terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Esclarecimentos necessários para o bem comum #23

Nunca gostei do morno.
Não se ajusta ao meu ADN,
creio.

Sou mais dada ao quente,
candente.

O frio, esse, também é tentador,
quando devidamente usado,
no calor abrasador.

Ámen.

6 comentários:

  1. men... :)

    Genial, até no uso da palavra tão pouco utilizada: candente.

    Não poderia estar mais de acordo. A vida é demasiado curta para perdermos tempo com estrelas cadentes cujo fulgor se extinguiu tão rapidamente que até passa por mera ilusão a assunção da sua existência.

    :)

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    1. Há muitos, sim. Tantos. Uiii… :)

      Exagerado que tu és.

      Bem, estamos tão concordantes que até me assusta. :p
      Por acaso, estive mesmo para fazer um jogo de palavras com 'estrela cadente'. Mas, depois, achei uma associação demasiado previsível. E o inusitado é que, regra geral, me move.

      ;)

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  2. Mam'Zelle,
    Escrita bonita, porventura, porque aplicas a mais salutar das vontades: Tu.
    Também fico esquivo quando o meio-termo é o padrão. Até porque, sempre fui mais apreciador do cadente, ao invés do corrente.
    Não sei se era suposto, mas terminei as tuas palavras com um sorriso. E sincero, imagina. Mas como sou avesso, vezes tem em que falho o alvo. Mas acerto em cheio. ;)

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    1. Só sei, efectivamente, das minhas vontades, por mais que tente descobrir aquelas de quem me atiça a curiosidade. E a verdade é que, verbalizá-las, pode ter o seu quê de terapêutico. ;)
      O padrão castra, na maioria das vezes.
      Era suposto, sim. Sempre, ou quase sempre, o é. Podemos dizer que acertaste em cheio. É a minha veia palhacita a alastrar-se, até na escrita. Sou fina apreciadora da “chute” (como dizemos em francês) nos textos e tento usá-la sempre que a minha vontade o permite. :D

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  3. há mornos aceitáveis... mas complicados de precisar.

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    1. Mas será o aceitável suportável?,
      pergunto-te eu, Manel.
      :)

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