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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Porque eu também tenho um closet a abarrotar #5




O #4 foi publicado há um ano atrás.
A modos que está quase a transbordar mas, nem por isso, lhe dou uso, ao meu querido closet.
Decidi contrariar a coisa, com uma fatiota natalícia, lindinha lindinha, para a consoada que está mesmo aqui à porta.
Por mim, tinha de acrescentar um casacão de lã, daqueles bem quentes. Que sou friorenta como o caraças. Mas, pronto, fica a ideia.
...
E a minha palermice.
...
E o meu corte de cabelo miserável.
...
E uma das maçanetas da minha sala.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Private Joke Blogosférica #21



Podias ter escolhido uma qualquer outra heroína, princesa, ou lá o raio.
Mas, não. Não resististe à vontade de ser malvado comigo.
Tiveste de citar aquela que ostenta um enorme cabelão.
Aquela que tem cabeleira para dar e vender.
Quiseste armar-te em vilão
e deixar-me aqui a remoer.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

O que realmente tem piada, neste post sem grande graça, é que a minha mãe me queria chamar Victória.


Se a Sara Sampaio - com barriguinha que parece de grávida de três meses mas que afinal só estava com gases - pode desfilar para a Victoria's Secret sem que se lhe possa chamar a atenção porque a menina fica complexada; então, qualquer mulher pode reivindicar o mesmo, com toda a legitimidade do mundo. Incluindo eu, que tenho mais uma dúzia e tal de anos em cima do lombo (treze anos e meio de diferença, para ser mais exacta) .

Vamos lá malta colocar umas asinhas leves e abanar a anca. Que a vida são dois dias, mas o desfile mais badalado do ano só dura umas horas e é transmitido justamente hoje. (yep. o meu timing - e não só - é de uma perfeição invejável.)






nota: a Sarinha não estava com barriga nenhuma. lisinha lisinha como os donuts que deve ter enfardado antes de desfilar. isto aqui é tudo inveja. e porque não sou como ela. e porque sou mulher. e porque as mulheres são todas umas grandes invejosas umas com as outras e vêem coisas que só um cego não consegue ver.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Esclarecimentos necessários para o bem comum #21





Pronto, está dito.
É que, pelos vistos, é bom relembrar ou então esclarecer de uma vez por todas.
Porque há malta que - vá se lá entender porquê - quis, à força toda, que eu fizesse anos em Maio.
Como diria a Bolachita: "Que disparate!"

terça-feira, 2 de maio de 2017

Então... e eu?


Sou como os putos. Vejo uma coisa e também quero. Nada a fazer.


Fui, há bocadito, ao blogue do Manel. E vi lá isto. E, curiosidade de miúda, tive de clicar nos links que ele lá tinha.
Não percebi nada daquilo. Verdade seja dita. 
Só constatei que os membros da seita-dos-bloggers-amigos-e-com-pinta estavam a fazer a sua versão de uma suposta obra de arte, de seu nome A Senhora dos Papagaios.

E eu, apesar de ser uma blogger-excluída [porque de pinta não tenho nada e amigos muito menos], também quis entrar na brincadeira corrida ao prémio.
Esta cena dá direito a prémio, não dá?
Espero bem que sim. 
É que eu não estive a gastar todas as minhas folhas de cor e a recortar e a colar aquelas cenas todas para, afinal de contas, não ganhar nada. Era o que faltava.

Bem, chega de converseta fiada.
Aqui fica o meu contributo. A minha participação. Ou lá o que lhe queiram chamar.





Consta que o original é este.

E a irmandade-blogueira já deu à luz mais estes:
aqui, aqui e aqui e ainda mais aqui e continua aqui e por aqui.
Para além da versão do Manel que já referi ali em cima.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Porque isto do mês do amor não é só ursinhos de pelúcia* e rosas encarnadas...




e já que o dito mês está quase a acabar, não se esqueçam de continuar a esbanjar amor pelo resto dos meses do ano fora. É bonito. 
E, se for com choque de pu...rpurinas, tanto melhor.






nota: como os mais atentos devem ter reparado, não estou a usar um dos meus famosos cai-cai nestas magníficas fotos. e explico já já o porquê. não foi por não ter nenhum disponível. até tinha posto uma máquina a lavar dias antes. a verdade é que estava doente. mesmo doente. mesmo muito doente. [lembram-se deste caldo verde? pronto, acho que fica tudo explicado.] e uma pessoa doente quer-se bem agasalhada. 

