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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Juin rime avec... #2

MATINS





As manhãs de Junho foram as melhores do ano, até agora.

Foi quando o calor, efectivamente, se instalou.

As hortênsias do jardim, alegraram a casa.

Foram leves e saborosas, as manhãs de Junho.


Não se pode dizer o mesmo destes primeiros quinze dias de Julho.

Mas nada de poluir esta publicação com palavras pesadas.


Que venham mais manhãs de Junho, pelo resto do ano fora. 

sexta-feira, 6 de março de 2020

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Esclarecimentos necessários para o bem comum #28


As pessoas que por aqui passam há mais tempo devem lembrar-se, com toda a certeza, dos inúmeros posts que fiz onde metia comida.
Foram para lá de muitos. É um facto. Facto também é que eu adoro comer. Por isso, não me parece que houvesse muito que estranhar.
O certo é que esses posts foram, aos poucos, ficando mais raros. Quase inexistentes. E, aí sim, a malta estranhou.
Por isso mesmo, sinto-me na obrigação de dar aqui uma achegazinha sobre o assunto. Ya, vão ter mesmo de levar com ela. É rapidinho.

Eu não deixei de mostrar comida por aqui de um dia para o outro. Também não o fiz de forma consciente. Não acordei, um airoso dia, super fresca e bem disposta [como sempre], com essa resolução bem definida na minha cabeça. Até porque não sou dada a resoluções. Foi acontecendo. Não faço ideia, ao certo, porquê. Porque deixei de postar neste casebre com tanta regularidade? Porque, quando postava, havia outros assuntos que me apetecia mais desenvolver? Sei lá eu. Deve-se, acredito, a uma conjugação de factores. A verdade é que me foram alertando para isso. Porque, eu, de facto, não me fui apercebendo deste desaparecimento gradual. Natural.
Agora, o que sei, seguramente, é que nada mudou na vida real a esse nível, apesar desta alteração no conteúdo do blogue.


Continuo a gostar imenso de comer. Continuo a comer muito. Tudo aquilo que me apetece. Quando me apetece.
Ou seja. O deixar de ter por cá comida não tem a ver com uma mudança nos meus hábitos alimentares.
Não ando a fazer regimes.
Não tenho uma alimentação mais cuidada ou saudável do que aquela que sempre tive e que continuo a ter.
Não aderi àquela moda dos sumos detox nem tão-pouco àqueles pratos de comidinhas fashion onde cabem três sementes, dois bagos de arroz e meia folha de alface. 
Não há cá carências, nem vontades por satisfazer. [a brutidão é de origem, maltinha. está nos genes. esqueçam lá isso. nada a ver.]
E só espero que o meu organismo, a minha saúde e os meus apetites me deixem desfrutar, desta forma, de manjares gostosos por longos e bons anos. [ei. calminha, ó mentes perversas. menos, sim?]

Simples e resumidamente, tem me apetecido postar outras coisas.
Só isso.
Pronto. 
Está dito.





nota: repararam bem na cara da Bolachita*? Quem sai aos seus...


[* sim, sim, ela também aparece menos por aqui. continua, no entanto, a ser minha filha. juro. em calhando, dá outro post, só para deixar a maltinha descansada.] 

segunda-feira, 25 de março de 2019

Porque qualquer desculpa é boa para comer bolo de chocolate




mesmo que seja feito por mim...




nota: post a hibernar nos rascunhos há quase um ano. porém sempre actual, na parte de não precisar de motivo algum para comer bolo de chocolate. agora, na parte de ser eu a fazer, já é outra história... se não me engano, não voltei a fazer nenhum depois deste.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Eles pedem, eu obedeço #14 - Anouska

Quando viu aquele post, a Anouska pediu as fotos das sobremesas. Já lá vai algum tempo, é certo. Mas, como toda a gente sabe, mais vale tarde do que nunca. Por isso mesmo, aqui ficam algumas das delícias que devorei quando estive na Tailândia. [saudades...]










nota: e, sim, as fotos são minhas. não tive foi pachorra para colocar o Mam'Zelle em todas elas.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Miam! Miam #12


sandes de brioche com geleia de groselha e manteiga de amendoim




p.s. estava há mais de ano e meio nos rascunhos, este post. ir lá buscá-lo deu para perceber que não como manteiga de amendoim há algum tempo. demasiado tempo.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

A parte boa da coisa


é que aniversário rima forçosamente com bolo.



E uma pessoa tem uma óptima desculpa razão para comer à vontade, sem parecer uma gulosa inveterada.





[Conclusão sábia: que se lixe o passar dos anos, eu gosto mesmo é de comer.]

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Das coisas simples #9


pão de milho e sementes de girassol * queijo Brie * tomate * cornichons



nota: já não como deste pão faz tempo. a modos que acabei por enjoar. mas~, um dia destes, volto a experimentar.

quarta-feira, 22 de março de 2017

O Mac que se cuide #5








nota: este post também se poderia chamar "Vamos lá continuar a esvaziar a caixa de rascunhos".

