Agora, com um novo membro na família. :)
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terça-feira, 11 de agosto de 2026
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
Besties
Já falei por aqui desta miúda.
Vêem-se umas duas ou três vezes por ano e isso basta para serem amigas.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
Private Joke Blogosférica #21
Podias ter escolhido uma qualquer outra heroína, princesa, ou lá o raio.
Mas, não. Não resististe à vontade de ser malvado comigo.
Tiveste de citar aquela que ostenta um enorme cabelão.
Aquela que tem cabeleira para dar e vender.
Quiseste armar-te em vilão
e deixar-me aqui a remoer.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Isto não tem nada a ver com o natal
tem a ver com pessoas. Com afinidades. Com amizade.
Aproveitaste esta época do ano que - como já disse e muito bem - é rica em bondade, benegnidade, caridade, solidariedade, generosidade e tantas outras coisas terminadas ou não em -dade para ter notícias minhas. [Vá lá, não negues que já te vou conhecendo um tico.] Querias saber de mim, tal e qual como eu queria saber de ti. Querias mostra-me que, mesmo andando tu mais silencioso, eu não estava esquecida.
E ainda bem que o fizeste. Voltaste a colocar um sorriso neste meu rosto, todo ele uma constipação pegada. E, só por isso, já valeu a pena.
Minto. Não foi só por isso. O sorriso, agradeço-o de bom grado. É um facto. Mas o mais importante foi perceber que a nossa amizade, lá por ser blogosférica, não deixa de ser verdadeira. Não deixa de ser inteira. Não deixa de ser nossa.
Obrigada, uma vez mais. [já perdi a conta às vezes que te agradeci por aqui. um dia, vou ter de as contar. a todas elas.]
Obrigada, amigo.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
E porque a tradição continua a ser que era...
lá tive eu de montar, de novo, a árvore.
Já foi há uma semana.
Só me apeteceu mostrar agora.
Avaliem bem o meu jeitinho para a coisa.
O ano passado, a minha melhor amiga entrou nesta sala, por esta altura do ano e lançou um "uauuuu" - misto de admiração e encantamento - ao ver a minha árvore. Acrescentou, de seguida: "a tua árvore está um espectáculo!"
Vem cá amanhã. Vamos lá ver se, este ano, volta a ficar ser fôlego.
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Ai qui carái!
Pára tudo.
A minha melhor amiga descobriu este casebre.
Sinto-me despida. Exposta. Despojada de todo o meu ser.
Mais de quatro anos e meio com uma trabalheira de todo o tamanho a escondê-lo tão bem escondidinho. A rir-me na cara dela, quando me pedia - uma vez mais, depois de tantas outras que acabei por lhe perder a conta - para lhe revelar qual era. A falar-lhe, por alto, de tudo o que este meu mais velho já me trouxe de bom, de engraçado, de emocionante, de parvo, de estranho, de ambíguo, de chato, de maravilhoso (sim, houve maravilha a nascer por causa deste insignificante blogue). A ver a reacção dela ao tomar conhecimento de tantas peripécias pelas quais passei, desde dois de Abril de dois mil e doze.
Enfim, tudo tão bem controladinho para acabar assim. Com o raio do segredo desvendado.
O que mais me irrita é ter sido o instagram a lixar-me a vida. Eu bem que desconfiava que aquela cena me iria tramar. E, como sempre, estava coberta de razão. qual carimbo qual quê. pxiu.
Diz que o raio do meu instagram lhe foi recomendado, ou sugerido ou o catano. Fez-me rir, sem ter graça nenhuma. Mas eu lá tenho alguma coisa que se recomende? Pois. É aquilo a que se chama ironias do destino. E tinha de me calhar logo esta a mim.
Resumindo e concluindo. Vai haver auto-censura na certa. Não vou conseguir continuar com as minhas parvoíces. Com esta minha essência. Isto vai virar ovelha de rebanho. Vai passar a ser um daqueles blogues politicamente correctos. Estão a ver mais ou menos o género? Com temas da moda, daqueles que chateiam de tanta gente a dizer o mesmo. Com opiniões consensuais, daquelas que dão imenso sono, mesmo depois de doze horas muito bem dormidas. Com muitas florzinhas, daquelas que não acrescentam nada mas ficam bem em qualquer casa.
Muito peace. Muito love.
Todo ele muito cheirosinho, e bonitinho, e bem comportadinho.
