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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Hibernação

O verão já se foi.
[A bem da verdade, este ano, quase nem dei por ele.]
Chegou o frio indesejado.
O temporal.
Miss Leslie levou-me parte do telhado.
Não acho normal.
Por razões de coerência, também deixei de achar normal a malta entrar aqui e dar de caras com aquela profusão de cores exóticas.
Urgia que a bota voltasse a bater com a perdigota. A mudança de cabeçalho tornou-se, portanto, inevitável.

E não nos podemos ficar pelo tempo lá fora para justificar tal mudança. Há coisas que têm de ser ditas. E a verdade é que nem só o tempo anda murchito. Este casebre também. Temos de nos render às evidências. Anda com as baterias em baixo. Não tenho tido pachorra para ele. Pronto.

Por isso mesmo,
adormecido,
letárgico,
é assim que vai ficar o Miúda nos próximos tempos.
Daí, também, a mudança de cabeçalho. E se é para hibernar, que seja numa cama confortável. E o certo é que não há nenhuma melhor do que a minha. Deixem-se de procurar.



Falta menos de uma semana para voltar ao continente asiático, em mais uma viagem. Um dia, talvez, passe por cá mostrar umas fotos e deixar a malta com uma inveja danada.

Até lá, façam muitas asneiras.
Daquelas mesmo boas.  
Daquelas que não deixam margem para arrependimentos, 
por mais loucas que sejam.

Darei o meu melhor para fazer o mesmo.



Até já.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Eles pedem, eu obedeço #14 - Anouska

Quando viu aquele post, a Anouska pediu as fotos das sobremesas. Já lá vai algum tempo, é certo. Mas, como toda a gente sabe, mais vale tarde do que nunca. Por isso mesmo, aqui ficam algumas das delícias que devorei quando estive na Tailândia. [saudades...]










nota: e, sim, as fotos são minhas. não tive foi pachorra para colocar o Mam'Zelle em todas elas.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Porque, ao que parece, já é verão


e porque, sempre que vejo aquele header deslavado ali em cima, ouço uma vozinha interior que clama por cor.


Adieu,





Sois le bienvenu,



sexta-feira, 8 de junho de 2018

Que tal esclarecerem-me, hein? #16


Curiosa qb, fui ver qual o meu post mais lido de sempre.
Para ser sincera, não foi curiosidade à toa, assim do nada, que até me considero uma gaja muito pouco dada à curiosidade gratuita. [Mas o que é isso da curiosidade gratuita, interessantíssima Mam'Zelle? - um dia explico. hoje não dá.] Tinha um propósito, essa busca. Essa procura foi intencional. Agora, fiquei foi surpreendida com o resultado dessa pesquisa.

O meu post mais visto de sempre é este aqui: A prova provada que ainda não desapareci



Ora, não consigo perceber porquê.
Não faço referência a nenhum blogue de sucesso.
Não falo de nenhuma figura pública de renome.
Estranho.
Só se for por causa daquela marca de roupa que menciono.

Será que alguma alminha tem uma outra teoria pertinente sobre o assunto?
Digam lá qualquer coisa, vá. Isso das caixas de comentários vazias é uma coisa tão triste de se ver.




nota: agora, já está quase a chegar às trinta e sete mil visualizações. é que este post foi escrito há nove meses atrás. yep, estava em banho maria, nos rascunhos, como continuam a estar outros cento e sessenta. o certo é que a dúvida mantém-se.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Esclarecimentos necessários para o bem comum #26 ou Eu sou assim E assado


Informaram-me - de forma extremamente elegante, atenção - que este meu casebre já não é o que era.
Indo directa ao assunto, contrariando propositadamente os rodeios infinitos usados por quem me chamou à atenção, a Mam'Zelle já não é a mesma. Ou seja, euzinha, que agora vos escrevo, deixei de ser o que, outrora, fui.
Pois bem. Depois de umas míseras fracções de segundo em que fiquei estupefacta e preocupadíssima com esta minha condição de fraude humana, retomei a compostura e pus-me a pensar no assunto. Relevante, não haja dúvida.

