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segunda-feira, 25 de março de 2019

Porque qualquer desculpa é boa para comer bolo de chocolate




mesmo que seja feito por mim...




nota: post a hibernar nos rascunhos há quase um ano. porém sempre actual, na parte de não precisar de motivo algum para comer bolo de chocolate. agora, na parte de ser eu a fazer, já é outra história... se não me engano, não voltei a fazer nenhum depois deste.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Eles pedem, eu obedeço #14 - Anouska

Quando viu aquele post, a Anouska pediu as fotos das sobremesas. Já lá vai algum tempo, é certo. Mas, como toda a gente sabe, mais vale tarde do que nunca. Por isso mesmo, aqui ficam algumas das delícias que devorei quando estive na Tailândia. [saudades...]










nota: e, sim, as fotos são minhas. não tive foi pachorra para colocar o Mam'Zelle em todas elas.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Miam! Miam #12


sandes de brioche com geleia de groselha e manteiga de amendoim




p.s. estava há mais de ano e meio nos rascunhos, este post. ir lá buscá-lo deu para perceber que não como manteiga de amendoim há algum tempo. demasiado tempo.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Eles pedem, eu obedeço #13 - Paulo Luis


Decerto já fartinho de tantas fotos das paisagens da Tailândia, o Paulo Luis pediu-me, num comentário, se não lhe podia mostrar um prato de comida tailandesa. 
E eu, que praticamente só vivo para alegrar a malta que por aqui passa, não podia recusar tal pedido.

Por isso mesmo, aqui fica, não um, mas uma catrefada de pratos que comi por lá, assim como uma foto onde se pode ver a comida que se vende na rua.



Entradas:




Pratos principais:




Comida de rua.



Se também estiverem interessados em ver sobremesas, é só dizer.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Das coisas simples #9


pão de milho e sementes de girassol * queijo Brie * tomate * cornichons



nota: já não como deste pão faz tempo. a modos que acabei por enjoar. mas~, um dia destes, volto a experimentar.

quarta-feira, 22 de março de 2017

O Mac que se cuide #5








nota: este post também se poderia chamar "Vamos lá continuar a esvaziar a caixa de rascunhos".

sexta-feira, 3 de março de 2017

Melhor do que comer?



Partilhar.

Partilhar uma refeição.
Feita em conjunto.
Com amor.




nota: esta foto tem mais de um ano. o post também. mas poderiam ter sido de agora. só já não fazemos bacalhau escondido na broa há uma data de tempo. e, parecendo que não, é uma falha. Das grandes.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Não sou de sonhos, objectivos, projectos, planos de vida e afins, mas sou de ideias fixas.


Nem que demore mais de um ano a materializá-las. É para ver o quão fixa pode ser uma determinada ideia minha.

Pois bem, foi, de facto, há mais de um ano que me aconteceu... como dizê-lo?... um certo... hum... percalço, digamos assim, vá. Relatei-o ali atrás.
Tudo tretas. Não sou de ideias fixas coisíssima nenhuma. Já nem me lembrava daquilo. Até já tinha ido ao Porto outras vezes, entretanto, e nem me passou pela ideia ir comer uma francesinha. Tiveram de me relembrar a coisa. Sim, sou um caso perdido.
Então por que raio aquele título enganador, menina Mam'Zelle?, pergunta a malta intrigada e com todas as razões do mundo.  
Porque achei que ficava bem. Porque achei que não ter aquelas coisas todas dos sonhos e afins - que ficam sempre muito bem no perfil de uma pessoa - mas ter outra diferente, como a determinação neste caso, poderia compensar. Só que não.
Pronto. Pronto. Já percebi. Sou mesmo um caso perdido.