Ou então não.
nota: ouve lá, melhor-amiga, ai de ti que venhas para aqui chibar-te e revelar todas as qualidades excepcionais que compõem a minha bela pessoa. tenho uma reputação de bruta, ruim e insensível para manter. vamos lá zelar por ela, sim? ou isso ou és despromovida. ponto.
quarta-feira, 27 de julho de 2016
Décima edição do Festival da Francesinha
Já lá fui.
O certo é que vou lá todos os anos.
Mas, desta vez, contrariei o péssimo hábito que costumo ter. Ou seja, aquilo começou na sexta-feira passada e eu fui lá logo no sábado. Chama-se a isso precaução, ou gulosice. A malta que escolha.
Costumo ir só no final de Agosto, quando o evento está quase a acabar, e tenho de gramar uma fila descomunal antes de ser atendida. Uma canseira pegada.
Este ano, nada de filas. Nada de sala a abarrotar. Tudo muito calmo. Tal e qual como eu gosto.
Não levei a Bolachita. Mas não faltou a minha melhor amiga que nunca me falhou neste nosso já tradicional encontro que serve, essencialmente, para pormos a conversa em dia.
Correu tudo muito bem.
Bebi mais cerveja do que de costume.
Entornei uma pela mesa fora.
Cambaleei no regresso ao carro. Não pelo excesso de bebida (que eu sou uma gaja responsável), mas por causa dos meus saltos que, definitivamente, não combinam com a calçada à portuguesa. Não mesmo. A minha falta de jeito para usar sapatinho fino também pode ter contribuído para as tristes figuras que fiz. No entanto, num grau de responsabilidade muito mais reduzido.
Cheguei a casa perto das cinco da manhã.
E trouxe comigo três beijinhos de uma pulga ou outro bicho do género (pormenor: sou alérgica a picadas de pulgas).
Uma alegria, portanto.
Quem sabe não volte a tentar a experiência ainda este ano. (da francesinha. não dos saltos. e, espero, não das três borbulhas enormes que tenho na perna direita. óbvio.)
Afinal, o Festival da Francesinha da Figueira da Foz só acaba no trinta e um de Agosto.
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
... só mesmo essas visitas serem umas frouxas
e nem uma deliciosa fatia de chocolate conseguirem comer por inteiro.
Melhor ainda, é terem mais olhos do que barriga e, para além das fatias de bolo de chocolate, trazerem uns belos de uns croissants e deixarem tudo só para mim.
Obrigada, Joël.
nota: sim, eu sei, tenho os individuais mais foleiros de todo o universo. e se, em vez de criticar (ó malta viperina!), pensassem em oferecer-me uns mais fixes para o natal? fica a ideia. de nada.
nota: sim, eu sei, tenho os individuais mais foleiros de todo o universo. e se, em vez de criticar (ó malta viperina!), pensassem em oferecer-me uns mais fixes para o natal? fica a ideia. de nada.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Não volto a dar confiança a gajos com mais de um metro e oitenta.
Pelo menos se os conhecer através do blogue.
Conheci um desses gajos, alto, há uns anos atrás. Foi através deste mundinho pequenino - mas tão fofinho - que é a blogosfera, evidentemente. Trocámos vários emails. Diariamente. Vários por dia, até. E com consistência. Nada de mails com uma ou duas perguntas e/ou afirmações. Mails longos e com conteúdo, atenção. Até aqui, tudo muito bem. Pensava ter encontrado um amigo para a vida. É que sou dessas gajas que sonha em ter um amigo homem. Chamem-lhe panca ou outra coisa qualquer ao vosso gosto. Mas eu cá - e as feministas que me desculpem - acredito que os homens são melhores amigos do que as mulheres. E ninguém me tira essa ideia da cabeça. Nem vale a pena tentarem. Teimoso és tu, ora essa.
Um amigo verdadeiro. Que não quisesse nada mais (e já é tanto) do que ser meu amigo verdadeiro. Era (e ainda é) o que eu queria (e, caso estejam a seguir o meu raciocínio, pela lógica, continuo a querer). Parecia-me que poderia vir a ser aquele. Cheguei a acreditar que já o era (boba que eu sou). Encontrámo-nos duas vezes. Bastaram duas míseras vezes para ele nunca mais querer falar comigo. Nunca mais.
Um amigo verdadeiro. Que não quisesse nada mais (e já é tanto) do que ser meu amigo verdadeiro. Era (e ainda é) o que eu queria (e, caso estejam a seguir o meu raciocínio, pela lógica, continuo a querer). Parecia-me que poderia vir a ser aquele. Cheguei a acreditar que já o era (boba que eu sou). Encontrámo-nos duas vezes. Bastaram duas míseras vezes para ele nunca mais querer falar comigo. Nunca mais.