Ao que parece, a antiga Mam'Zelle (sim, eu) era muito mais divertida. Muito mais criativa. Muito mais engraçada. Ou seja, pelos vistos, deixei-me de ser a palhacita que sempre fui e que sempre reivindiquei ser.
Ao que parece, a nova (enfim, a mais recente, que de nova já tenho pouco) Mam'Zelle é muito mais sedutora, muito mais ousada, muito mais virada para a sensualidade. Muito mais hot.

Ora vamos lá ver se nos entendemos. Eu nunca fui menina de coro, nem freira de convento, nem nada que se pareça. Também não sou nenhuma depravada, nem tarada sexual (quoi que...).
Sou a mesma Mam'Zelle que criou, sem perceber muito bem como, este Miúda há seis anos atrás, só que com mais meia dúzia de anos em cima (óbvio). Não sou, no entanto, menos palhacita por causa disso. Também não passei a ser mais... nem sei bem como qualificar a outra parte devidamente ou sem correr o risco de cair na vulgaridade. 
É possível que, de há uns tempos para cá, tenha publicado mais textos/fotos que possam ser vistos/qualificados de "sensuais", mas, temos de convir, este adjectivo deve ser usado com muitas muuuuuuuuitas aspas. Posso não dedicar tanto tempo de antena à minha parvoíce. Até porque é um direito que me assiste. E, verdade seja dita, já a exploro de sobra na minha vida real. Mas estas duas facetas da Mam'Zelle sempre existiram. Enfim, uma delas, só depois da idade adulta, como é natural. Podia era, no início, sentir-me mais inibida para postar certas coisas. Não vou negar, de facto, que me estou cada vez mais nas tintas para a ideia que possa vir a transmitir da minha pessoa. Mesmo nunca me tendo importado muito com isso.

Para resumir e concluir, no fundo, sou igual. Igualzinha. E, a meu ver, este espaço não está assim tão diferente. Pronto. E assunto encerrado.
Encerrado da minha parte. Porque, como é óbvio, a malta pode - e deve - pronunciar-se sobre o assunto, se assim o desejar.




nota: as palavras que estão em itálico não são minhas, foram descaradamente transcritas do mail que me enviaram e que está na origem deste post.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Meia dúzia, de tempo


Pois é, maltinha. O blogue fez seis anos na segunda-feira.
Para não deixar passar a data em branco, resolvi basear-me no primeiro header que criei - aquele que apareceu na blogosfera no dia 2 de Abril de 2012 e do qual, cá para mim, já ninguém se lembra - e fazer uma nova versão do mesmo. Ficou um pouco deslavado para o meu gosto, confesso. Mas o entusiasmo já não é o que era. Por isso, é dar-me um certo desconto. E pronto.

Digam, portanto, adeus ao antigo menino:




E dêem as boas-vindas ao recém-nascido:

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

O mail que vira post #3 ou Porque foi neste mês - que está prestes a terminar - que descobri que ia ser mãe

Quase noutra vida*, um blogger que gostaria de ser pai mas que, desencantado com as relações amorosas, sentia que nunca o viria a ser, fez-me, numa troca de emails, a seguinte pergunta:

Podes contar-me como/porquê é que decidiste tornar-te mãe?                  
 