* o esforço descomunal que eu fiz para não usar a palavra francesa (e que também funciona em português). só para não virem para aqui todos amaldiçoar a mais bela língua do mundo.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Qual é coisa qual é ela que tanto pode ser o melhor ano do século passado como o melhor sítio de França?



[1978 - o ano em que nasci. 78 - Yvelines, departamento francês onde nasci.]




nota: yep. o mundo gira à minha volta. ainda não tinham chegado lá? e depois eu é que sou a gaja distraída? está tudo muito certo, pois então.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Sou uma mãe desnaturada #9



Enquanto a menina-dos-meus-olhos se esforça nos ensaios para a festa de natal, eu cá tento entreter-me como posso.
Brincar às pitas-adolescentes, na casa de banho da escolinha, é só um dos exemplos. Aquele que deu para ficar registado e que não fica assim tão mal mostrar aqui.



nota: eu sei, eu sei, é um post antigo. sim, sosseguem que o natal, efectivamente, já passou. até já iniciamos um novo ano e tudo, vejam bem. e querem saber a melhor? o mês de Janeiro já era. yeah!

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

E é isto #22 (especial Ano Novo)

Ontem, à noite, comi lentilhas.
Tenho mantido esta tradição há já algum tempo.
Diz que traz fortuna para o ano que, naquele dia, se inicia.
Eu cá, preferia que me trouxesse paz de espírito.
Será que há algum ingrediente milagroso que se deva comer no primeiro dia de Janeiro para isso? Para se ganhar paz de espírito o resto do ano? Todo?
Isso é que eu queria. Mesmo. Comia o que fosse preciso. A pior comida à face da terra marchava sem sequer reclamar [feito considerável, a parte do não reclamar, devo ressalvar]. Metia-a pela goela abaixo. Todinha. E satisfeita, que é outra.
Porque não há coisa melhor do que a paz de espírito. E a saúde. Mas essa, fiz questão de a pedir nas doze passas que emborquei de uma só vez. Já passava da meia noite. Só saúde. Nada mais. Não pensei em pedir outras coisas boas que por aí há.

Há meia noite ainda estava no carro. Estacionamento que é bom, nem vê-lo. Parar à frente de dois carro. Sair para o frio com o fogo já a estoirar no ar. Maravilhar-me, como sempre. Como se fosse o primeiro fogo de lágrimas que visse na vida. Como se fosse uma criança. Porque sou uma criança. Porque só uma pita com as hormonas aos saltos é que consegue dizer que aquelas rosáceas de fogo no céu não têm valor. Passou à minha beira, nem olhei para ela, mas fiquei com pena da moça. E ainda mais satisfeita comigo mesma, por nunca ter sido uma adolescente birrenta. Talvez o seja agora. Um tico. Birrenta. Mas com manias de adolescente, nunca. Criança. Sempre.



Amor. Nunca penso nisso. Mas teria sido outra das possíveis coisas boas a pedir, com as passas agarradas aos dentes. Nunca penso nisso porque sempre achei dispensável. Nunca precisei, a bem dizer. É que não sou dada a sentimentos, como a malta tão bem sabe. Mas, agora que [supostamente] o tenho, deveria fazer um pedido. Pedir que não me martirize o juízo. Pedir que seja calmo e sereno e forte. E brilhante e mágico e surpreendente, como o é o fogo de lágrimas das passagens de ano.
E louco. Sempre. Louco como eu. Para nunca deixar de me sentir em casa. Para nunca deixar de me sentir bem.
Para me conseguir trazer, naturalmente, aquela paz de espírito que tanto anseio.





nota: como tudo o que escrevo - e o que sou - este texto tem um pouco da minha mãe Zremira. escrever é também agradecer-lhe, todos os dias, as palavras inspiradas (e inspiradoras) que me ensinou.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Porque eu também tenho um closet a abarrotar #4






E pronto. É isto.