A primeira vez, estivemos umas sete horas juntos. Non stop. A conversar e a comer. Já nessa altura, achei que havia coisas estranhas, que não batiam tão certo assim. Já nessa altura, ele deve ter percebido que aquela minha conversa de que sou bruta mesmo não é a brincar (não entendo por que raio as pessoas teimam em achar que estou na tanga quando digo que sou bruta. sou bruta, sim. e sincera. doa a quem doer. sou bruta, muito bruta nessa minha sinceridade).
Mesmo assim, e - que me lembre - por iniciativa dos dois, houve um novo encontro. Muito mais rápido do que o primeiro. Não sei ao certo quanto tempo demorou. Talvez uma hora ou duas. Fui mais uma vez sincera. Sincera demais?, poderá estar a questionar-se uma parte da malta ou toda, sei lá. Mas isso existe? Para mim, uma pessoa ou é sincera ou não o é. Ponto. Nunca se é sincero demais. E, quando se é sincero de menos, não se está a ser sincero de todo. Ponto final.
Mesmo assim, e - que me lembre - por iniciativa dos dois, houve um novo encontro. Muito mais rápido do que o primeiro. Não sei ao certo quanto tempo demorou. Talvez uma hora ou duas. Fui mais uma vez sincera. Sincera demais?, poderá estar a questionar-se uma parte da malta ou toda, sei lá. Mas isso existe? Para mim, uma pessoa ou é sincera ou não o é. Ponto. Nunca se é sincero demais. E, quando se é sincero de menos, não se está a ser sincero de todo. Ponto final.
Cheguei a sentir-me um tico (um tico grande, diga-se de passagem) mal, confesso. Cheguei a ponderar, por breves instantes, se não deveria ter sido menos sincera. Rapidamente percebi que não. Sou assim mesmo. E, se efectivamente as pessoas forem minhas amigas, vão perceber que a minha sinceridade é a base da verdadeira amizade que tenho para lhes dar.
O segundo gajo. Alto. Pois que também foi através deste mundo virtual que o conheci. Não o posso comparar ao outro. A não ser pelo tamanho. Até porque não se pode (ou, melhor, não se deve) comparar pessoas. Uma história nada teve a ver com a outra. Trocámos mails. Não diariamente, mas com alguma regularidade.
Primeiro encontro. Certinho direitinho. O gajo mais parecia um anjinho.
Segundo encontro. Nada certinho nem direitinho. O gajo sentiu-se à vontadinha. A coisa não acabou assim tão bem.
Terceiro encontro (sim, houve um terceiro. simplesmente porque aqui a Mam'Zelle - que não é de deixar passar uma boa oportunidade de colocar as pessoas nos seus devidos lugares - queria dar-lhe nas orelhas, forte e feio). Difícil definir este terceiro encontro. Mesmo ele tendo conseguido descrevê-lo relativamente bem.
O certo é que se seguiram outros encontros. (Há gajos que gostam de sofrer.) Uns mais melodramáticos do que outros.
O certo é que os encontros continuaram a existir. Cada vez mais próximos (os encontros. não ele e eu. não que não estejamos mais próximos. mas sim por essa parte não ser da vossa conta.)
O certo é que já deixou a escova de dentes em minha casa. E, chatice das chatices, não posso propriamente dizer que foi desta que ganhei um amigo verdadeiro como há pouco o defini.
Resumindo e concluindo. Não vale a pena meterem-se comigo, gajos com mais de um metro e oitenta. Já tive/tenho a minha dose.
Agradecida.
nota: aquela parte da escova de dentes foi na reinação. não a deixou em minha casa coisíssima nenhum. pura e simplesmente porque não lhe dou confiança para isso. ainda... :p
Primeiro encontro. Certinho direitinho. O gajo mais parecia um anjinho.
Segundo encontro. Nada certinho nem direitinho. O gajo sentiu-se à vontadinha. A coisa não acabou assim tão bem.
Terceiro encontro (sim, houve um terceiro. simplesmente porque aqui a Mam'Zelle - que não é de deixar passar uma boa oportunidade de colocar as pessoas nos seus devidos lugares - queria dar-lhe nas orelhas, forte e feio). Difícil definir este terceiro encontro. Mesmo ele tendo conseguido descrevê-lo relativamente bem.
O certo é que se seguiram outros encontros. (Há gajos que gostam de sofrer.) Uns mais melodramáticos do que outros.