E, eu, na altura, respondi:

Bem. Boa pergunta. Penso que, como a maioria das mulheres, chegou um momento em que senti essa vontade de ser mãe. Nunca fui de sonhar em casar e ter filhos desde pequena, contrariamente à minha irmã por exemplo que, desde muito cedo, tinha esses sonhos bem presentes. Mas, depois dos trinta, comecei a ter essa vontade. Não posso explicar o porquê. Lá está, é algo que se sente dentro de nós. Uma vontade de ter alguém que se ame incondicionalmente. Uma percepção mais ou menos nítida de que temos capacidades para criar/educar um pequeno ser que se irá transformar num homem ou numa mulher com valores que também são os nossos. Uma vontade de guiar e acompanhar o crescimento/desenvolvimento de alguém que, de certo modo, faz parte de nós mesmo não sendo nosso (no sentido de posse).
E houve um momento em que tive plena noção de que tinha de acontecer. Percebi que tudo o que tinha passado nos últimos anos tinha um propósito: ter um/a filho/a.



Pronto. Por hoje, é mesmo só isto.



* é que esse mesmo blogger já encontrou a mulher da sua vida, através da blogosfera, já casaram e já têm um filho. Ou seja, tout est bien qui finit bien, como se diz lá por França.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Cenas que têm o condão de me desassossegar sobremaneira #1


Homens (não uso o termo gajos para não ferir susceptibilidades. pois já estou farta de constatar que este espécimen é deveras susceptível) que te dizem "Tudo bem. Entendi." - ou "Ok... Got it." para os mais cosmopolitas - quando sabes perfeitamente que, na verdade, não perceberam nada de nada. 
Nada mesmo. 
De nada mesmo.










Longo suspiro de desolação.
[E, sim, preferia, de longe, que fosse outro tipo de suspiro. Se é que me entendem...]

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Ajudem aqui a Mam'Zelle, sff.

Precisava que me indicassem bons tatuadores. 
Daqueles mesmo irrepreensíveis. 
A todos os níveis. 
Top na higiene. 
Top na segurança.
Top no traço. 
Top no bom gosto. 
Top na confiança. 
Top na acessibilidade. 

Basicamente, o top do top. 


Vá, toca a ajudar.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Fait divers [insignificante de tão oco - depois não digam que não avisei]


Ora bem, parece que o Carlos Costa escolheu, para a sua passagem de ano, um modelito igual ao que comprei, justamente por altura de fim de ano, mas do ano passado.
A verdade é que não usei o dito outfit para o Réveillon 2016/1017. Não, não, não. Aproveitei-o, no entanto, para fazer o cabeçalho ali em cima. [sim, o header tem quase um ano, como podem comprovar aqui, e não estou a pensar alterá-lo tão cedo. engraçado, eu, a recordista nacional de cabeçalhos, a manter um deles por tanto tempo. já não sou o que era, essa é que é essa. a preguiça, o desencanto, a idade e essas coisas todas muito interessantes. enfim.]

Pronto, era mesmo só isto. 
Uma coisita sem importância alguma. 
Quis, mesmo assim, partilhá-la. 
Com a malta. 


Agora, ai de quem venha para aqui dizer que aquele macacão preto, todo ele salpicado a brilhantes dourados, fica melhor ao Carlitos do que a mim.
É que não respondo por mim.
E olhem que já não mordo há algum tempo.
Sou bem capaz de querer matar saudades...

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Private Joke Blogosférica #21



Podias ter escolhido uma qualquer outra heroína, princesa, ou lá o raio.
Mas, não. Não resististe à vontade de ser malvado comigo.
Tiveste de citar aquela que ostenta um enorme cabelão.
Aquela que tem cabeleira para dar e vender.
Quiseste armar-te em vilão
e deixar-me aqui a remoer.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Eles pedem, eu obedeço #13 - Paulo Luis


Decerto já fartinho de tantas fotos das paisagens da Tailândia, o Paulo Luis pediu-me, num comentário, se não lhe podia mostrar um prato de comida tailandesa. 
E eu, que praticamente só vivo para alegrar a malta que por aqui passa, não podia recusar tal pedido.

Por isso mesmo, aqui fica, não um, mas uma catrefada de pratos que comi por lá, assim como uma foto onde se pode ver a comida que se vende na rua.



Entradas:




Pratos principais:




Comida de rua.



Se também estiverem interessados em ver sobremesas, é só dizer.