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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Porque as conversas com a Bolachita são as melhores do mundo #4

 Regressada de mais um dia de escola e depois de me ter contado umas fofocas sobre colegas de turma, a Bolachita conclui:

"Mamã, eu queria que tu fosses professora do 6ºA, porque tu ias lacrar bué e, assim, os meus colegas não queriam que tu faltasses para não perder as tuas aulas."


{doze de Maio de dois mil e vinte e cinco}



Nota: não conhecia este significado do verbo lacrar. pelos vistos, pode significar "arrasar", "brilhar", "ser incrível".

quinta-feira, 23 de junho de 2022

Hell yeah!! #115


 

* singela modificação feita por mim. peço desde já desculpa pelo meu atrevimento a quem escreveu esta errônea e grotesca - consideremos utópica, vá, só para não me chamarem de bruta e ruim - afirmação .

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Porque eu também tenho um closet a abarrotar* #8

Sim, sim, eu sei. Eu bem sei que devo um pedido de desculpa às duas ou três alminhas persistentes que continuam a passar por aqui. [brincadeirinha. ainda bem que dá para conferir, nas estatísticas, o tráfego que se move por este casebre fora. e a malta que por aqui passa diariamente continua a ser razoável. deixar uma ou duas palavrinhas à dona disto é que mais tarde... seus ingratos.] 

É um facto, este ano, não partilhei esta espécie de rubrica super interessante e híper útil antes do natal, como costumava fazer. 

Agora, é igualmente certo que têm de me dar um desconto. É que dois mil e vinte foi, no mínimo, um ano estupidamente atípico. E, eu, na minha atípica estupidez, procrastinei mais do que de costume. Porque tenho esse direito. Como qualquer pessoa que esteja a viver esta pandemia também o tem. Mais nada.


Pronto. Tendo em conta que acabei de me justificar com distinção, só me resta, então, mostrar o tão aguardado outfit que, neste caso, já só poderá ser usado na passagem de ano ou numa outra festa qualquer que tenham pela frente, visto o natal ter ficado para trás. 

Estejam à vontade. 

Usem e abusem. 

O ápice do bom gosto, 

digo-vos;

acreditem.



Continuamos com restrições a nível de convívios presenciais. Vamos todos, portanto, festejar com o Zoom a bombar. Por isso mesmo, basta caprichar nos trapitos da cintura para cima. E eis o que escolhi. Um blazer branco com gola preta que faz um brilharete em qualquer ocasião. Acrescentei-lhe um cinto cheio de pedras e brilhos com um laço à frente para lhe dar um toque mais festivo. Na cabeça, um chapeuzito emprestado por uma amiga há mais de dez anos e que nunca tive oportunidade de devolver. Sei que foi comprado no chinês. A perda da dita amiga não é, assim sendo, de grande importância. E, a mim, vai-me dando jeito para fazer estas maluqueiras. Uns anéis. Uma pulseira. Para finalizar o look, um batom vermelho nos lábios. E assunto arrumado.


Espero que gostem e que aproveitem da melhor maneira este conteúdo da maior utilidade mundial.


Prometo que - pensando eu especificamente nos mais curiosos - para o ano, mostro a parte de baixo deste ofuscante outfit.



Até lá,

portem-se mal. 

Divirtam-se.

Saltem e pulem

e outras coisas mais.

Mas sempre em segurança.


* closet esse que, este ano, esteve às moscas. já que estive o ano inteiro confinada, de pijama confortável, em casa. um lamentável e lastimável desperdício, é o que foi.

terça-feira, 4 de agosto de 2020

Esclarecimentos necessários para o bem comum #30


Se tivesse de me definir, numa palavra, não escolheria, com toda a certeza, a palavra "mulher". Nem tão pouco a palavra "mãe" seria a minha escolha.

Nunca me identifiquei com a maioria das características que são tidas como femininas. Não partilho os supostos gostos/interesses do mulherio. Faço questão de ir à casa de banho sozinha e nunca recorri aos serviços de uma manicure.
Vivi trinta e cinco anos da minha vida antes de conhecer a realidade da maternidade. Quase a minha vida toda, portanto. Seria extremamente redutor, a meu ver, definir-me essencialmente como mãe. Nada contra aquelas pessoas que só perceberam quem realmente são, que só descobriram a razão da sua existência e só se sentiram vivas e completas depois de terem dado à luz. Agora, o certo é que não me revejo minimamente nesse tipo de filosofia.

