terça-feira, 29 de novembro de 2016

Porque os paparazzi só se dão ao trabalho de flashar gente importante* #41









* tipo a Bolachita e eu. óbvio, óbvio.


nota: eu sei que está solinho lá fora. mas eu não sou moça calorenta, muito pelo contrário. tudo isto para dizer que estas fotos não são de agora. já têm mais de dois meses. yep, estavam nos inúmeros rascunhos que p'r'aqui tenho.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

E é isto #18


Ir para a cama, supostamente para dormir, e não me sair da cabeça o Mestre André, e o Zus Truz Truz com o Zás Trás Trás, e o Sapo, e a Machadinha, e a Bola do Manel, e o Balão do João, e o Parabéns a Você, e sei lá mais o quê.

Será que tenho mesmo de dizer sempre tudo?


Ai tenho?
Que assim seja. 

Já podia ter vindo outra.
Faz tempo.
Enfim.
..

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Aqui vai mais um dos meus infindos talentos #2


E este é para valer. É mesmo.
Se, ao outro que aqui apresentei, a maioria da malta não chegou, a este, não há como não o entender.

O meu sexto sentido.
Apuradíssimo. 

E, agora, é ver-vos todos (tantos que vós sois. adoro.) a revirar os olhos. Que é como quem diz a barafustarem interiormente porque isto do sexto sentido não é talento nenhum visto que qualquer gaja que é mesmo gaja tem essa característica.

Não sei. Não estou na cabeça - nem no corpo - das outras moças do planeta terra. Mas, daquilo que conheço do universo feminino, posso garantir-vos que há muito boa rapariga que, ou não o tem, ou então lhe passou um atestado de férias vitalícias. Que é mesmo assim e não há maneira mais subtil de dizer as coisas.

Adiante, que não estou aqui para falar das outras. Mas sim para falar de mim. (o casebre é meu, ok?)

Há quem diga que tenho o dom de ler as pessoas mal as conheço. Não de saber tudo sobre as suas vidas, atenção. Que aqui a Mam'Zelle não é bruxa nem pretende sê-lo. Diz que consigo perceber que tipo de pessoa está à minha frente. Se é de confiança ou não, por exemplo. Entre outros aspectos que não vou aqui detalhar.
Para mim, isto é sexto sentido a funcionar em pleno.

Depois, este meu sexto sentido também consegue prever o que está para vir em determinadas situações.
Ai querem um exemplo? Tão lindinhos. Então aqui vai ele:
Sou óptima a prever futuros casalinhos. 

Ainda hoje tive a confirmação disso mesmo. 
E sorri. Sorri muito. Não por ter percebido, uma vez mais, que o meu sexto sentido tinha funcionado. Até porque já estou fartinha de o saber. Sorri porque previ algo bom. Bom para duas pessoas que não andavam assim tão felizes. Algo bom para duas pessoas que, hoje, são mais felizes do que há umas semanas atrás. E, isso, é do melhor que pode haver. 
Uma pessoa poder sentir-se plenamente feliz, dando e recebendo felicidade de outra pessoa, é um luxo.
É uma bênção.
Resta aproveitá-la.

Aproveitem-na bem, sim?

De maneira que não fiquei fã


Foram muitas as vezes que passei frente à hamburgaria Maneirista. Apeteceu-me entrar a cada uma delas. Não só porque sou uma comilona de primeira apreciadora de gastronomia diversa, mas também por o exterior do restaurante ser muito apelativo. Aquelas paredes de um rosa invulgar e aqueles caracteres dourados engenhosamente distribuídos nessas mesmas paredes denunciam, a meu ver, um sentido de bom gosto apurado.
Queremos entrar. Queremos ver o que está lá dentro. Queremos provar o que têm para nos oferecer.

Acabei, numa dessas vezes, por entrar mesmo e sentar-me a uma mesa.
O espaço é pequeno. Nada contra. 
O espaço é pequeno e com muitas mesas lá dentro. Aí já começa a incomodar-me um tico.
Ir almoçar com uma única pessoa e parecer que estou com um grupo de amigos, é estranho. Mais estranho ainda - e desagradável também - quando não conheço as outras pessoas de lado algum e não tenho o mínimo interesse em conhecê-las. 

