terça-feira, 8 de maio de 2018

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Vejam lá se aprendem, que eu cá não duro sempre







nota: é caso para dizer que esta cena deve estar certa mesmo. é que, por um lado, detesto, desde sempre, beijos na testa. e, por outro, não é segredo para ninguém que a Mam'Zelle não é fofinha. Muito menos passa a ser fofinha em contacto com alguém. era o que faltava.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Porque os putos são o melhor desta vida* #73


(imagem encontrada por esta internet fora)





* e porque há uma alminha que se diz farta de só se ver a minha 'garota' por aqui. [pelo menos é o que dizia há uns três anos atrás.]

nota: engraçado, fiquei com uma certa nostalgia dos tempos em que esta espécie-de-rubrica era obrigatória antes de chegar o fim-de-semana. saudades do que sentia, naquela época, ao escolher, meticulosamente, cada foto.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Até que deixe de bater por mim

- És feliz, 'Zelle?, perguntaste-me tu, enquanto a minha bochecha direita, encostada ao teu peito, sentia o viver do teu coração.

- Não sei. Nunca pensei no assunto, respondi-te.

A verdade é que não o sou, feliz.
Uma pessoa intrinsecamente realista como eu não consegue sê-lo, verdadeiramente feliz.
Consegue sentir, no entanto, a felicidade invadir-lhe o corpo e alimentar-lhe a alma em inúmeras situações.

Por exemplo, sentia-me feliz, naquele momento nosso.
O meu corpo, estendido à beira do teu no sofá da preguiça (que só activa este seu poder de me amolecer se lá estiveres comigo), sentia-se feliz quando quebraste o silêncio para me interrogar.
Senti-me ainda mais feliz ao ouvir a resposta que me deste, quando te perguntei: E tu?


Sinto-me plenamente feliz sempre que percebo que o teu coração é meu.
E os teus olhos. E as tuas mãos. E os teu lábios. E a tua língua. E o teu sexo. E a tua pele, em cada um dos seus poros.
E o teu ser. Todo ele. Por inteiro.
Incontestavelmente meu,
numa batida sem fim.



(onze de Maio de dois mil e dezasseis)