Há uma qualquer força maior que os puxa a repetir a façanha.
Ora vejam se não tenho razão.
A minha irmã está cá.
A minha irmã teve novamente de ir falar com
ESTE senhor que já mencionei, há tempos, lá atrás.
A minha irmã perguntou-me se me lembrava desse tal senhor que insinuou que eu seria filha dela, da minha irmã. (por acaso, não me lembro desta parte.)
Lembro-me como se fosse hoje (do senhor e do resto da conversa que não mete mãe e filha ao barulho, visto tratar-se de duas irmãs, nós. tudo controlado nessas vossas cabecitas?).
Aliás, até me lembro de como estava vestida na altura. Estava
ASSIM. Porque foi nesse mesmo dia que tirei essas mesmas fotos que acabam de ver porque, curiosos, tiveram de clicar no 'ASSIM'.
A minha irmã explicou-me que tinha ido ter com o senhor acompanhada do meu pai. O meu pai teve de sair, suponho que para fumar um cigarro. Foi então que o senhor se virou para a minha irmã e lhe disse isto:
- o seu marido não me levou nada.
- mas não é meu marido. é meu pai, rectificou a minha irmã.
- a sério? mas não é nada velho, enterrou-se ainda mais o senhor.
- acredito. mas não deixa de ser meu pai, cortou a minha irmã.
E, uma vez mais, rimos.
Muito.
Mais eu e as minhas sobrinhas, que o riso da minha irmã era um tico amarelo. (Essencialmente quando perguntou, no meio das gargalhadas: mas não pareço assim tão velha, pois não?)
Ó se rimos.
nota: tenho o texto cheio de ziguezagues vermelhos. mais precisamente, por baixo de todas as vezes que escrevi a palavra 'irmã'. 'irmã' escreve-se 'irmã', certo?
nota 2: por causa desta brincadeira, noto que escrevi a palavra 'irmã' uma data de vezes. se acharem que se torna repetitivamente pouco elegante, substituam algumas dessas ocorrências por 'mana' ou 'sister' ou o que se lembrarem na altura e que tenha o mesmo significado do que o termo 'irmã'.