terça-feira, 15 de abril de 2014

O primeiro da Bolachita #2


Encontro imediato com a papa. Não foi dos melhores. Estranhou a coisa. Deu luta, as duas ou três primeiras vezes. Mas já se rendeu.


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Tal e qual o Querido Mudei a Casa, mas sem levar com as pindéricas-armadas-em-boas-com-as-suas-vozes-irritantes-de-tias-de-cascais das decoradoras #3


Eu não sabia que verde água podia ser tanta cor diferente. Agora já sei.
Acredito que, com a trabalheira que está a dar escolher o tom de azul esverdeado para os móveis da cozinha, nunca mais me vou esquecer. O senhor que anda a tratar disso está farto de me fazer amostras e mais amostras. O problema é não acertar naquela que, efectivamente, idealizei.
Esta coisa de escolher cansa. Cansa os olhos, a cabeça, a paciência. Por isso mesmo, rendi-me e lá optei por um dos tons propostos.
 
 
 
 
Palpita-me que quando a cozinha estiver colocada já não vou conseguir ver mint à frente. O que é uma chatice, visto as paredes da cozinha ficarem quase totalmente forradinhas a essa cor.
 
E porque há sempre um lado bom em tudo. Eis o lado bom da coisa. Já não vale a pena tentarem agradar-me ou impressionar-me oferecendo-me uma qualquer jóia da Tiffani & Co... Pronto.

Diz que ontem foi o dia dele


Eu cá nunca fui grande beijoqueira. Isto a nível de quantidade, entenda-se. Que a nível de qualidade nunca ninguém se queixou. E como tudo tem uma razão de ser, esse meu pouco apreço por eles também tem a sua. Estava a guardá-los todinhos para um pequeno ser que, há pouco mais de seis meses, entrou na minha vida e, desde então, a preenche por inteiro com os seus sessenta e dois centímetros.
 


A bolachita leva com centenas de beijos por dia. Tenho de aproveitar agora que ainda não se queixa...
 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

27/52


(bolachita, no seu treino diário de preparação para o gatinhar, com 6 meses e 6 dias)

Coisas que fazia na casa antiga a não fazer na casa nova por muito que me custe #1


Metralhar a porta do frigorífico com tudo quanto é íman piroso. Seja ele a publicitar a marca X ou a relembrar que o tio Zé não se esqueceu de mim quando foi ao país Y.

Tenho de me controlar. Mesmo. Não dá para vacilar. Quitte à me faire violence, como diria em bom francês.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

quarta-feira, 9 de abril de 2014