Se tivesse de me definir, numa só palavra, diria, inequivocamente, que sou uma pensadora. Sou, de facto, essencialmente, um ser pensante.
Atenção. Não uso, nem quero que entendam, este termo no sentido simplista que é, geralmente e uma vez mais, atribuído aos seres de sexo feminino. Sabem, quando se quer caracterizar alguém e se diz "Ai e tal... aquela gaja pensa muito."? Estão a ver aqueles pensamentos, quanto a mim bobos, que, geralmente, mais não são do que o remoer de cenas frívolas e sem interesse profundo? Conseguem destacar alguém do vosso círculo familiar, de amigos ou conhecidos que está sempre a fazer perguntas porque, simplesmente, não sabe lidar com o silêncio? Que, grande parte das vezes, dá logo a seguir uma resposta tão banal quanto a pergunta ou que, simplesmente, nem espera pela resposta porque não interessa nem ao menino Jesus? Não é de nada disso que estou aqui a falar.
Uso o vocábulo 'pensar' no sentido de reflectir, de analisar, de ponderar, de criticar (no seu sentido mais lato). De, constantemente, desconstruir para melhor entender. De Pensar. Ponto.
Ou seja, o que melhor me define é a capacidade de pensar e de jamais, em momento algum, deixar que o façam por mim.
E isso é lixado.
É cansativo.
Extenuante, por vezes, até.

Saber-me-ia para lá de excelentemente bem, de vez em quando, deixar andar. Aproveitar a onda e aceitar o pré-estabelecido como sendo o certo, tal e qual tanta gentinha-feliz-da-vida faz. Interiorizar o politica e socialmente correcto e fazer disso lei absoluta para me reger, dar-me-ia, a mim e à minha cabecita pensadora, umas férias do caraças. Trar-me-ia uma paz interior, própria de gente básica, bastante tentadora. Sedutora, até.
É-me, no entanto, impossível.
Não dá.
Não consigo.

Infortunadamente,
não posso.

E, pensando bem,
não quero.







nota: numa era onde a palavra "feminismo" virou moda estampada em t-shirts e afins, tenho plena consciência do quão 'crucificada' posso ser por algumas considerações que teço. O certo é que grande parte de quem desfila, com a palavra a baloiçar no peito, não tem noção do seu significado. Nem tampouco faz um escaravelho (para não usar outra palavra que, com esta, rima) para apoiar a ideologia que tal conceito abraça, muito pelo contrário.

quinta-feira, 16 de julho de 2020

reflet et moi < reflète-moi > reflet émoi #3 ou Esclarecimentos necessários para o bem comum #29



Penses-tu que tu me vois?
J'aimerais comprendre pourquoi.
Tu ne sais rien de moi.
Je ne montre que ce qui n'est pas
important.
Le captivant?
Ne le cherche pas à l'extérieur,
il n'est qu'à l'intérieur,
mon coeur.
Il est dedans
et pas dehors,
mon corps.

quinta-feira, 26 de março de 2020

SEMÂNTICA



Será que conceitos como este - que remetem para a necessidade de demonstração de afectos presenciais, com toque efectivo entre os intervenientes - vão acabar por, irremissivelmente, desaparecer do mapa? Tipo, de vez.






Ya. Estou num mood fatalista, hoje. 
Só hoje.
Amanhã passa.
Ou depois de amanhã.
Ou depois depois de amanhã.
Ou além.
O dia, em si, é muito pouco relevante.
Já que têm sido todos muito iguais.
E assim continuarão, 
nos próximos tempos.

segunda-feira, 9 de março de 2020

Dúvida existencial do momento #7


Estou aqui num dilema decididamente dilacerante.

É que não consigo determinar ao certo se o mais absurdo é o facto de homens se lembrarem de calçar saltos altos no dia oito de Março para, soi-disant, homenagearem as mulheres ou se absurdas são as mulheres que agradecem e aplaudem tamanha idiotice.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Estes famosos não podem ver a malta da plebe a fazer nada; têm logo de fazer também.


Ou isso, ou então estava certa [como sempre, aliás] ao avisar-vos que aquela minha brincadeira criava dependência contagiosa...


Para confirmarem o meu parecer, vejam a notícia que se segue:






quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

E.ntender ... A.ceitar ... U.ltrapassar




eau - nom féminin {latin aqua}


Lorsqu'il est libre, l'esprit est naturellement serein, 
de même que l'eau non agitée est par nature limpide et claire.
 Proverbe tibétain

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

E a escolha foi paraaaaaaaaaaaa...



o primeiro vestido.


E, como podem ver, dá perfeitamente para usar no inverno.
Ou seja, vou poder vesti-lo o ano inteiro.
E poupar.
Que é isso mesmo que está a dar.

Oh yeah.




Obrigada à malta que comentou, incluindo aquela que não deu a sua opinião, mas que marcou presença, à sua maneira. Até porque, digam o que disseram, o que importa nesta vida são os números...