Adiante.
Este ano (no passado sábado), conseguimos ir no carro-boat (sim, ainda existe. milagres da vida). Não estava a chover e dava jeito para trazer mais uma estante para aquela divisão do sótão que também é minha, diga-se o que se disser. Comeu-se um caldo verde contaminado pelo vírus de uma gripe qualquer e, depois, ala que se faz tarde, estrada fora.
Este ano, marquei mesa. Fi-lo bastante contrariada, é um facto inegável. Mesmo assim, liguei duas vezes. Porque achei que vinte horas era capaz de ser justo, mudei para as vinte e trinta. Não me valeu de nada.  [É que, desta vez, não se levou o meu GPS e há gente que gasta balúrdios num casaco de cashmere, mas, depois, não quer gastar uns tostões para ligar o GPS no seu smartphone, durante uns minutitos. (nota-se que estou a ajustar contas, again, por aqui? é que não me dava jeito nenhum que assim fosse.)] Vinte e cinquenta e três, empurro a porta. Explico a situação com a minha cara de cãozito abandonado. Quando percebo que o morcão tinha entregue a nossa mesa a duas sirigaitas agarradas ao telemóvel, viro pit bull e mostro-lhe, por a mais b, que não são só as gajas do norte que têm o proveito de trazer sempre uma resposta-na-ponta-da-língua.
Afinal, não voltamos para Coimbra sem jantar. Também não tivemos de ir até ao Arrábida Shopping comer mistela indiana. O morcão virou mágico e desencantou-nos outra mesa. Muito melhor localizada, por sinal. Não sei se cuspiram no molho, lá na cozinha, antes de nos trazerem os pratos. O certo é que estava bom. Não divinal. Mas bom.



Para concluir. Não me parece que me volte a meter numa aventura destas dentro de um ano e picos. Mas, como não sou moça de dizer desta água não beberei, é andar e ver. Ou seja, para o ano logo se vê.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Sabem, aquela comidinha boa que é mesmo mesmo boa, de comer e chorar por mais?


Não precisa ser muito rebuscada.
Nem ter horas e mais horas de preparação.
Nem ficar a cozinhar tempos infinitos.


Um dos meus exemplos favoritos disso mesmo: abacate, esmagado e regado com azeite, espalhado generosamente em bolo do caco para acompanhar um belo de um camarão. Et voilà!

temos de voltar a fazer este fim-de-semana. tem de ser. estou a guardar o abacate. a tentar mimá-lo para que fique mesmo no ponto, lá para sábado.

nota: o champanhe também diz bem. é um facto. mas é, quanto a mim, absolutamente facultativo.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Afinal, quando não se tem nenhum doce à mão, mais vale comer uma torrada com manteiga



É a conclusão a que cheguei, depois de ter feito dois mug cakes.

Eu bem que tinha resistido à tentação de fazer tal coisa. Resisti anos. Que esta mania, de se fazerem bolos numa chávena que vai ao micro-ondas uns minutos, já não é de agora.
Mas, um belo dia, sem nada de jeito para o lanche a não ser bolachas de todas as formas e feitios [tenho sempre os armários cheios de bolachas. é algo que não pode faltar.], lá me lembrei de tentar aquela modernice. Uma pessoa não quer ir desta para melhor ignorante em certos assuntos. E este, no fundo, poderia ser um deles. Pensava eu antes de meter as mãos na massa.

Deixando-me de conversas, só tenho a dizer que nunca mais, em tempo algum, volto a fazer tal porcaria coisa.
Não presta para nada. Ponto.
E quem disser o contrário está a mentir com todos os dentes que tem na boca. Ou então ainda não sabe o que é bom. O que, convenhamos, seria uma pena.




nota: este post estava há mais de seis meses nos rascunhos. no entanto, a minha opinião acerca deste assunto mantém-se. Vivinha da silva.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Aqui fica a caldeirada

Aquela de que falei ALI.







nota: só porque não posso colocar tudo quanto é fotos no instagram. é que, depois, este meu casebre fica invejoso.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Só não se me humedeceram os globos oculares porque o meu estatuto de gaja bruta, ruim e insensível não me permite #2


Não cheguei a descer (ainda).
Mas houve quem subisse.
Há pouco, aquela senhora-que-fez-noventa-anos-no-sábado-passado, bateu-me ao vidro da porta das traseiras que se encontra na cozinha. Tinha acabado de pôr a minha caldeirada, cuidadosamente confeccionada por mim, no prato. E devo ter dito um palavrão qualquer em francês. A senhora não tinha escolhido a melhor hora para vir ter comigo - foi este o pensamento que ditou o dito palavrão.
Lá larguei o prato em cima da banca e fui abrir.
Trazia-me isto:

Diz que foi feito pela nora e que quis partilhar comigo.
Ao perceber que estava para lá de doente - muito para lá mesmo, a malta é que nem imagina - ainda me foi buscar a roupa que tinha lá fora estendida.
- Já está seca, disse-me, antes de me desejar, uma vez mais, as rápidas melhoras.






nota: ainda bem que não tinha lavado nenhuma cuequita-fio-dental desta vez. Caso contrário, sentir-me-ia muito mal, neste momento.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

E quando se gosta? Volta-se.


