Mostrar mensagens com a etiqueta serviço público. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta serviço público. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
segunda-feira, 7 de maio de 2018
Vejam lá se aprendem, que eu cá não duro sempre
nota: é caso para dizer que esta cena deve estar certa mesmo. é que, por um lado, detesto, desde sempre, beijos na testa. e, por outro, não é segredo para ninguém que a Mam'Zelle não é fofinha. Muito menos passa a ser fofinha em contacto com alguém. era o que faltava.
segunda-feira, 19 de março de 2018
Mam'Zelle ensina #1 - Os mosquitos
são como as promessas dos homens.
É certo que os/as ouvimos.
Mas nunca os/as chegamos a ver.
É certo que os/as ouvimos.
Mas nunca os/as chegamos a ver.
nota: e não me venham para aqui dizer que isto é preconceito. e bla bla bla. o rastilho que faltava para uma guerra de géneros. e bla bla bla. e que também se pode dizer o mesmo das mulheres. e bla bla bla. e que isto é coisa de gaja ressabiada. e bla bla bla. e que com opiniões destas nunca conseguiremos a igualdade. e bla bla bla. e que isto é treta de feminista chata. e bla bla bla. e que eu devia era ficar caladinha. e bla bla bla.
Malta. Isto é uma piada. Única e simplesmente isso. Uma boa piada. Ponto.
Não sejam tão macambúzios. Para isso, já nos basta o tempo.
E as feministas deste país. (ups...)
quarta-feira, 1 de março de 2017
Devia era ter arranjado um Francês. Eu sabia. Gaita.
nota: ei, calma aí. também não são minúsculas, muito menos inexistentes, nem sou uma gaja complexada, ok?
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Sabem, aquela comidinha boa que é mesmo mesmo boa, de comer e chorar por mais?
Não precisa ser muito rebuscada.
Nem ter horas e mais horas de preparação.
Nem ficar a cozinhar tempos infinitos.
Um dos meus exemplos favoritos disso mesmo: abacate, esmagado e regado com azeite, espalhado generosamente em bolo do caco para acompanhar um belo de um camarão. Et voilà!
nota: o champanhe também diz bem. é um facto. mas é, quanto a mim, absolutamente facultativo.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Isto é uma nova moda ou quê?
Virou tendance ofender e rogar pragas a dois mil e dezasseis, sempre que morre um qualquer cantor?
É que foi o ano todo. Com os outros. Agora com este.
A mim, nesta altura do ano, que tenha a ver com o senhor George Michael - que virou santo e eu não sabia - só me apraz dizer o seguinte:
nota: não tinha nada contra o George Michael, que fique aqui bem claro. nos anos noventa, até era bastante apreciadora deste senhor. há músicas dele que me tocam cá dentro, algures, por terem marcado fases da minha vida. mas, porra, não vou ficar em pranto, nem mesmo desolada por ele ter falecido. uma pessoa tem de ter noção do que realmente importa. há que ter prioridades afectivas. caso contrário uma pessoa não se aguenta à bomboca. que é mesmo assim. e a não ser que esta malta blogueira e afins seja familiar próxima ou amiga chegada do George Michael, não entendo o alarido. pronto.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
De maneira que não fiquei fã
Foram muitas as vezes que passei frente à hamburgaria Maneirista. Apeteceu-me entrar a cada uma delas. Não só porque sou uma comilona de primeira apreciadora de gastronomia diversa, mas também por o exterior do restaurante ser muito apelativo. Aquelas paredes de um rosa invulgar e aqueles caracteres dourados engenhosamente distribuídos nessas mesmas paredes denunciam, a meu ver, um sentido de bom gosto apurado.
Queremos entrar. Queremos ver o que está lá dentro. Queremos provar o que têm para nos oferecer.
Acabei, numa dessas vezes, por entrar mesmo e sentar-me a uma mesa.
O espaço é pequeno. Nada contra.
O espaço é pequeno e com muitas mesas lá dentro. Aí já começa a incomodar-me um tico.
Ir almoçar com uma única pessoa e parecer que estou com um grupo de amigos, é estranho. Mais estranho ainda - e desagradável também - quando não conheço as outras pessoas de lado algum e não tenho o mínimo interesse em conhecê-las.
