Roxanne Patruznick
MATINS
As manhãs de Junho foram as melhores do ano, até agora.
Foi quando o calor, efectivamente, se instalou.
As hortênsias do jardim, alegraram a casa.
Foram leves e saborosas, as manhãs de Junho.
Não se pode dizer o mesmo destes primeiros quinze dias de Julho.
Mas nada de poluir esta publicação com palavras pesadas.
Que venham mais manhãs de Junho, pelo resto do ano fora.
Esta fotografia foi tirada na minha última viagem fora de Portugal.
Já lá vão quase 7 anos.
Demasiados anos.
O desalento que me invade ao olhar para ela,
para mim.
* expressão francesa que significa estou-me nas tintas. [à letra, isto faz-me umas belas pernas.]
Obs. nesta foto, as minhas pernas estão desactualizadas. houve actualização, no passado sábado. a seu tempo, mostro.
...
Alain Rémond
[...]
On a oublié qu'il fut un temps,
avant l'ordinateur, avant Internet, avant les mails,
avant le téléphone portable, avant les SMS,
où l'on écrivait des lettres,
de longues lettres,
régulièrement
comme un bonheur,
comme un plaisir.
Ont appelait ça une correspondance.
On disait "entretenir une correspondance".
Et c'est un mot tellement beau,
tellement juste:
on correspond parce qu'on se correspond.
Estou
...
VIVA.
Oba!
Agora, já podem aproveitar o fim-de-semana.
Descansadinhos.
Aliviados.
Quiça, felizes.
[Sortudos.]
desabo.
Vem
- cada vez mais cedo -
a época natalícia que me é penosa;
depois,
chega o mês que nunca mais acaba,
com o meu dia de anos
e mais umas quantas datas difíceis pelo meio.
A minha condição de mãe não me permite
simplesmente
desligar
desse turbilhão
esgotante.
Fevereiro é
curto
mas
regenerador.
Assim o espero.