Já expliquei AQUI que fui à Casa das Caldeiras, depois de ter ido à Hamburgaria Maneirista.
Já disse que gostei muito, tal e qual como da primeira vez que lá tinha ido.

Pois, agora, acrescento que tive de lá voltar logo na semana a seguir. Só para ter a certeza que aquilo é mesmo bom. E, efectivamente, deu para confirmar o veredicto anterior.


A chatice é mesmo quando acaba. Eu sou daquelas que fica tristinha a olhar para o prato vazio.




Para me animar, fiz aquilo que melhor sei fazer. Dar azo à palhacita que há em mim.
(devo confessar que, desta vez, fui fortemente incitada a isso. as verdades têm de ser ditas e ponto final.)



E o certo é que estava lá uma moça sozinha - a tomar um chá, se não me engano - que virou minha fã. É verdade. A rapariga riu muito. 
Primeiro, um pouco contida. Devia ser tímida. 
Depois, quando a fiz entrar na brincadeira e lhe pedi, por gestos, para ficar de vigia a ver se vinha alguém do staff do restaurante, aceitou entrar na brincadeira e riu-se à vontade. Comigo. Não de mim. Pois claro está.






nota: juro que não tenho qualquer tipo de patrocínio ou parceria com a Casa das Caldeiras. O que é uma pena, diga-se de passagem. Com a publicidade que lhe venho fazendo por aqui, bem que me podia oferecer um almoço ou um jantar. Digam lá se a Mam'Zelle não merecia?

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

A modos que continuo fã


Depois daquela desilusão na Hamburgaria Maneirista, fiquei tristinha. Sou daquelas pessoas que, por gostar tanto de comer, não suporta comer mal. E, quando isso infelizmente acontece, tenho de remediar a situação o quanto antes. 

Assim sendo, lembrei-me da Casa das Caldeiras, outra hamburgueria de que já falei AQUI e onde não tinha voltado desde então. Lembrava-me que tinha gostado e, por isso, decidi lá voltar para esquecer a situação anterior e confirmar a minha primeira impressão.



O fino sabia a fino.





O hambúrguer estava muito bom. As batatas, uma delícia.





E eu voltei a ficar feliz da vida.


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

De maneira que não fiquei fã


Foram muitas as vezes que passei frente à hamburgaria Maneirista. Apeteceu-me entrar a cada uma delas. Não só porque sou uma comilona de primeira apreciadora de gastronomia diversa, mas também por o exterior do restaurante ser muito apelativo. Aquelas paredes de um rosa invulgar e aqueles caracteres dourados engenhosamente distribuídos nessas mesmas paredes denunciam, a meu ver, um sentido de bom gosto apurado.
Queremos entrar. Queremos ver o que está lá dentro. Queremos provar o que têm para nos oferecer.

Acabei, numa dessas vezes, por entrar mesmo e sentar-me a uma mesa.
O espaço é pequeno. Nada contra. 
O espaço é pequeno e com muitas mesas lá dentro. Aí já começa a incomodar-me um tico.
Ir almoçar com uma única pessoa e parecer que estou com um grupo de amigos, é estranho. Mais estranho ainda - e desagradável também - quando não conheço as outras pessoas de lado algum e não tenho o mínimo interesse em conhecê-las. 

O espaço é pequeno e, a meu ver (que é como quem diz para o meu gosto e só meu, claro), muito mal decorado. O interior do restaurante nada tem a ver com o exterior. Espaço frio. Com cores pouco apelativas e uma decoração, quanto a mim, desadequada e de má qualidade.
Já cá fora, a pessoa que me acompanhou comentou comigo que parecia um espaço decorado pela Joana Vasconcelos. Não tinha pensado nisso, mas a verdade é que concordei. Tanto. Só para terem uma ideia da coisa.


