quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Então e quem (ainda) não tem?


Quem não tem?, perguntam vocês.
Quem não tem é um ovo podre. Pois então.

(as minhas mais sinceras desculpas pela a não-qualidade da foto. em contrapartida, eu já li. ah pois.)


Mas calma, calma. Muita calma. É que a malta ainda pode remediar essa sua vergonhosa falha.
Como?
Ainda perguntam como?
Esta malta não tem emenda. Mesmo.
Então é assim, o C.N.Gil., ilustre autor desta pérola intitulada Como ser um garanhão (edição especial para marrões), explica tudinho ALI.
Cliquem, cliquem, vá, que já vão tarde.

Não precisam de agradecer. Basta ler.

Aquela casa (per)feita para mim #2


Foi há mais de um ano que falei sobre ela de uma forma mais aberta
Foi há mais de um ano que vim para aqui confessar a minha desilusão, despejar a minha frustração, desabafar um tico.
Nessa altura, só não desisti de tudo porque não podia. Não havia como voltar atrás. Mas, se, naquela altura, tivesse tido essa hipótese, teria devolvido a casa que tanto me tinha feito vibrar quando a visitei pela primeira vez. Despachava-a sem hesitar. Mandava-a às urtigas. Nem tanto por já não me sentir com forças para enfrentar tantos problemas (e acreditem que me faltaram muitas vezes, essas forças). Devolvi-a a na hora porque já não gostava dela como daquela primeira vez. Já não sorria com os olhos quando entrava por aquela porta antiga. Já não fazia planos quando subia aquelas escadas de madeira. Já não me sentia em casa.
Esse era o meu maior receio. Não conseguir ser feliz na casa que tantas dores de cabeça me estava a dar.

Já passou mais de um ano. 
O previsto, quando adquiri a casa, era podermos vir viver para cá quando a Bolachita fizesse três meses. A Bolachita já fez dois anos (vinte e cinco meses, para ser mais exacta) e só nos mudámos definitivamente há uma dúzia de dias.
Já passou mais de um ano e, parando para pensar, sentada no meu sofá vermelho, percebo que aquele meu receio não tinha razão de ser. 
Vejo, de novo, que esta é a minha casa. 
Sinto que não poderia ser outra. 
Acredito que é, de facto, a casa perfeita para mim.
Perfeita para nós. E, sim, estás incluído neste 'nós', meu Bananita Casmurro. Tu e as resmas de filhos que poderemos vir a ter.
Finalmente.



nota: não, todos os problemas não estão resolvidos, longe disso. mas, pelo menos, já podemos viver na casa. aproveitá-la. e, o mais importante, a Bolachita já tem o quarto dela que, modéstia à parte, está lindo de morrer. ;)

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Un Illustre Inconnu


Já não ia ao cinema sozinha há séculos. Melhor dizendo, já não ia ao cinema há séculos. Ponto. 
Ia com alguma frequência, há uns anos atrás. Mas, pensando no assunto, não sinto assim tanta falta de ver filmes no grande ecrã.
Agora, uma coisa é certa, não podia faltar a mais uma Festa do Cinema Francês. Já vai na décima sexta edição e acredito que tenha ido ver pelo menos um filme em cada uma delas. Ainda me recordo da altura em que este evento social da maior importância decorria no - agora moribundo - Avenida. Lembro-me, como se fosse hoje, de ir ver o Amélie, numa noite fresca.
Também estava fresquinho, na noite do passado sábado. Fui ver Un Illustre Inconnu. Quando olhei para a programacão deste ano, foi o filme que mais me chamou a atenção. Ainda bem. Não só passava em Coimbra, como era exibido ao sábado. Se fosse durante a semana, teria de esquecer. A Bolachita não me permite sair à noite durante a semana. Já pareço uma adolescente. Os pais das adolescentes só as deixam sair à noite à sexta e ao sábado, certo? Pois eu estou exactamente na mesma. A diferença é que não são os meus pais mas sim a minha filha de dois anos (já?!!) que me controla as saídas.


Un Illustre Inconnu est é* um filme de Matthieu Delaporte com Matthieu Kassovitz. Comecei a prestar mais atenção a este actor, depois de o ter visto no filme que referi acima e que é, sem dúvida, o filme da minha vida: Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain. Quanto a mim, um excelente actor que também é realizador (um dos seus filmes mais conhecido sendo La Haine).
Estava com expectativas altas e não foram defraudadas. Filme brilhante. E mais não digo que é para a malta que vive em Setúbal e arredores matar a curiosidade dia treze ou quinze deste mês, às vinte e uma e trinta (Cinema Charlot - Auditório Municipal).
De nada.





* agradeço, do fundo das minhas entranhas, ao meu revisor particular, mais conhecido por Verdade. e está, hein? agora, só por isto, devias beijar-me os pés. todo o santo dia. tenho dito.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Criar ambiente com teias de aranha de faz de conta?


Nããããããããããããã.
Qual faz de conta qual quê?
Isso é para criancinhas.
E, aqui, não se brinca (em serviço).
Do mais autêntico que há.



Cenário perfeito para a ocasião. Descoberto este fim-de-semana, na minha lareira, enquanto fazia limpezas.
Nunca tinha visto teias de aranha tão grossas. Nunca tinha visto teias de aranha verdadeiras a parecerem tão falsas, de tão exageradamente medonhas que eram.
Só visto.
Mesmo.
O que me vale é ser uma gaja destemida. Valente. Corajosa. sim, contrariamente a ti. pxiu.
Mesmo. Mesmo.

Halloween?




Rien à ajouter.