quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

moi (7), l'Illusionniste




Tu ne serais pas une femme
si tu ne savais pas si bien
te faire et te refaire une âme,
une âme neuve avec un rien.
À ce jeu ta science est telle
que, chaque fois que je te vois,
tu fais semblant d’être nouvelle,
Et j’y suis pris toutes les fois
.
                                                                                          (Paul Géraldy)

6 comentários:

  1. Oh pá, e eu que só tive francês até ao 9º vejo-me obrigada a recorrer ao tradutor, que me devolve algo como:

    "Você não seria uma mulher
    se você não conhece tão bem
    fazê-lo e refazê -lhe uma alma ,
    uma nova alma com nada .
    Neste jogo sua ciência é tal
    que toda vez que eu te vejo,
    você finge ser novo ,
    E eu tenho tido o tempo todo."

    Ok. :p

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    1. Xiiiiiiiiiiiiiiii… não é nada disso, pá.

      Então, é mais ou menos isto (que eu cá não sou tradutora):
      Não serias mulher
      Se não soubesses tão bem
      Criares e recriares-te uma alma
      Nesse jogo a tua ciência é tal
      Que, cada vez que eu te vejo,
      Fazes de conta que és outra
      E eu caio nesse teu jogo todas as vezes.
      Mas, claro, em francês fica outra coisa. Tem outro nível… ;)

      E agora, percebeu? ;)

      (então a menina só teve francês até ao 9ºano? Está mal. Muito mal. ;p)

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    1. O senhor Photoshop é tão meu amigo. Nem imaginas... ;)

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    1. Mas, afinal, quem és tu para gozares?
      Vai na volta, somos íntimos e eu é que ainda não dei por nada.

      Palerma.

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