domingo, 7 de dezembro de 2014

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Brincadeiras de putos (9) - trocadilho #4



Descobri a marmelada. Já não quero outra coisa.
Variante:
Marmelada bem feita, é bom e eu gosto.

Sou uma cota desactualizada, admito ou Dúvida existencial do momento #5

Por isso mesmo, e para enorme desgosto meu, não consigo entender certas cenas que a malta diz agora.
Ora vejam lá se me conseguem esclarecer. O que quererá dizer a expressão em negrito* da frase que se segue?
Um gajo todo cheio de simpatia e carinho e leva nas boxes.
Aquela parte da 'simpatia' e do 'carinho' fez-me rir tanto, mas tanto. Tangas-mor.
Desde já, agradeço encarecidamente a quem me queira elucidar.



* é que o resto da frase, mesmo que não faça grande sentido (já que o elemento 'gajo' não combina muito bem com os termos 'simpatia' e 'carinho', muito menos com o exagerativo 'todo cheio'), até dá para entender.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Chatice, pá.


Da última vez que senti algo do género, estava grávida e nem sonhava. Os médicos não conseguiam descobrir qual poderia ser o meu mal. É compreensível e natural, já que não existia mal nenhum. Muito pelo contrário.
A diferença, desta vez, é que não estou grávida. A diferença é que, desta vez, sinto-me muito pior. A diferença é que tenho uma bebé e não me posso dar ao luxo de ficar deitada o dia todo a aguentar e esperar, estoicamente, que as dores passem. A diferença é que, agora, o mal está cá, efectivamente.
E isso é chato como o raio. No mínimo.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Cada um é como cada qual* #3


Há aquelas mulheres que gostam de usar cuequinhas (tanga, fio dental, whateversexys - com rendas e transparências e outras coisas mais - a combinar com os sutiãs; sentem-se poderosamente atraentes.
A Mam'Zelle, ela, gosta de cuecas temáticas a combinar com a época do ano em que as está a usar; sente-se confortavelmente em cima do acontecimento.



nota: para quem não esteja a visualizar a coisa. hoje, por exemplo, ando com um ursinho fofinho de cachecol vermelho à volta do pescoço.
sim, porque, relativamente à parte das cuecas de renda que as outras usam, acredito que não seja preciso fazer um desenho. todos chegaram lá sem problema. especialmente os poucos gajos que por aqui passam. safados.


* e cada qual é como é. E tem o que merece.