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Sabem, aquela comidinha boa que é mesmo mesmo boa, de comer e chorar por mais?


Não precisa ser muito rebuscada.
Nem ter horas e mais horas de preparação.
Nem ficar a cozinhar tempos infinitos.


Um dos meus exemplos favoritos disso mesmo: abacate, esmagado e regado com azeite, espalhado generosamente em bolo do caco para acompanhar um belo de um camarão. Et voilà!

temos de voltar a fazer este fim-de-semana. tem de ser. estou a guardar o abacate. a tentar mimá-lo para que fique mesmo no ponto, lá para sábado.

nota: o champanhe também diz bem. é um facto. mas é, quanto a mim, absolutamente facultativo.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Afinal, quando não se tem nenhum doce à mão, mais vale comer uma torrada com manteiga



É a conclusão a que cheguei, depois de ter feito dois mug cakes.

Eu bem que tinha resistido à tentação de fazer tal coisa. Resisti anos. Que esta mania, de se fazerem bolos numa chávena que vai ao micro-ondas uns minutos, já não é de agora.
Mas, um belo dia, sem nada de jeito para o lanche a não ser bolachas de todas as formas e feitios [tenho sempre os armários cheios de bolachas. é algo que não pode faltar.], lá me lembrei de tentar aquela modernice. Uma pessoa não quer ir desta para melhor ignorante em certos assuntos. E este, no fundo, poderia ser um deles. Pensava eu antes de meter as mãos na massa.

Deixando-me de conversas, só tenho a dizer que nunca mais, em tempo algum, volto a fazer tal porcaria coisa.
Não presta para nada. Ponto.
E quem disser o contrário está a mentir com todos os dentes que tem na boca. Ou então ainda não sabe o que é bom. O que, convenhamos, seria uma pena.




nota: este post estava há mais de seis meses nos rascunhos. no entanto, a minha opinião acerca deste assunto mantém-se. Vivinha da silva.

sábado, 24 de dezembro de 2016

E é isto #21 (especial natal. ho ho ho.)


Pela primeira vez, em trinta e oito anos de vida, estou sozinha neste dia.
E não, isto não é um post que escrevi há tempos, que ficou nos rascunho e que, por engano, publico hoje. Estou a escrevê-lo agora mesmo. Dia vinte e cinco de Dezembro do memorável ano de dois mil e dezasseis. São vinte horas. Diz que é véspera de natal. Que é o mesmo que dizer, dia de reunião de família à volta de uma mesa farta e alegre.


Pois bem.
O meu pai ligou-me com uma dúzia de dias de antecedência. Questionou-me sobre o assunto Consoada. Descartei-me.
O pai da Bolachita surpreendeu-me com uma proposta aliciante mas não aceitável. Coloquei-o no seu devido lugar.

E fico-me por aqui que não quero falar mais no assunto. Ainda não me vi livre da maldita constipação e, por conseguinte, ainda estou mais rabugenta e sem paciência para nada do que de costume.

Vou ali encertar um bolo rei que me preenche a mesa. Foi oferecido há quase quinze dias. Deve estar mesmo mesmo no ponto. O certo é que podia ter seis meses ou mais. Já que a maldita constipação me roubou o paladar e, devolvê-lo que é bom, 'tá quieto. Os dentes, esses, ainda preenchem a sua função. Sorte a minha. (esta dos dentes foi só para explicar que, mesmo um bolo duro de seis meses, não me meteria medo. nem a mim, nem aos meus dentes.)




Consoada feliz e animada à malta toda que por aqui passa.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Só não se me humedeceram os globos oculares porque o meu estatuto de gaja bruta, ruim e insensível não me permite #2


Não cheguei a descer (ainda).
Mas houve quem subisse.
Há pouco, aquela senhora-que-fez-noventa-anos-no-sábado-passado, bateu-me ao vidro da porta das traseiras que se encontra na cozinha. Tinha acabado de pôr a minha caldeirada, cuidadosamente confeccionada por mim, no prato. E devo ter dito um palavrão qualquer em francês. A senhora não tinha escolhido a melhor hora para vir ter comigo - foi este o pensamento que ditou o dito palavrão.
Lá larguei o prato em cima da banca e fui abrir.
Trazia-me isto:

Diz que foi feito pela nora e que quis partilhar comigo.
Ao perceber que estava para lá de doente - muito para lá mesmo, a malta é que nem imagina - ainda me foi buscar a roupa que tinha lá fora estendida.
- Já está seca, disse-me, antes de me desejar, uma vez mais, as rápidas melhoras.






nota: ainda bem que não tinha lavado nenhuma cuequita-fio-dental desta vez. Caso contrário, sentir-me-ia muito mal, neste momento.

Oh la la! #2




(daqui)



nota: mais vale uma bela fatia de bolo rei ou umas tostas de  foie gras com figos semi-secos (diz-se pois).

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

E quando se gosta? Volta-se.


Já expliquei AQUI que fui à Casa das Caldeiras, depois de ter ido à Hamburgaria Maneirista.
Já disse que gostei muito, tal e qual como da primeira vez que lá tinha ido.