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Será tudo uma questão de ponto de vista, de perspectiva amorosa?


Há muito boa gente que, no fim de um relacionamento, se põe a fazer contas à vida, que é como quem diz, sente a necessidade de fazer um balanço do mesmo. Até aqui tudo muito bem. Agora, a porca, quanto a mim, começa a torcer o rabo quando se sai com este tipo de afirmações:
- ai e tal... o problema foi eu ter dado demais à outra pessoa. eu dei demais, eu fiz demais, eu amei demais e lixei-me. para a próxima, não vou dar, nem fazer, nem amar tanto.

Ora vamos lá ver, então. 
Eu cá - que, sem problema ou peso algum na consciência, admito não perceber nada de relacionamentos; muito menos acredito nesse chavão que é o amor como nos é apresentado desde a infância com os príncipes e as princesas, mas que, se tenho um cérebro, é para o pôr a funcionar - fico a pensar na coisa e acabo por discordar redondamente e em pleno. 

Passo a justificar o meu pensamento.
Para mim, uma pessoa que se encontra num relacionamento, dito por amor, nunca dá, faz e/ou ama demais. Se, por algum motivo, em algum momento do percurso, ou no seu término, a pessoa em questão sentir que deu, fez e/ou amou demais é porque está a ver o paradigma de uma forma errada.
Eu explico. Nada do que se faz, dá ou sente, numa relação amorosa é demais, se for correspondido. E a correspondência ou reciprocidade amorosa é a base para que, digo eu, se possa falar em relacionamento. Ou seja, para se poder falar em relacionamento amoroso normal e saudável, temos de estar na presença de duas pessoas que querem a mesma coisa: o bem estar do outro que, pela lógica da reciprocidade, resulta no bem estar comum. 
Ora, quando se sente, erradamente na minha perspectiva, que se deu, fez e/ou amou demais é porque, pura e simplesmente, a outra pessoa deu, fez e/ou amou de menos. E, se assim foi, não era a pessoa certa. Ponto final e siga que se faz tarde porque a vida é demasiado curta para ser desperdiçada com quem não merece fazer parte dela.

Para concluir, que já me estou a tornar chata com'ó caraças. Se alguém entra num relacionamento a querer dar menos, fazer menos e amar menos a pessoa que escolheu, está, quanto a mim, a sabotar, logo à partida, a viabilidade desse relacionamento. Depois, não se venha queixar que não tem sorte no amor e outro tipo de blablabla sem pés nem cabeça. O importante é escolher a pessoa certa e não criar esquemas tristes e pouco saudáveis que, como é óbvio, inviabilizarão o sucesso do relacionamento em questão. 
E, para se escolher a pessoa certa, tem de se ter calma. Sinto-me na obrigação de acrescentar este pormenor porque sei, de fonte segura, que muitas alminhas julgam ter de estar, obrigatoriamente, num relacionamento para serem gente. E não é nada disso. Acreditem. Mesmo.
Vou acabar sendo muito chata e muito careta e muito entediante e nhenhenhém por aí fora. Eu sei disso. Mas a verdade é que não posso encerrar este post extra longo e desinteressante sem deixar aqui o lema da minha vida. Aquele que melhor define a minha visão de uma vida razoavelmente bem vivida:

ANTES SÓ 
QUE MAL ACOMPANHADA/O.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Porque eu também tenho um closet a abarrotar #7

Dezembro já vai a meio. Por isso mesmo, cá estou eu de novo, passado um ano, para não falhar ao já tradicional post com a minha sugestão/inspiração de outfit para as festas que se avizinham a passos gigantes.

Então, vamos lá ver, maltinha.
Para esta proposta, decidi misturar algumas peças vintage (como a blusa-blaser, toda ela em lantejoulas e o cinto castanho, adornado de apliques de metal dourado) com outras mais actuais, apesar de pertencerem a colecções passadas (a mini-saia tigresse, os brincos e o calçado). Tudo isto complementado com dois apontamentos desta estação (os collants e a bandolete).
Para além de propor a habitual vestimenta completa, lembrei-me de apresentar três pares de calçado diferentes que irão dar ao look uma conotação diferente, criando automaticamente um estilo diferente, consoante a personalidade e a vontade de cada uma.


#1.  O LOOK MEGA FASHION


Para primeira opção, escolhi umas sandálias prateadas metalizadas super tendência, pela cor/textura e pelo modelo. Agora, o que acaba por dar o toque mesmo mesmo in à coisa é o facto de usar estas sandálias muito abertas com collants. Para aquela gaja que quer estar na crista da onda, no topo da escala da moda; para as it girls deste nosso Portugal, esta é, sem dúvida, a melhor escolha.