O certo é que os encontros continuaram a existir. Cada vez mais próximos (os encontros. não ele e eu. não que não estejamos mais próximos. mas sim por essa parte não ser da vossa conta.)
O certo é que já deixou a escova de dentes em minha casa. E, chatice das chatices, não posso propriamente dizer que foi desta que ganhei um amigo verdadeiro como há pouco o defini.
Resumindo e concluindo. Não vale a pena meterem-se comigo, gajos com mais de um metro e oitenta. Já tive/tenho a minha dose.
Agradecida.
nota: aquela parte da escova de dentes foi na reinação. não a deixou em minha casa coisíssima nenhum. pura e simplesmente porque não lhe dou confiança para isso. ainda... :p
terça-feira, 13 de outubro de 2015
De como a felicidade dos outros nos contagia
Ontem à tarde, recebi uma óptima notícia. Daquelas notícias lindas que nos enchem por dentro num lugar que nem sei bem qual é.
Uma amiga minha está grávida. Depois de alguns abortos espontâneos e de muitos anos a tentar concretizar o sonho de ter um filho, conseguiu. Falta um mesito para esse seu sonho de há anos se tornar, finalmente, realidade.
E eu, ao saber da novidade, fiquei feliz. Tão feliz que nem dá para explicar. Não tanto como quando soube que aí vinha a minha Bolachita. Essa felicidade, que não cabe numa só pessoa, nunca voltarei a sentir. A não ser se/quando engravidar de novo. Mas, mesmo assim, foi uma sensação boa. Muito boa. Tão boa que me fez sorrir feita parva a tarde toda. Foi bom perceber que coisas boas acontecem mesmo quando o panorama é pouco animador. Foi muito bom sentir que o mundo não é assim tão injusto. Foi tão bom acreditar que não poderia ter deixado de acontecer. Porque me custa muito aceitar que uma mulher que queira ser mãe acima de qualquer outro desejo que possa ter não o consiga ser.
O melhor da tua vida começa agora, amiga. E fico muito feliz por saber disso.
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Porque há tradições que se devem manter,
este ano, lá voltei ao Festival da Francesinha, na Figueira da Foz. (não vale a pena pesquisarem, já acabou no final do mês passado. sim, já lá fui há umas três semanas.)
Éramos muito menos do que o ano passado. Mas estava lá quem realmente importa e que nunca faltou, a minha melhor amiga.
A Bolachita portou-se muito melhor do que há um ano atrás (quem não se lembrar, basta ver ESTA foto para perceber a coisa). Esteve sempre sorridente e quietinha na cadeira enquanto estivemos a comer.
Depois, divertiu-se com a bebé L (que de bebé já não tem nada). Duas loucas, é o que são.
Mas o melhor, foram as gargalhadas que dei. Já não me ria assim, com tanta vontade, há algum tempo. Recordámos algumas peripécias do baptizado da Bolachita (siiiiiiiim, já foi) e rimos, rimos muito. O padrinho da Bolachita foi o que mais contribuiu para a festa. Tem imenso jeito para descrever situações, já de si caricatas, à maneira dele. Uma forma peculiar e hilariante de contar as cenas, diria eu, para ser breve.
Da próxima vez que estiver com eles, vou agradecer. Vou agradecer-lhes a dor de bochechas com que fiquei. Vou agradecer-lhes serem meus amigos. Ou talvez, pensando bem, nem me lembre de lhes dizer nada. E aqui é que está a grande mais valia das amizades. Não ser preciso falar essas coisas. Não há dúvidas, na amizade. Não há receios. E é por isso mesmo que é tão bom.
Da próxima vez que estiver com eles, vou agradecer. Vou agradecer-lhes a dor de bochechas com que fiquei. Vou agradecer-lhes serem meus amigos. Ou talvez, pensando bem, nem me lembre de lhes dizer nada. E aqui é que está a grande mais valia das amizades. Não ser preciso falar essas coisas. Não há dúvidas, na amizade. Não há receios. E é por isso mesmo que é tão bom.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Disto da interacção blogosférica
Não entendo a malta blogueira que não responde aos comentários que recebe.
Calma. Não levantem já o sobrolho. Há excepções. Sei muito bem disso. Ou seja, entendo perfeitamente que uma pessoa que receba centenas de comentários para um único post não se meta a responder a cada um individualmente. Regra geral, qualquer pessoa dita minimamente 'normal' tem mais o que fazer sem ser estar o dia inteiro de roda de um blogue.