O espaço é pequeno e, a meu ver (que é como quem diz para o meu gosto e só meu, claro), muito mal decorado. O interior do restaurante nada tem a ver com o exterior. Espaço frio. Com cores pouco apelativas e uma decoração, quanto a mim, desadequada e de má qualidade.
Já cá fora, a pessoa que me acompanhou comentou comigo que parecia um espaço decorado pela Joana Vasconcelos. Não tinha pensado nisso, mas a verdade é que concordei. Tanto. Só para terem uma ideia da coisa.
Já cá fora, a pessoa que me acompanhou comentou comigo que parecia um espaço decorado pela Joana Vasconcelos. Não tinha pensado nisso, mas a verdade é que concordei. Tanto. Só para terem uma ideia da coisa.
Agora, vamos lá falar do mais importante. A comidinha.
Uma pessoa adapta-se ao resto se o que vier no prato (e no copo) nos deixar satisfeitos. Se assim não for, não se adapta de todo e percebe que não voltará àquele sítio. Foi esta última, a conclusão a que cheguei.
Pedi sangria.
Nunca vi uma sangria como aquela. Se estivesse num programa do Ramsay e ele me tapasse os olhos antes de provar, diria com a maior segurança que me estava a dar coca cola. Não gosto de coca cola. Muito menos gosto de sangria gasosa com sabor a coca cola.
As batatas estavam razoáveis. O hambúrguer, no entanto, não tinha lá grande sabor.
Os molhos, esses, estavam muito saborosos. Foi o que me valeu.
Depois disto, é importante informar que devo ser uma das únicas pessoas com esta opinião a respeito da hamburgaria Maneirista.
Pesquisei na net antes de lá ir e só vi comentários espectaculares a dizer tudo do bom e do melhor.
O restaurante estava cheio, sempre com pessoas a chegarem e muitas a terem de aguardar para se poderem sentar.
Por isso, não têm de ligar ao que eu digo.
Só quis deixar esta minha opinião porque me apeteceu.
E porque já não vou para nova, podendo esquecer-me deste meu parecer.
Ficando aqui registado, há uma pequena hipótese de me lembrar de vir ler este post antes de lá voltar.
Sejamos optimistas.
Ficando aqui registado, há uma pequena hipótese de me lembrar de vir ler este post antes de lá voltar.
Sejamos optimistas.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
O mundo está perdido #9
Ou será que entrou em vigor um outro novo acordo ortográfico que eu - despistada-mor - ainda desconheço?
sexta-feira, 1 de julho de 2016
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Para a malta se inspirar, se assim o desejar #8
(net)
nota: repararam que é a moça que está na beirinha? enquanto o medricas gajo, esse, está encostado à parede? pois. eu também.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Só para calar a boca* de alguém que eu cá sei
É muito feio gozar-se com as minhas antepassadas sem qualquer razão válida para isso a não ser uma ignorância tremendamente assustadora no que à Língua Portuguesa (essa mesmo que tanto amas) diz respeito.
Já para não falar neste gostinho bom por, uma vez mais (tal e qual as outras todas, diga-se de passagem), estar coberta de razão. E tu não.
* bem gostosona (ler com sotaque brasileiro, fica logo muito mais giro), por sinal.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
Foi no primeiro dia do ano #3
Que é como quem diz, foi hoje.
É verdade, mais uma vez, não me esqueci de comer lentilhas.
Parece que, quanto mais velha fico, mais memória tenho. Deve ser proporcional as rugas*, esta cena da memória.
E já que, o ano passado, a malta se queixou por eu só ter avisado dois dias depois de um de Janeiro, este ano, interrompi - de propósito, ah pois - o meu dia de ronha feriado para deixar o aviso. Comer lentilhas no primeiro dia do ano traz fortuna para os trezentos e sessenta e cinco (sim, sim, este ano tem mais um dia por ser bissexto, eu não me esqueço - é da idade, lá está) dias restantes, dizem.
