[Sou mesmo uma mãe desnaturada.
Mas, mais do que isso, uma mãe genuina e profundamente despistada. Do pior que pode haver. Do mais ridículo que possam imaginar.
Mas, mais do que isso, uma mãe genuina e profundamente despistada. Do pior que pode haver. Do mais ridículo que possam imaginar.
Aqui fica mais uma prova do que acabo de dizer e que a maioria de vocês já está farta de saber.
No sábado passado, entre um e outro dos inúmeros afazeres a que a data obrigava, vim aqui ao casebre para publicar este post.
Tentei ser rápida, pelo motivo que referi na linha anterior. Consegui sê-lo. Fiquei satisfeita da minha eficiência. Suposta eficiência, assim é que é.
Ou seja, em vez de clicar no rectângulo do Publicar, cliquei naquele que se encontra mesmo ao lado (sim, pode considerar-se uma desculpa aceitável para o meu erro), o rectângulo do Guardar. E o mais engraçado, sem ter graça nenhuma na verdade, é que não me apercebi de nada. Para mim, tinha feito a coisa bem feita. Desliguei o computador e continuei na minha lida.
Porém, hoje, ao ler uns comentários da Sarah e da Anouska - dando os parabéns à Bolachita - fiquei a matutar na coisa.
Esperem lá... mas então ninguém, até agora, tinha dado os parabéns à menina-dos-meus-olhos? Então, viram aquele (que é este, não se baralhem todos) post e não foram capazes de felicitar a minha menina-mais-linda? A malta está a aprender comigo, só pode, cada vez mais insensível. Apre.
Isto foi, traduzindo por miúdos, mais ou menos o que pensei na altura.
Fui à procura do dito post (que é este, volto a frisar) para ver se me tinha escapado algum comentário. E, estranheza das estranhezas, não encontrei o post nos textos publicados.
Esperem lá... querem ver que me censuraram o raio do post?, lembrei-me eu.
Nada disso. O post estava guardadinho com os outros cento e setenta e oito que ainda não me dei ao trabalho de publicar.
Não tenho emenda.
Não tenho mesmo.
Distraída forever.
Esta é a minha sina.
Ou uma das, vá. Que, só por mero acaso, tenho outra. De um metro e oitenta e tal.]
Esta é a minha sina.
Ou uma das, vá. Que, só por mero acaso, tenho outra. De um metro e oitenta e tal.]