#2.  O LOOK CLÁSSICO-CHIQUE


Aqui, optei por uma sandália fechada vermelha em veludo com um laço em brilhantes à frente. Não deixando de ser moderna, é bastante mais clássica do que a proposta anterior. Esta é a opção ideal para aquela gaja mais certinha que gosta de estar bem sem se comprometer.




#3.  O LOOK ROCK-TRENDY


Neste caso, virei-me para umas botas pretas com tachas. Botas que continuam modernas, apesar de já se usarem há algumas estações. Óptima escolha para as gajas que gostam de estar super confortáveis e que querem cortar o estilo demasiado festivo e compostinho com um toque mais irreverente e descontraído.


Uma vez mais, de nada. ;)
Já agora, alguém adivinha o meu calçado predilecto, entre os três propostos, para usar com esta roupa? E tu, gostas mais de qual?*




* Olha eu aqui a lançar perguntas, a ver se contrario o mau hábito que a maltinha ganhou de passar por aqui sem dizer nada...

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Ao Moçambicano albino


Perguntar a uma mãe qual filho é o seu preferido - aquele de que ela gosta mais, a cria que tem um lugar mais proeminente e aconchegadito no seu coração - é basicamente o mesmo do que estar numa ilha italiana (vamos lançar para o ar a Sardenha, assim ao calhas), num dia de calor descomunal, frente à água do mar e não molhar os pezitos e, já agora, o resto do corpo inteirinho (que se lixe o bando de alforrecas ou medusas ou lá o raio - que aquilo é tudo a mesma praia -  ali, à mão de semear). 
É impensável. 
Inconcebível.
Não dá.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Considerações avulsas #1

Se eu não gostar de mim, quem gostará?

Não sei quem gostará de quem. Nem quero saber. O certo é que, eu, não gosto desta máxima.
Sempre que a ouço, dá-me vontade de morder alguém. Sim, tenho esta panca. Não liguem.

É que, mesmo parecendo partir de um bom sentimento, como sendo algo positivo e do bem e do peace e até do love, não é tanto assim. Pelo menos não o é para mim que gosta sempre de analisar um tico as coisas, em vez de ir, feita ovelha (ou barca, neste caso), ao sabor da maré. É tipo aquela cena do papar, calar e ainda agradecer, sem se saber muito bem o que se comeu. Estão a ver? Para mim, não dá. Não consigo. Ler o rótulo é o segredo. Vão por mim.
Resumindo de forma breve. Não sou moça de dizer ou de concordar com algo só porque me é impingido como sendo fixe, bom, da moda, positivo, good mood, et cetera e tal. Nem mesmo sendo apresentado como o santo graal.
Rebanhos? Não, muito obrigada.

Ora voltamos à frase em questão que é para isso que aqui vim hoje.
Pois bem. Quanto a mim, essa interrogaçãozeca, supostamente inocente e muito sábia, pressupõe que o gostarmos de nós é um meio. Um meio para atingir um fim maior. Sermos gostados.
Ora, na minha humilde e singela opinião, o mais importante é gostarmos de nós. Ponto. Porque sim. Ponto. Como um fim. Ponto. Só por si. Ponto. Não para conseguirmos que outrem goste de nós. Ponto final.

A máxima correcta deveria ser:
Se eu não gostar de mim, sou uma grandessíssima tonta. *
(o 'tonta' é suavezito demais, atenção. admito, sem hesitar, que o é. muito. mas é só para não colocar aqui um adjectivo mais forte que poderia abespinhar as almitas mais sensíveis.)



Pronto. Era só isso mesmo. 
Quem quiser também perder dois minutitos para pensar no assunto, pois que o faça.
E se achar, depois dessa reflexão profunda, que, de livre e espontânea vontade, deixará de usar tal máxima, melhor ainda.

E está feito.
Siga.






nota: não estou aqui a levantar, de maneira alguma, a bandeira do - agora também muito na modinha - self love club. seria tema para outro post. não sei, no entanto, se terei paciência para o escrever. para resumir, não sou de modas. e acho que, sendo assim, está tudo dito.


* Se eu não gostar de mim, é pregar-me dois estalos.
(esta está melhorzita, não?)

terça-feira, 16 de abril de 2019

mOtS clÉs #1

ANDROGYNE

...



[On qualifie une personne d’androgyne si son apparence ne permet pas facilement de déterminer si c’est une femme ou un homme.
Le terme est dérivé de deux mots grecs :
  • andros (l'homme, comme appartenance de genre) 
  • gynè (la femme). 

On parle souvent d’allure (ou de look) androgyne…
Il ne faut pas confondre l’androgynie avec l’hermaphrodisme : la première est une question d’apparence ou de ressenti, alors que le deuxième est un fait biologique.]