quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Parce que, apparemment, la vérité sort de la bouche des enfants #2


Depois de mais uma das minhas piadas, ou palhaçadas, ou caretas ou macaquices do género.

 - Mamã, tu és muito engraçada. E eu também sou, porque saio a ti.

- hum... não sei não. Tu também sais ao teu pai.

- oh mamã... mas saio muito mais a ti.

- Achas?

- Acho sim! Saio um pouco ao papá, mas saio muito a ti.

- Ok. Então, e sendo assim, em quê é que sais ao papá?

- Nos peidos.

 

                                                                                                              [vinte e nove de Junho de dois mil e vinte e dois]

segunda-feira, 8 de agosto de 2022

quinta-feira, 23 de junho de 2022

Hell yeah!! #115


 

* singela modificação feita por mim. peço desde já desculpa pelo meu atrevimento a quem escreveu esta errônea e grotesca - consideremos utópica, vá, só para não me chamarem de bruta e ruim - afirmação .

quarta-feira, 15 de junho de 2022

sexta-feira, 29 de abril de 2022

Pensée pressée #1


 J'ai pansé, dans l'ombre,

mes pensées les plus sombres.



Comme celui qui cueille

la plus fragile des pensées,

et, entre deux feuilles,

la laisse sécher

pour immortaliser

- à tout jamais -

sa singulière beauté.

quarta-feira, 30 de março de 2022

Preciso saber-te

 

Saber que o teu bem estar

não está em perigo,

é o bem 

que mais preciso.


Saber que o teu respirar

não está em causa,

é a minha causa

para não pirar de vez.


Sentir que vês o futuro

a sorrir,

é vislumbrar um sorriso

no meu amanhã.


Sentir-te forte,

é dar sentido a algo

que me conforte.


Saber que o sabor

das tuas palavras

contem verdade

- e bem sabes

o valor

que lhes dou -

dá-me sabedoria

e sabe tão bem.



Saber-te bem

é o que mais preciso

para me saber bem

esta minha vida,

que é tua

também.


segunda-feira, 28 de março de 2022

Ups... #9

 

I did it


.
.
.



.
.
.

again

.

{6 février 2022}



Obs: esta tatuagem é uma reprodução [adaptada à especificidade da tatuagem] de uma ilustração da artista Jiayue Li.

Nunca me tinha passado pela cabeça tatuar uma obra que não tivesse sido criada com a finalidade de ser tatuada. O certo é que, quando a ilustração em questão apareceu no meu feed do instagram - num dia triste do final de dezembro - senti algo estranho. Como se aquelas cores, aqueles traços, aqueles elementos tinham sido criados para mim. 

Descobrir aquela ilustração, fez-me sentir bem. E, pela primeira vez na vida, senti uma necessidade estranha e premente de mandar uma mensagem à autora para a parabenizar pela sua arte. E, sem dar bem conta, já estava a perguntar-lhe se podia tatuar aquela beleza na minha pele. 

Depois de enviar a mensagem, senti-me estranha. Um pouco boba até. Aquela artista nunca iria responder à minha mensagem privada. O certo é que, onze minutos depois, estava a receber uma resposta. Uma resposta na qual Jiayue Li me agradecia e, entusiasticamente, aceitava o meu pedido. A sua única condição foi enviar-lhe uma foto do resultado final.

Assim foi.


Nota: a tatuagem não estava totalmente cicatrizada quando esta foto foi tirada.

sexta-feira, 18 de março de 2022

Dúvida existencial do momento #9


Não é bem do momento. 

Já me questiono sobre este mistério há muitos momentos.

Lembrei-me foi, neste momento, de o publicar.



E pronto. É isto. 

Só que pensado em Português de Portugal.

Ou em Francês, talvez.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

janEla

Janeiro findou

sem ela dar conta.

Porque as contas

que ela faz

não resultam em meses,

não se medem

em dias,

nem acrescentam horas.

As contas que ela faz,

embalam segundos,

acolhem os minutos

num regaço sem tempo

ou contratempo.



Porque abrir as portadas do peito

nunca deu jeito

a quem,

em vão,

abafa as batidas

do próprio coração.


