segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Esclarecimentos necessários para o bem comum #28


As pessoas que por aqui passam há mais tempo devem lembrar-se, com toda a certeza, dos inúmeros posts que fiz onde metia comida.
Foram para lá de muitos. É um facto. Facto também é que eu adoro comer. Por isso, não me parece que houvesse muito que estranhar.
O certo é que esses posts foram, aos poucos, ficando mais raros. Quase inexistentes. E, aí sim, a malta estranhou.
Por isso mesmo, sinto-me na obrigação de dar aqui uma achegazinha sobre o assunto. Ya, vão ter mesmo de levar com ela. É rapidinho.

Eu não deixei de mostrar comida por aqui de um dia para o outro. Também não o fiz de forma consciente. Não acordei, um airoso dia, super fresca e bem disposta [como sempre], com essa resolução bem definida na minha cabeça. Até porque não sou dada a resoluções. Foi acontecendo. Não faço ideia, ao certo, porquê. Porque deixei de postar neste casebre com tanta regularidade? Porque, quando postava, havia outros assuntos que me apetecia mais desenvolver? Sei lá eu. Deve-se, acredito, a uma conjugação de factores. A verdade é que me foram alertando para isso. Porque, eu, de facto, não me fui apercebendo deste desaparecimento gradual. Natural.
Agora, o que sei, seguramente, é que nada mudou na vida real a esse nível, apesar desta alteração no conteúdo do blogue.


Continuo a gostar imenso de comer. Continuo a comer muito. Tudo aquilo que me apetece. Quando me apetece.
Ou seja. O deixar de ter por cá comida não tem a ver com uma mudança nos meus hábitos alimentares.
Não ando a fazer regimes.
Não tenho uma alimentação mais cuidada ou saudável do que aquela que sempre tive e que continuo a ter.
Não aderi àquela moda dos sumos detox nem tão-pouco àqueles pratos de comidinhas fashion onde cabem três sementes, dois bagos de arroz e meia folha de alface. 
Não há cá carências, nem vontades por satisfazer. [a brutidão é de origem, maltinha. está nos genes. esqueçam lá isso. nada a ver.]
E só espero que o meu organismo, a minha saúde e os meus apetites me deixem desfrutar, desta forma, de manjares gostosos por longos e bons anos. [ei. calminha, ó mentes perversas. menos, sim?]

Simples e resumidamente, tem me apetecido postar outras coisas.
Só isso.
Pronto. 
Está dito.





nota: repararam bem na cara da Bolachita*? Quem sai aos seus...


[* sim, sim, ela também aparece menos por aqui. continua, no entanto, a ser minha filha. juro. em calhando, dá outro post, só para deixar a maltinha descansada.] 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Acaba Criando Dependência Contagiosa



Amor Cúmplice Despudor Candente






 Ardo Contigo Depois Cochilo






Antes Cala Depois Consente 







Anda Comigo Dançar Chachacá







E lanço mais uma que não sou de me ficar,

 Abaixo às Cenas Desprovidas de Conteúdo.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Isto é uma conspiração? Um complot? Um conluio? É? É? É?


Ou é pura e simplesmente censura. Daquela porca, vergonhosa.


Então é assim, maltinha.
Caso não tenham dado conta, passo a informar que, ontem, pelo meio da minha agitada manhã, publiquei uma cena neste humilde casebre. Até aqui, nada de muito estranho, portanto. 
Ora, quando isso acontece, aproveito para responder aos comentários que, generosamente, me deixam em posts anteriormente publicados. Caso os haja. Lógico. Sucede que, de há uns dias para cá, eles existem, os vossos muito-bem-vindos comentários. Aproveito, assim e desde já, para agradecer à malta que ficou sensibilizada com aquela minha choradeira pegada - e encapuçada, que uma pessoa tem de ter uma pontinha de dignidade - para tentar incentivar a malta que vem cuscar a, já que aqui está, comentar também.
Retomemos, sem tardar, o meu radiante raciocínio. Dizia, então, que, quando venho publicar, aproveito para responder aos comentários. Foi, portanto, o que tentei fazer ontem. Isso mesmo. Leram bem. Tentei. E não. Não consegui.

Vejam o que me aparecia, sempre que tentava publicar a minha resposta a um comentário:


Aviso já que não desisti à primeira. Não, não, não. Nem à segunda. Acreditem em mim. O certo é que, nada feito. Tive de sair daqui com trabalho por fazer. Uma vergonha. Digo-vos.
Como seria de prever, tendo em conta as tristes circunstâncias, a noite foi agitada. Mal dormida. Mal aproveitada. Mal tudo.
E, Reparem, nem era para cá vir hoje. Tive de inventar um tempinho extra na minha supra lotada agenda para aqui voltar. Tentar comentar. De novo. E... levar com mais uma nega. E olhem que não estou habituada a negas, minha gente. Não estou não. De todo. Essa é que é essa.

Mas o que será isto, afinal? Alguém me sabe explicar?
Ai querias comentários? Ai conseguiste obtê-los? Espera lá que não vais conseguir responder à malta catita que perdeu tempo contigo. Tu, que acreditas ter sempre resposta para tudo e mais um par de botas? Vais ficar caladinha; que é para aprenderes. Toma lá censura descarada. Toma lá frustração. E não te queixes. Era agora o que faltava. Que não passas fome. Nem tens de patrocinar sumos detox da moda que sabem a erva-em-terra-molhada. Essa mesma que as vacas adoram. É aguentares. Azarinho. [antes de continuar a ler, é favor bater na madeira. obrigada.]

Pronto. Era basicamente só isto. Achei por bem avisar a malta.
Que este ínfimo percalço não seja desculpa - disfarçada de motivo - para deixarem de usar os vossos bonitos e esguios dedinhos em comentários, sempre que acharem oportuno ou, então, só porque vos deu vontade. Que isto há de voltar à sua normalidade. Certo?
E, mais dia menos dia, vão ter o belo prazer - ou gosto, vá, para a malta mais picuinhas - de receber uma resposta minha. Sortudos.

Elle est pas belle la vie?!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Porque não tinha nenhum cai-cai que não estivesse no cesto da roupa suja #2





nota: o #1 foi publicado há mais de três anos. mas existe. juro.
nota 2: não vale dizer que não se perdia nada se se tivesse ficado por aí, no #1. piada demasiado óbvia. originalidade na maldade, malta.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Se tivesse um, ficaria derretidinho, o meu coração. #2

- Mamã, eu queria dormir na tua cama...

- Mas não faz sentido, meu amor lindo. A tua cama é muito mais fixe e confortável. E o teu quarto é muito mais giro. Com os teus bonecos, as tuas fotos, os teus brinquedos.

- Mas sabes por que é que eu prefiro o teu quarto, mamã? Porque estás lá tu.



E parece-me que está tudo dito. :)


[trinta de Novembro de dois mil e dezanove]

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

E a escolha foi paraaaaaaaaaaaa...



o primeiro vestido.


E, como podem ver, dá perfeitamente para usar no inverno.
Ou seja, vou poder vesti-lo o ano inteiro.
E poupar.
Que é isso mesmo que está a dar.

Oh yeah.




Obrigada à malta que comentou, incluindo aquela que não deu a sua opinião, mas que marcou presença, à sua maneira. Até porque, digam o que disseram, o que importa nesta vida são os números...