quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Hell yeah!! #75





[pelo menos é o que me apetece, desde o fim-de-semana passado. e esta vontade tem tendência a intensificar-se, com o aproximar do próximo fim-de-semana. e não, não tem absolutamente nada a ver com o meu cabelo. antes tivesse.]

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Banguecoque #1














nota: todas as fotos são minhas. tenho noção da enorme qualidade das mesmas. assim sendo, por mais tentador que possa ser, contenham o vosso ímpeto. ou seja, nada de se aproveitarem destas fantásticas imagens para renovar as páginas dos prospectos das agências de viagem. era o que faltava.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

O ir e o voltar - as viagens #2



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nota: todas as fotos são minhas. tenho noção da enorme qualidade das mesmas. assim sendo, por mais tentador que possa ser, contenham o vosso ímpeto. ou seja, nada de se aproveitarem destas fantásticas imagens para renovar as páginas dos prospectos das agências de viagem. era o que faltava.

O ir e o voltar - as viagens #1










nota: todas as fotos são minhas. tenho noção da enorme qualidade das mesmas. assim sendo, por mais tentador que possa ser, contenham o vosso ímpeto. ou seja, nada de se aproveitarem destas fantásticas imagens para renovar as páginas dos prospectos das agências de viagem. era o que faltava.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

สวัสดี!

Já voltei. Há cinco dias. Ainda não me habituei à ideia. Por mim, ficava lá mais umas quantas temporadas.
Despachavam-me a Bolachita em correio especial até lá. E continuava a descobrir aquilo, feliz da vida.

Trouxe paletes de fotografias comigo.
Prometo partilhar uma ou duas* por aqui.
Mas, primeiro, tenho de repor as ideias em ordem. 
E a cabeça.
Essencialmente a cabeça...



p.s. Já agora, quem adivinha onde estive?
A malta que segue o meu instagram está proibida de abrir o bico para se chibar. Óbvio.


* uma ou duas paletes, não fotografias. aguentem-se, ora. até parece que não me conhecem.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

A parte boa da coisa


é que aniversário rima forçosamente com bolo.



E uma pessoa tem uma óptima desculpa razão para comer à vontade, sem parecer uma gulosa inveterada.





[Conclusão sábia: que se lixe o passar dos anos, eu gosto mesmo é de comer.]

terça-feira, 3 de outubro de 2017

E, no domingo passado, fez mais um










E, com esta brincadeira toda, eu é que estou a ficar velha.
[Nem acredito que, daqui a pouco mais de três meses, ponho um zero à frente da idade que acaba de fazer a Bolachita. Não é justo, fosca-se.]

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Sobre essa cena de ser anti-social (assumida)


o certo é que uma pessoa sincera, directa, com algumas noções de ética, sem pachorra para fazer fretes ou aturar absurdidades tem, obrigatoriamente, alguma dificuldade em conviver com o resto do comum dos mortais.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Ambiguidades ensolaradas


O mês de Agosto foi, durante quase toda a minha vida, o mês mais aguardado, mais feliz, mais colorido de todos os meses do ano.
Há quatro anos que deixou de ser o meu mês de eleição. 
Há quatro anos que este mês me angustia, me fere, me entristece.


O mês de Agosto é tramado porque traz com ele o melhor e o pior do meu mundo.  
Continua a ter das coisas que mais gosto. 
O calor que me aquece o corpo e o resto também. O sol que me faz sentir mais leve e mais solta. 
Mas deixou de ter o melhor que a vida tem. 
Uma âncora que te tranquiliza, te orienta, te fortalece. O sopro quente de quem te quer bem e te ama incondicionalmente. 

O mês de Agosto deixou de ter o abraço da minha mãe.

E, por mais que eu tente fingir que tudo está bem [e que bem que eu sei fingir estas coisas], sinto que nunca mais irei desfrutar deste mês, que agora termina, como em tempos tão bem o fiz.

                                            (escrito num dos últimos dias do passado mês.)






nota: viste, LAH? continuo a saber lamuriar-me razoavelmente bem. ;p

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

E é isto #27


Uma pessoa sente-se insignificante porque não foi ao Lisb-on Jardim Sonoro
É que nem na sexta. 
Nem no sábado. 
Nem no domingo. 
Nada.
Uma pessoa está prestes a ficar deprimida, em consequência desta sua vida tão pouco fashion-activa. Quando, de repente e sem fazer conta, é informada da existência de um espectáculo da Xana Toc Toc - precisamente no domingo - e da possibilidade de assistir ao mesmo. 
Aí, todo o nosso mundo muda de cor. E a pseudo-depressão deixa lugar à euforia pacóvia. 

Será isto, o caminho para a felicidade?

Fica a pergunta.
No ar.
Para quem a apanhar.