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Porque a minha assistente barra fotógrafa particular* é melhor que a tua #2 ou Eles andam aí...** #14

 


[Coimbra - Julho. 2021]



* miss Bolachita

** quem é do tempo desta espécie de rubrica que se acuse.


obs: só agora me apercebi que fiquei com um piu piu entre as pernas. não foi de todo propositado. nem sabia que o bicho lá estava.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Tudo negativo

 AVISO: este post pode ser um pouco chato aqui para a maltinha. Peço, desde já, desculpa por isso. Mas este meu casebre também serve para eu arrumar memórias. E estes episódios parecem-me dignos de registo, para minha memória futura. Quem quiser, pode parar de ler, agora. E voltar num outro dia. Não vos levarei a mal.


Quem anda atento/a, por aqui, já deve ter percebido que este meu início de ano não tem sido lá muito positivo.

É que nem os testes à Covid são excepção.

Óptimo, dirá a malta.

Pois. Mais ou menos, diria eu.


Há exactamente quinze dias que me anda a assombrar um possível positivo.

Verdade. 

Na quinta-feira, dia treze do presente mês, quatro dias após a Bolachita ter regressado à escola, começaram a cair positivos no whatsapp de pais e encarregados de educação da turma.

No sábado, chegados os resultados dos testes PCR, havia dezassete casos positivos, em vinte cinco. A professora, as duas professoras estagiárias e catorze alunos. A Bolachita testou negativo.

Dias mais tarde, já era vinte e dois positivos.

A Bolachita continuava negativa.


Segunda-feira, o pai da Bolachita, não se sentia muito bem, mas pensou que fosse por causa do reforço da vacina que tinha tomado no domingo. Quarta-feira, dia dezanove, visto continuar um pouco adoentado, foi fazer um antigénio. Deu uma linha positiva muito ténue. A farmacêutica aconselhou-o a fazer um teste PCR. 

Nessa semana, a Bolachita estava com ele. Primeiro pensamento: foi a Bolachita que lhe transmitiu a porra do vírus. 

Marcou-se PCR para os três (sim, eu incluída, visto estar com a Bolachita, mesmo na semana do pai).

Sexta-feira de manhã, recebemos os resultados.

Pai: positivo,

Bolachita: negativo,

Eu: negativo.

Afinal, não tinha sido a Bolachita a infectar o pai. No entanto, a Bolachita já poderia estar infectada, tendo estado com o pai positivo naquela semana.

Mesmo assim, decidimos interromper a semana com o pai e a Bolachita veio logo para minha casa na sexta-feira de manhã. Marcámos um novo teste PCR para terça-feira.

Convicta de que ela estivesse positiva - esta nova variante é tida como super hiper mega contagiosa, certo? - decidi fazer-lhe um teste rápido no domingo. Eu tinha a minha dose de reforço à vacinação marcada para segunda-feira. Se ela estivesse positiva, eu também estaria, e teria de adiar a toma do dito reforço.

O teste rápido deu um claro positivo. A Bolachita continuou em casa comigo.

Segunda-feira de manhã, fui fazer um antigénio, supostamente, para confirmar que estava positiva também. O teste deu negativo. Mesmo assim, estando a Bolachita - supostamente - positiva, não fui levar a dose de reforço.

Terça-feira de manhã, a Bolachita foi fazer novo teste PCR.

Recebemos o teste PCR da Bolachita na quarta-feira. NE-GA-TI-VO.

Voltei a fazer um antigénio na quinta-feira. E, como era de esperar, o resultado foi negativo.


E, pronto. É isto. 

Vamos lá esperar pelos próximos capítulos.



{vinte e sete de Janeiro de dois mil e vinte e dois}

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Ups... #8


 I did it


.
.
.



.
.
.

again

.

{27 novembre 2021}



Obs: esta tatuagem parte de um conceito diferente e especial. o desenho não foi feito especificamente para mim. este desenho foi criado pelo tatuador El_Churros para o seu projecto PMJTM. qualquer pessoa pode tatuá-lo com qualquer tatuador de forma gratuita, se as partes envolvidas assim o quiserem/aceitarem.


terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Como se precisasse de aparições destas

 


para não me desaparecer da lembrança.




nota: encomendei o livro o ano passado. continuo à espera dele. é mesmo caso para dizer, à espera de Bojangles...



segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

[F]actos [rel]acionados

Sempre gostei de dançar, apesar de não ter ido para bailarina.

Fui-me apercebendo - ao longo dos anos - que, quanto mais em baixo estou, mais eu danço.

E o que já dancei, neste ano que mal começou.


segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

sete do um

 


Enquanto não tiver cabelos brancos

e me derem trinta e cinco anos,

as velas continuarei a soprar,

sem delas me queixar.