Agora, vamos lá falar do mais importante. A comidinha.
Uma pessoa adapta-se ao resto se o que vier no prato (e no copo) nos deixar satisfeitos. Se assim não for, não se adapta de todo e percebe que não voltará àquele sítio. Foi esta última, a conclusão a que cheguei.

Pedi sangria. 
Nunca vi uma sangria como aquela. Se estivesse num programa do Ramsay e ele me tapasse os olhos antes de provar, diria com a maior segurança que me estava a dar coca cola. Não gosto de coca cola. Muito menos gosto de sangria gasosa com sabor a coca cola.



As batatas estavam razoáveis. O hambúrguer, no entanto, não tinha lá grande sabor.



Os molhos, esses, estavam muito saborosos. Foi o que me valeu.



Depois disto, é importante informar que devo ser uma das únicas pessoas com esta opinião a respeito da hamburgaria Maneirista.
Pesquisei na net antes de lá ir e só vi comentários espectaculares a dizer tudo do bom e do melhor.
O restaurante estava cheio, sempre com pessoas a chegarem e muitas a terem de aguardar para se poderem sentar. 
Por isso, não têm de ligar ao que eu digo. 
Só quis deixar esta minha opinião porque me apeteceu. 
E porque já não vou para nova, podendo esquecer-me deste meu parecer.
Ficando aqui registado, há uma pequena hipótese de me lembrar de vir ler este post antes de lá voltar.
Sejamos optimistas.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Eles pedem, eu obedeço #12 - Dúvidas e Certezas


Bem. Neste caso não foi bem um pedido. Foi sim uma sugestão apresentada ali.
E aqui a Mam'Zelle quis logo experimentar. Pois claro.



E não é que a moça tem toda a razão?
Maça com manteiga de amendoim. Simples e muito bom.

Obrigada, Miss Certezas. :)




nota: este post tem cinco meses (foi escrito a vinte e cinco de Junho, mais precisamente). nunca mais me lembrei dele. aqui fica. até porque toda a informação que nele consta continua a ser verdade no dia de hoje.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Aqui vai mais um dos meus infindos talentos


Sou dada a analogias. 
Sou boa em analogias. 
Das visuais.
Daquelas que esclarecem qualquer dúvida latente. 
Essas mesmo que dão logo para perceber onde quero chegar.

Ai querem um exemplo?
Com que então, não fui clara o suficiente?
Não seja por isso.
Aqui vai.


Domingo passado.
Hora de almoço. 
Almoço pronto.
Arroz de tomate saboroso feito por mim e salmão grelhado (demasiado passado porque ainda vou na cantiga de quem não percebe nada do que é bom. eu sou a sua excepção, teve sorte) nos pratos, em cima da mesa.
Começa a espetar o garfo no salmão sem lhe ter colocado, primeiro, aneto por cima. E eu que até tinha gentilmente colocado o frasco num sítio estratégico. Mesmo à frente dos pratos cheios de comida. (já disse que o arroz de tomate estava de comer e chorar por mais? pronto, pronto.)

- Então não pões aneto no salmão?
- ...

Vendo que não tinha alcançado a pertinência da minha interrogação e antevendo a faca a seguir o caminho do garfo e a cortar um pedaço do peixe sem este estar previamente coberto da erva milagrosa, acrescentei:
- É que o salmão sem aneto é como um rabo sem rego.

E foi vê-lo a pegar no frasquinho, abri-lo cuidadosamente e abaná-lo, de cabeça para baixo, por cima do salmão seco. Pelo menos, ficou mais saboroso.


Et voilà! 
Esclarecidos?
Eu não disse..

Para aquela malta que ficou por aí a salivar, coladinha ao ecrã do seu computador ou smartphone ou tablet ou de uma outra qualquer engenhoca dessas...


... quando viu ISTO.



Aqui fica a vossa fatia de bolo, porque sou amiga.
E bem grande, porque sou generosa.
É para partilharem, porque - apesar de amiga e generosa - não tenho filhos dessa idade. 
Ainda... 
pxiu. velho és tu, pá!