Por isso, para aqueles que não sabiam e para os outros que leram o meu post do ano passado mas ainda têm uma memória que vacila (isso com a idade melhora, vão por mim), toca a pôr de molho umas mãos cheias de lentilhas para comer logo a noite. Que aqui a Mam'Zelle quer a malta toda folgada para poder fazer férias nas Maldivas e/ou para comprar uns Ferraris como os do Cristiano Ronaldo.
E, só para concluir, de nada. A bondade e a generosidade puras não se agradecem.
Ah, já agora, quase que me esquecia (mas não esqueci, atenção. não me esqueci. ui, esta memória...): BOM ANO!
* foi só uma graça. não noto mais rugas coisíssima nenhuma. não, não. tenho de me convencer que não. ponto.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Porque eu também posso dar sugestões de presentes de natal
Eu sei que falta menos de uma semana.
Eu sei.
Eu sei que, se é para dar sugestões de jeito, tem de ser com, pelo menos, mês e meio de antecedência.
Eu sei.
Mas também sei que seis dias são muitos dias. Dias que chegam e sobram.
Dá perfeitamente para agarrarem nesta minha sugestão e fazerem dela bom proveito.
Quero com isto dizer que não vale a pena tentarem arranjar desculpas esfarrapadas para insinuar que este meu post não tem utilidade, nem valor, nem interesse, nem brilho.
Dá perfeitamente para agarrarem nesta minha sugestão e fazerem dela bom proveito.
Quero com isto dizer que não vale a pena tentarem arranjar desculpas esfarrapadas para insinuar que este meu post não tem utilidade, nem valor, nem interesse, nem brilho.
Este meu post tem isso tudo e muito mais.
Ora vejam.
Há quase três meses atrás, andava eu a pensar na prenda de anos da Bolachita. Queria, porque queria (sim, também tenho tiques de criança birrenta. a culpa deve ser da minha miúda. é que só pode) oferecer-lhe um tipi. Fui pesquisar preços e achei uma autêntica roubalheira, daquelas que nos fazem abrir os olhos até ao infinito de tão estapafúrdia e desavergonhada que é.
Ao perceber que não iria dar aquele dinheiro por uns paus ao alto tapados por um trapo, poderia ter pensado noutra opção. Um vestidinho da moda, com folhos e lacinhos. Um ursinho de peluche que guincha quando se aperta. Ou outrapiroseira coisa do género. A verdade é que não pensei em nada disso. Mas, porquê?, perguntam vocês. Qual a parte do 'queria, porque queria' ali de cima é que não alcançaram? Ah pois.
Decidi, então, fazer o meu próprio tipi. Fui à net. Pesquisei. Encontrei um vídeo. Achei que era fácil de executar. A estrutura, entenda-se, que a parte do tecido achei da maior foleirice jamais vista. Por isso mesmo, essa parte de tapar os paus, ficaria por minha conta. Minha e da minha imaginação. E da minha habilidade. E do meu desenrascanço. Essencialmente do meu desenrascanço, digo-vos. E assim foi.
Mas, palavras para quê? Aqui vai uma foto do bicho. Tcharãããããããããããã!
Digam-me lá se não está a coisa mais linda à face da terra? Eu sei, eu sei.
Aqui fica o vídeo que me ajudou a fazer esta maravilha.
Ai e tal, ó Mam'Zelle... mas se já fizeste esta verdadeira obra de arte para o mundo da criançada há mais de dois meses, por que motivo válido só agora o partilhas aqui com a malta?
Muito simples. Tive de testar a mercadoria e deixar passar o tempo suficiente para ter a certeza que não iria fazer má figura. Por muito jeitinho e extrema habilidade que eu tenha para a coisa, podia se dar o facto de o tipi cair aos bocados ao fim de meia dúzia de dias (o que acabou por não acontecer. claro. Mam'Zelle faz tudo super hiper mega bem). E depois? hein? Estaria a apresentar uma sugestão pouco viável à malta. E isso era feio demais.
Agora, chega de conversa. Tudo a fazer tipis. Para os filhos, os filhos dos amigos, os enteados, os sobrinhos, os afilhados, os netos, os priminhos e tudo e tudo. Eu cá estou a pensar comprar uns paus mais compridos e fazer um tipi para mim. Só porque quero.
Ide, ide.
E, já agora, de nada.
