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quinta-feira, 28 de maio de 2020
segunda-feira, 11 de maio de 2020
terça-feira, 5 de maio de 2020
sexta-feira, 24 de abril de 2020
Mas, afinal, Mam'Zelle, o que tens tu feito, para te entreter, nesta quarentena?
Brincar às princesas.
E, nos entretantos, tentar esquivar a marotice do Sr. Vento.
nota: este exterior faz parte da minha casa. take it easy.
segunda-feira, 6 de abril de 2020
quarta-feira, 1 de abril de 2020
Jeu de maux #2
Madame,
ma Dame,
ma came,
sur macadam,
mes cas d'âmes,
d'amour;
pour mourir,
mon âme
mon âme
contre
ton âme,
ton âme,
sinon rien.
nota1: aqui está o tipo de cena que poderia escrever à Mam'Zelle [yep, eu mesma] se fosse um gajo - ou uma gaja, por que não - que dominasse o francês e estivesse fascinado/a por ela [ya, por mim].
nota2: vendo bem a coisa, pode parecer grotescamente egocêntrico, certo? e qual o problema, afinal?
nota3: isto da quarentena veio obrigar muito boa gente a ter de conviver muito mais tempo com a sua própria pessoa [algo que me é muito familiar, desde que vim de França, sozinha, com dezoito anos]. oh yeah, enjoy it. e beijos meus, maltinha.
nota3: isto da quarentena veio obrigar muito boa gente a ter de conviver muito mais tempo com a sua própria pessoa [algo que me é muito familiar, desde que vim de França, sozinha, com dezoito anos]. oh yeah, enjoy it. e beijos meus, maltinha.
quinta-feira, 26 de março de 2020
SEMÂNTICA
Será que conceitos como este - que remetem para a necessidade de demonstração de afectos presenciais, com toque efectivo entre os intervenientes - vão acabar por, irremissivelmente, desaparecer do mapa? Tipo, de vez.
Ya. Estou num mood fatalista, hoje.
Só hoje.
Amanhã passa.
Ou depois de amanhã.
Ou depois depois de amanhã.
Ou além.
O dia, em si, é muito pouco relevante.
Já que têm sido todos muito iguais.
E assim continuarão,
nos próximos tempos.
terça-feira, 24 de março de 2020
sexta-feira, 20 de março de 2020
quinta-feira, 19 de março de 2020
Inspirado no homem que vivia numa caixa de correio
Vivo agarrada a um combiné,
dos antigos,
alojado num balão,
de banda desenhada,
a flutuar,
num verde vivaz
que ironiza,
descaradamente,
com a dilacerante
ausência
de qualquer réstia de
esperança;
em mim.
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