O espaço é pequeno e, a meu ver (que é como quem diz para o meu gosto e só meu, claro), muito mal decorado. O interior do restaurante nada tem a ver com o exterior. Espaço frio. Com cores pouco apelativas e uma decoração, quanto a mim, desadequada e de má qualidade.
Já cá fora, a pessoa que me acompanhou comentou comigo que parecia um espaço decorado pela Joana Vasconcelos. Não tinha pensado nisso, mas a verdade é que concordei. Tanto. Só para terem uma ideia da coisa.


Agora, vamos lá falar do mais importante. A comidinha.
Uma pessoa adapta-se ao resto se o que vier no prato (e no copo) nos deixar satisfeitos. Se assim não for, não se adapta de todo e percebe que não voltará àquele sítio. Foi esta última, a conclusão a que cheguei.

Pedi sangria. 
Nunca vi uma sangria como aquela. Se estivesse num programa do Ramsay e ele me tapasse os olhos antes de provar, diria com a maior segurança que me estava a dar coca cola. Não gosto de coca cola. Muito menos gosto de sangria gasosa com sabor a coca cola.



As batatas estavam razoáveis. O hambúrguer, no entanto, não tinha lá grande sabor.



Os molhos, esses, estavam muito saborosos. Foi o que me valeu.



Depois disto, é importante informar que devo ser uma das únicas pessoas com esta opinião a respeito da hamburgaria Maneirista.
Pesquisei na net antes de lá ir e só vi comentários espectaculares a dizer tudo do bom e do melhor.
O restaurante estava cheio, sempre com pessoas a chegarem e muitas a terem de aguardar para se poderem sentar. 
Por isso, não têm de ligar ao que eu digo. 
Só quis deixar esta minha opinião porque me apeteceu. 
E porque já não vou para nova, podendo esquecer-me deste meu parecer.
Ficando aqui registado, há uma pequena hipótese de me lembrar de vir ler este post antes de lá voltar.
Sejamos optimistas.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Eles pedem, eu obedeço #11 - Dúvidas e Certezas


Bem. Neste caso não foi bem um pedido. Foi sim uma sugestão apresentada ali.
E aqui a Mam'Zelle quis logo experimentar. Pois claro.



E não é que a moça tem toda a razão?
Maça com manteiga de amendoim. Simples e muito bom.

Obrigada, Miss Certezas. :)




nota: este post tem cinco meses (foi escrito a vinte e cinco de Junho, mais precisamente). nunca mais me lembrei dele. aqui fica. até porque toda a informação que nele consta continua a ser verdade no dia de hoje.

Conversas em tempo de crise


Ontem.
Na cozinha. 
Sentados. Ele e eu. Frente a frente. Na península que sonhei ilha mas que não passou do sonho por causa dos escassos metros quadrados que compõem o espaço.

- A que horas foste buscar a tua almofada?
- Por volta da uma e pouco, acho eu.
- Não voltes a fazer isso, está bem?
- ...

Não lhe respondi por não saber se estaria, de facto, bem.




Entre dois goles de chá. Sem nada a acompanhar. O que, por si só, já é surpreendentemente revelador.

- A verdade é que f*demos, mas as coisas continuam mal, o que é f*dido.


Não me respondeu. Não abriu mais a boca. A não ser para falar breve e desajeitadamente do tempo lá fora, depois de ter ido respirar fundo a uma das seis janelas da sala.


(quinze de Agosto de dois mil e dezasseis)

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Então e o que fizeste tu, Mam'Zelle, ao longo deste mês longe do blogue?


Malta curiosa, esta. Porra.



Tratei da Bolachita que tem estado mais dias doente em casa do que a aproveitar a escola que, por mais que ela falte, não deixo de pagar todos os meses.

Fui a uma entrevista de emprego. Já não fazia tal coisa há uns cinco anos.
Ligaram-me no dia seguinte, para marcar entrevista directamente com o empregador. A modos que devem ter gostado de mim. Não me perguntem porquê nem como. Há mistérios insondáveis mesmo. E ainda bem.
Não pude ir. 
Yep. Porque tinha a Bolachita doente em casa e ninguém que a pudesse guardar para eu me fazer à vida.