Estou a falar daqueles bloggers que recebem uma meia dúzia de comentários, se tanto, e que, mesmo assim, não respondem a nenhum deles. Mete-me uma certa impressão. Não critico, atenção (ai esse sobrolho...). Nem tenho motivos para isso. Cada um faz o que quer e bem entende e, jamais em tempo algum, é obrigado a mais do que isso. Mas, a mim (e talvez só a mim, acredito) mete-me uma certa espécie.
Interpela-me. Porque eu não era capaz.
Interpela-me. Porque eu não era capaz.
Até entendo que haja quem tenha um blogue só para desabafar, escrever o que lhe vai na cabeça, sem qualquer intenção de ser lido. Mas, se assim for, por que raio escrever um blogue, acessível a qualquer pessoa, e não um diário íntimo? Será porque até querem ser lidos mas não têm qualquer interesse em responder ao que as outras pessoas lhes dizem? Nunca sentem necessidade de esclarecer uma dúvida que lhes é colocada; de rir de uma piada bem lançada; de concordar com uma opinião fundamentada; de discordar de outra porque somos todos diferentes; de agradecer uma palavra amiga de quem se preocupou?
Interrogo-me. Porque eu não era capaz.
Interrogo-me. Porque eu não era capaz.
Depois, há aquele extremo de certos blogues que nem sequer têm caixa de comentários aberta para quem queira se expressar. Aquilo é como se estivéssemos a ler um livro ou artigos de um jornal. Só que o conteúdo não tem nada a ver com literatura ou jornalismo.
Fico perplexa. Porque eu não era capaz.
Acredito que não ter um único comentário não seria motivo para eu deixar de escrever por aqui. Porque o objectivo primeiro deste blogue não é interagir com a malta. Mas admito que teria muito menos graça se não houvesse qualquer retorno do outro lado.
Confesso até que já pensei várias vezes em deixar de escrever e foram os vossos comentários que me fizeram continuar. Porque este blogue não seria o mesmo se não se metessem-se comigo e não me dessem, por conseguinte, a oportunidade de me meter convosco também.
Sendo assim, está na hora de agradecer àqueles que se dão ao trabalho de vir para aqui aturar-me. Mas sem ponta de lamechice, por favor. Que, como tão bem sabem, a Mam'Zelle não tem paciência para essas coisas.
Acredito que não ter um único comentário não seria motivo para eu deixar de escrever por aqui. Porque o objectivo primeiro deste blogue não é interagir com a malta. Mas admito que teria muito menos graça se não houvesse qualquer retorno do outro lado.
Confesso até que já pensei várias vezes em deixar de escrever e foram os vossos comentários que me fizeram continuar. Porque este blogue não seria o mesmo se não se metessem-se comigo e não me dessem, por conseguinte, a oportunidade de me meter convosco também.
Sendo assim, está na hora de agradecer àqueles que se dão ao trabalho de vir para aqui aturar-me. Mas sem ponta de lamechice, por favor. Que, como tão bem sabem, a Mam'Zelle não tem paciência para essas coisas.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
segunda-feira, 22 de junho de 2015
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Cena para me deixar embaraçada, caso me importasse com o que se possa pensar de mim
Aparece uma amiga, cá em casa. Sem avisar. Nem tem de o fazer. É a minha melhor amiga e as melhores amigas não fazem cerimónia. Deixo-a na sala, enquanto vou até à cozinha buscar o que comer e beber.
Pergunta-me ela da sala:
- Então as tuas sobrinhas já cá estão?
- Não, o meu pai só as vai buscar para o mês que vem, respondo ao mesmo tempo que encho o tabuleiro de coisas boas.
- Não me digas que já andas a comprar roupa para quando a Bolachita for adolescente.
- ...
As visitas chegam de surpresa e uma pessoa nem tem tempo de arrumar a SUA roupa. Aquela que passou cuidadosamente a ferro e deixou numa cadeira da sala.
E pronto. Mais uma pessoa que ficou a saber que aqui a Mam'Zelle se veste na Zara Kids. Não só, que fique bem claro, atenção. Mas também.
Já agora, pensando bem. A minha amiga foi uma parvinha por achar que estes vestidos pudessem pertencer às minhas sobrinhas. Até porque elas já têm quinze anos. São umas mulheres feitas, portanto. E nunca na vida iriam aceitar vestir roupa para miúdas de 11-12 ou 13-14 anos. Seria uma vergonha daquelas. Como é óbvio.
terça-feira, 26 de maio de 2015
segunda-feira, 20 de abril de 2015
quinta-feira, 9 de abril de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
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