Pois, agora, acrescento que tive de lá voltar logo na semana a seguir. Só para ter a certeza que aquilo é mesmo bom. E, efectivamente, deu para confirmar o veredicto anterior.


A chatice é mesmo quando acaba. Eu sou daquelas que fica tristinha a olhar para o prato vazio.




Para me animar, fiz aquilo que melhor sei fazer. Dar azo à palhacita que há em mim.
(devo confessar que, desta vez, fui fortemente incitada a isso. as verdades têm de ser ditas e ponto final.)



E o certo é que estava lá uma moça sozinha - a tomar um chá, se não me engano - que virou minha fã. É verdade. A rapariga riu muito. 
Primeiro, um pouco contida. Devia ser tímida. 
Depois, quando a fiz entrar na brincadeira e lhe pedi, por gestos, para ficar de vigia a ver se vinha alguém do staff do restaurante, aceitou entrar na brincadeira e riu-se à vontade. Comigo. Não de mim. Pois claro está.






nota: juro que não tenho qualquer tipo de patrocínio ou parceria com a Casa das Caldeiras. O que é uma pena, diga-se de passagem. Com a publicidade que lhe venho fazendo por aqui, bem que me podia oferecer um almoço ou um jantar. Digam lá se a Mam'Zelle não merecia?

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

A modos que continuo fã


Depois daquela desilusão na Hamburgaria Maneirista, fiquei tristinha. Sou daquelas pessoas que, por gostar tanto de comer, não suporta comer mal. E, quando isso infelizmente acontece, tenho de remediar a situação o quanto antes. 

Assim sendo, lembrei-me da Casa das Caldeiras, outra hamburgueria de que já falei AQUI e onde não tinha voltado desde então. Lembrava-me que tinha gostado e, por isso, decidi lá voltar para esquecer a situação anterior e confirmar a minha primeira impressão.



O fino sabia a fino.





O hambúrguer estava muito bom. As batatas, uma delícia.





E eu voltei a ficar feliz da vida.


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

De maneira que não fiquei fã


Foram muitas as vezes que passei frente à hamburgaria Maneirista. Apeteceu-me entrar a cada uma delas. Não só porque sou uma comilona de primeira apreciadora de gastronomia diversa, mas também por o exterior do restaurante ser muito apelativo. Aquelas paredes de um rosa invulgar e aqueles caracteres dourados engenhosamente distribuídos nessas mesmas paredes denunciam, a meu ver, um sentido de bom gosto apurado.
Queremos entrar. Queremos ver o que está lá dentro. Queremos provar o que têm para nos oferecer.

Acabei, numa dessas vezes, por entrar mesmo e sentar-me a uma mesa.
O espaço é pequeno. Nada contra. 
O espaço é pequeno e com muitas mesas lá dentro. Aí já começa a incomodar-me um tico.
Ir almoçar com uma única pessoa e parecer que estou com um grupo de amigos, é estranho. Mais estranho ainda - e desagradável também - quando não conheço as outras pessoas de lado algum e não tenho o mínimo interesse em conhecê-las. 

O espaço é pequeno e, a meu ver (que é como quem diz para o meu gosto e só meu, claro), muito mal decorado. O interior do restaurante nada tem a ver com o exterior. Espaço frio. Com cores pouco apelativas e uma decoração, quanto a mim, desadequada e de má qualidade.
Já cá fora, a pessoa que me acompanhou comentou comigo que parecia um espaço decorado pela Joana Vasconcelos. Não tinha pensado nisso, mas a verdade é que concordei. Tanto. Só para terem uma ideia da coisa.


Agora, vamos lá falar do mais importante. A comidinha.
Uma pessoa adapta-se ao resto se o que vier no prato (e no copo) nos deixar satisfeitos. Se assim não for, não se adapta de todo e percebe que não voltará àquele sítio. Foi esta última, a conclusão a que cheguei.

Pedi sangria. 
Nunca vi uma sangria como aquela. Se estivesse num programa do Ramsay e ele me tapasse os olhos antes de provar, diria com a maior segurança que me estava a dar coca cola. Não gosto de coca cola. Muito menos gosto de sangria gasosa com sabor a coca cola.



As batatas estavam razoáveis. O hambúrguer, no entanto, não tinha lá grande sabor.



Os molhos, esses, estavam muito saborosos. Foi o que me valeu.



Depois disto, é importante informar que devo ser uma das únicas pessoas com esta opinião a respeito da hamburgaria Maneirista.
Pesquisei na net antes de lá ir e só vi comentários espectaculares a dizer tudo do bom e do melhor.
O restaurante estava cheio, sempre com pessoas a chegarem e muitas a terem de aguardar para se poderem sentar. 
Por isso, não têm de ligar ao que eu digo. 
Só quis deixar esta minha opinião porque me apeteceu. 
E porque já não vou para nova, podendo esquecer-me deste meu parecer.
Ficando aqui registado, há uma pequena hipótese de me lembrar de vir ler este post antes de lá voltar.
Sejamos optimistas.