Pronto. Basicamente...

A Amélie que se cuide



quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Afinal, nem sei o que quero, sou tão gaja às vezes...


Aposto que, quando leram o post anterior, algumas partes do mesmo (todo ele, pronto*) não vos fizeram lá grande sentido.

Então, mas... esta gaja está aqui a falar de blogue privado e eu vim cá ter como sempre fiz. Não anda mesmo bem da cabecinha, coitada. E fala num post qualquer e não se vê aqui mais nada, pirou de vez a gaja, pensaram vocês.

Pois bem. Vamos por partes.


Ponto um.
Eu queria mesmo limitar os visitantes deste meu casebre. Há pessoas que não deveriam por aqui passar. Há pessoas (uma pessoa em particular, para ser mais exacta) que não deveriam poder saber, a partir de agora, o que quer que seja a meu respeito. Isso é uma verdade inquestionável. Ponto assente.

Mas, depois, percebi que tinha de mandar convites ou lá o raio à malta que gostaria de continuar a ver passar por aqui. E isso não me deixou nada confortável. Fiquei pequenina, tipo puto intimidado frente a gente crescida que desconhece. É como se estivesse a incitar essas pessoas a virem cá. Como se partisse do pressuposto que este espaço tem algum valor para elas. E eu não consigo fazer isso. A não ser à meia dúzia de pessoas (foram mais umas poucas, mas eu gosto de me manter comedida) que deu pela falta disto e teve vontade de me perguntar o que se passava via mail ou instagram. [Já agora, o meu muito obrigada a essa malta que me fez sentir menos insignificante nos últimos tempos.]  
Depois, também comecei a pensar no que senti quando certos blogues fizeram definitivamente o que eu fiz durante as últimas semanas. Pensei na malta que até pode gostar de passar por aqui para desanuviar um tico depois de um dia de merd* (obrigada Lili por me teres feito essa confidência. o certo é que, a partir de agora, já não tens desculpas para devorar cheesecakes como se não houvesse amanhã. não me querias de volta? então aguenta-te, porra.) e que, com esta minha decisão de mudar as regras do jogo, ia ficar aborrecida por não poder entrar aqui. Tal e qual como eu fiquei, quando aconteceu comigo em relação a outros blogues.

Por isso, tive de analisar os prós e os contra. 
E tendo em conta que, como disse no outro post, não gosto de perder tempo com dúvidas, lá me rendi às evidências e voltei atrás com a minha decisão.
Não estou plenamente satisfeita com a situação. Mas é o melhor que se pode arranjar. Pelo menos enquanto ainda me fizer sentido ter este blogue vivo. 
E se está vivo, é para que quem quiser possa cá vir livremente. Mesmo eu preferindo que o trânsito não fosse assim tão livre.
Não há mundos perfeitos. A blogosfera não é, seguramente, uma excepção.



Ponto dois.
Falo de um texto, no post anterior. Um texto que teria hesitado em publicar. Pois que tanto hesitei, tanto hesitei que o reverti para a caixa de rascunhos. Tau! Não se fala mais nisso. Pelo menos por agora. Para além desse, foram mais três os textos que escrevi e publiquei neste mês e pouco de pausa blogueira. Acabei por revertê-los também para os rascunhos. Foram fazer companhia aos outros cento e oitenta e quatro que já lá estavam. 

Cheguei a pensar em não publicar o que vem antes deste. E, assim, este também não precisava de ter sido escrito. Mas, depois, percebi que seria mais um para acrescentar aos outros que se encontram em stand by (aquilo um dia rebenta de tão cheio), ou teria de o deitar ao lixo. E eu não gosto de deitar fora o que me deu algum trabalho a fazer, por mais pequeno que esse trabalho tenha sido.





Pronto.
Era só isto.
Estranho? Confuso?
Nada mais natural. Ando estranha e confusa mesmo. Coisas da vida.
O certo é que, em princípio e a partir de agora, as coisas voltam a ser o que eram antes. 
Ou então não.
Logo se vê.
Ou seja, quem quiser que esteja cá para ver.





* a não ser a parte dos posts parvos, inusitados e patéticos. confessem lá, vá.