segunda-feira, 29 de maio de 2017

London rocks! #1 [aller-retour]





Afinal, voltei mesmo.
Já lá vão mais de quinze dias.
O tempo passa num instante.
No entanto, quando relembro esta viagem, parece que as recordações já são longínquas.
A vida é estranha.
A mente humana muito mais.




Gostei de Londres. 
A verdade é que gosto muito de viajar.
Conhecer. Descobrir. Seja lá que sítio for.
Aquela primeira sensação de vazio imenso e, ao mesmo tempo, de imensa satisfacção, quando chegamos a um lugar desconhecido.
Viajar é viver, sem dúvida alguma.






Aproveito para agradecer à malta que me deixou aqui as suas dicas sobre Londres. Ajudou bastante para me sentir menos perdida e para, desde o início, ter alguns focos definidos.
Tirei muitas fotos. Muitas mesmo. Vou deixando algumas por aqui. Mas, para a malta que estiver interessada, a maioria delas está por ali.

Uma vez mais, obrigada.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Então... e eu?


Sou como os putos. Vejo uma coisa e também quero. Nada a fazer.


Fui, há bocadito, ao blogue do Manel. E vi lá isto. E, curiosidade de miúda, tive de clicar nos links que ele lá tinha.
Não percebi nada daquilo. Verdade seja dita. 
Só constatei que os membros da seita-dos-bloggers-amigos-e-com-pinta estavam a fazer a sua versão de uma suposta obra de arte, de seu nome A Senhora dos Papagaios.

E eu, apesar de ser uma blogger-excluída [porque de pinta não tenho nada e amigos muito menos], também quis entrar na brincadeira corrida ao prémio.
Esta cena dá direito a prémio, não dá?
Espero bem que sim. 
É que eu não estive a gastar todas as minhas folhas de cor e a recortar e a colar aquelas cenas todas para, afinal de contas, não ganhar nada. Era o que faltava.

Bem, chega de converseta fiada.
Aqui fica o meu contributo. A minha participação. Ou lá o que lhe queiram chamar.





Consta que o original é este.

E a irmandade-blogueira já deu à luz mais estes:
aqui, aqui e aqui e ainda mais aqui e continua aqui e por aqui.
Para além da versão do Manel que já referi ali em cima.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

quarta-feira, 26 de abril de 2017

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Diz que pela boca morre o peixe


Ora bem. 
Sempre achei uma fantochada de todo o tamanho aqueles posts a informarem o pessoal, com dias ou semanas de atraso, do aniversário de um determinado blogue.
Ai e tal, passou-me completamente ao lado.
Ai e tal, ando tão atarefado/a que quase nem tenho tempo para respirar.
Ai e tal, a minha vida é tão acelerada e preenchida que nem dei pelo dia chegar.

Para mim, eram tudo balelas. 
O blogger em questão não se esqueceu coisíssima nenhuma que o seu menino acabara de completar mais um ano de vida. Lembrava-se sim e muito bem. Agora, o certo é que é sempre bom mostrar um tico de distanciamento em relação a estas coisas. Confere um certo estatuto à pessoa dar a entender que tem coisas muito mais empolgantes para fazer do que se lembrar deste tipo de datas.

Eu nunca me esqueci.
Pensava nisso com, no mínimo, uma semanita de antecedência para criar um post diferente. Um post bonito. Um post comemorativo. E no dia em questão, sem qualquer tipo de atrasos, lá publicava o dito post.
Foi assim durante quatro anos.

Este ano, falhei. 
E tenho de engolir em seco.
Afinal, dá para esquecer mesmo.
Eu esqueci.

E não é por andar demasiado atarefada.
Não é por ter uma vida acelerada. Muito menos por ter uma vida preenchida. [ando insatisfeita, sim. mas, isso, já devem ter percebido os mais atentos.]
A verdade é que me passou completamente ao lado. Mesmo.
E porquê? Porque este blogue já não é o que era. Eu já não sou o que era. Tão somente isto.
E, pensando bem, talvez gostasse mais da Mam'Zelle daquela altura. Da Mam'Zelle que, ao longo de quatro anos, não deixou passar o dia dois de Abril em branco.

Parabéns, casebre, por estes teus cinco anos de existência. Apesar de tudo, ainda gosto bem de ti.