuuuuuito tempo. Já lá vão mais de sete meses. É verdade. [Não, não vou repetir que o tempo não corre, voa. Sosseguem. Sou pessoa de me repetir um tico, que sou, mas há limites. Não se assustem.] Escrevi-o quando a Bolachita devia ter um mesito e meio. Naquela fase em que ainda nos estávamos a habituar uma à outra. Em que mamava feita doida. Em que chorava sem razão aparente. Poucos dias depois de o ter escrito - lembro-me como se fosse hoje - a Bolachita começou a dormir a noite toda. Aconteceu uma vez. Achei que tinha sido sorte. Aconteceu na noite a seguir. E na seguinte. E na que seguiu à noite seguinte. E assim se passaram perto de seis meses. Houve ali uma noite ou outra excepcional em que acordou uma ou outra vez. Mas foi extremamente raro. Estava feliz da vida. E, claro, o post ficou esquecido, já não fazendo sentido algum publicá-lo.
Pois que, de há um mês e meio - talvez mais, pois que eu já nem sei a quantas ando - para cá, a Bolachita voltou a acordar de noite. Duas a três vezes, no mínimo. E acorda a chorar. Chora como se não houvesse amanhã. Esta mudança coincidiu com a altura em que passei a substituir mais a sério três mamadas por três refeições. A enfermeira diz que ela está com o vício da mama. Que estava habituada a seis mamadas. Que agora só lhe dou três ao longo do dia e ela sente falta. Ora tudo muito bonito. Mas como é que eu explico a uma bebé de nove meses que esse seu vício não me dá jeitinho nenhum? É que, até ver, as mamas são minhas, certo? Era bom que ela entendesse isso o quanto antes e de uma vez por todas. Para o bem da minha sanidade mental, era uma maravilha. Tipo ouro sobre azul, ou lá como se diz. Estão a ver?

E sim, passaram sete meses e tal desde que escrevi o post. Mas sim, continuo a gostar dela na mesma. Muito. Cada vez mais.