Há quase três meses atrás, andava eu a pensar na prenda de anos da Bolachita. Queria, porque queria (sim, também tenho tiques de criança birrenta. a culpa deve ser da minha miúda. é que só pode) oferecer-lhe um tipi. Fui pesquisar preços e achei uma autêntica roubalheira, daquelas que nos fazem abrir os olhos até ao infinito de tão estapafúrdia e desavergonhada que é.
Ao perceber que não iria dar aquele dinheiro por uns paus ao alto tapados por um trapo, poderia ter pensado noutra opção. Um vestidinho da moda, com folhos e lacinhos. Um ursinho de peluche que guincha quando se aperta. Ou outra
Decidi, então, fazer o meu próprio tipi. Fui à net. Pesquisei. Encontrei um vídeo. Achei que era fácil de executar. A estrutura, entenda-se, que a parte do tecido achei da maior foleirice jamais vista. Por isso mesmo, essa parte de tapar os paus, ficaria por minha conta. Minha e da minha imaginação. E da minha habilidade. E do meu desenrascanço. Essencialmente do meu desenrascanço, digo-vos. E assim foi.
Mas, palavras para quê? Aqui vai uma foto do bicho. Tcharãããããããããããã!
Digam-me lá se não está a coisa mais linda à face da terra? Eu sei, eu sei.
Aqui fica o vídeo que me ajudou a fazer esta maravilha.
Ai e tal, ó Mam'Zelle... mas se já fizeste esta verdadeira obra de arte para o mundo da criançada há mais de dois meses, por que motivo válido só agora o partilhas aqui com a malta?
Muito simples. Tive de testar a mercadoria e deixar passar o tempo suficiente para ter a certeza que não iria fazer má figura. Por muito jeitinho e extrema habilidade que eu tenha para a coisa, podia se dar o facto de o tipi cair aos bocados ao fim de meia dúzia de dias (o que acabou por não acontecer. claro. Mam'Zelle faz tudo super hiper mega bem). E depois? hein? Estaria a apresentar uma sugestão pouco viável à malta. E isso era feio demais.
Agora, chega de conversa. Tudo a fazer tipis. Para os filhos, os filhos dos amigos, os enteados, os sobrinhos, os afilhados, os netos, os priminhos e tudo e tudo. Eu cá estou a pensar comprar uns paus mais compridos e fazer um tipi para mim. Só porque quero.
Ide, ide.
E, já agora, de nada.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Quando uma imagem vale mais do que todas as palavras e mais alguma que poderiam ser ditas sobre o assunto #3
Pior estereotipo de sempre.*
Não é nada assim. De todo.
E pessoa que acredita em tal coisa anda redondamente enganada.
Coitada.
*sim, sou uma exagerada de todo o tamanho. e não tenho cura. nem quero.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Upssssssssss...
(net)
Esta citação é de Blaise Pascal. Gente com sabedoria, portanto.
E eu não tenho absolutamente nada a acrescentar.
A não ser que o infortúnio só me pode bater à porta.
E a culpa é toda minha.
Pronto.
nota: menos, mentes depravadas. muito menos, sim? aqui a Mam'Zelle tem alguma dificuldade em dormir sossegadita a noite toda. é isso.
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
E ainda há malta que pergunta como é que eu, sendo gaja, consigo ser assim tão... como eu sou.
Ora aqui está a resposta.
Com que então, gaja que é gaja tem de ser sensível e empática porque tem cérebro de gaja e cérebro de gaja é dado à sensibilidade e à empatia e outras características fofinhas, fofinhas que só elas?
Pois que não. Temos pena.
Já agora, vão ter de arranjar outra desculpa, gajos-armados-em-brutamontes. Eu, sendo gaja, também tive de as arranjar.
Com que então, gaja que é gaja tem de ser sensível e empática porque tem cérebro de gaja e cérebro de gaja é dado à sensibilidade e à empatia e outras características fofinhas, fofinhas que só elas?
Pois que não. Temos pena.
Já agora, vão ter de arranjar outra desculpa, gajos-armados-em-brutamontes. Eu, sendo gaja, também tive de as arranjar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)