Já agora - e tendo em conta que dificilmente coloco aqui mais um dos meus brilhantes posts este ano - desejo, à malta toda que por aqui passa, uma Passagem de Ano à maneira. Daquelas boas. Cheia de frenesim, de confetes e serpentinas coloridas.

Não se esqueçam dos doze desejos. Para aqueles que têm muitos sonhos e objectivos e projectos de vida é o ponto alto do ano, esse dos desejos a acompanharem as doze badaladas. 
Eu cá, se conseguir arranjar um até à meia noite - só para não ter de meter as doze passa no bucho em vão, já me dou por satisfeita.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Porque eu também tenho um closet a abarrotar #3


Este outfit - lindo e maravilhoso que só ele - é para aquelas moças que vão passar o Réveillon em modo descontraído, numa praia do Rio de Janeiro, ou de uma ilha paradisíaca qualquer.
Sortudas delas.




sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Porque eu também tenho um closet a abarrotar #1


Eu sei. Eu sei. 
Eu sei que desde os primórdios deste humilde blogue [logo no primeiro (não-)post, se não me engano. alguém se lembra? este AQUI] que vou dizendo que não me apanham a mostrar a roupa que guardo num (são vários, mas pronto) armário a abarrotar. Não tem a ver comigo, andar por aqui a mostrar roupa só porque sim, essa é a grande verdade. 
Mas, depois, passo a visto por aqueles blogues que são profissionais na coisa. Blogues cujas donas apresentam, todo o santo dia, os trapinhos-último-grito-da-moda que estão a usar. E uma pessoa fica com vontades (sim, no plural, que são muitas) de fazer o mesmo. Eu cá fico com ganas de sacudir o pó dos tecidos engelhados que guardo em garridos cabides e de cobrir o corpinho com eles. Não sou de ferro, poças. Também tenho o meu direito de mudar de ideias, porra.
E mais. Estamos em época de festividades. Ele é ver, por tudo quanto é blogues decentes, sugestões e mais sugestões de outfits chiques para o Natal e a Passagem de Ano. E uma pessoa sente-se na obrigação de contribuir para festa. É ou não é?

Pronto. Agora que já deixei aqui um belo paleio justificativo deste meu acto, fica o primeiro conjunto. 
Não procurem o vestidinho nas lojas. Não. Que só se iriam cansar em vão.
E as sandálias? Também não. 
Tudo tralha de estações passadas. Pois. Que eu saiba ainda não começaram os saldos da nova estação.
No entanto, este verniz vermelho ainda é bem capaz de se encontrar por aí. E tão lindinho que ele é. Ó:





terça-feira, 13 de dezembro de 2016

E quando se gosta? Volta-se.


Já expliquei AQUI que fui à Casa das Caldeiras, depois de ter ido à Hamburgaria Maneirista.
Já disse que gostei muito, tal e qual como da primeira vez que lá tinha ido.

Pois, agora, acrescento que tive de lá voltar logo na semana a seguir. Só para ter a certeza que aquilo é mesmo bom. E, efectivamente, deu para confirmar o veredicto anterior.


A chatice é mesmo quando acaba. Eu sou daquelas que fica tristinha a olhar para o prato vazio.




Para me animar, fiz aquilo que melhor sei fazer. Dar azo à palhacita que há em mim.
(devo confessar que, desta vez, fui fortemente incitada a isso. as verdades têm de ser ditas e ponto final.)



E o certo é que estava lá uma moça sozinha - a tomar um chá, se não me engano - que virou minha fã. É verdade. A rapariga riu muito. 
Primeiro, um pouco contida. Devia ser tímida. 
Depois, quando a fiz entrar na brincadeira e lhe pedi, por gestos, para ficar de vigia a ver se vinha alguém do staff do restaurante, aceitou entrar na brincadeira e riu-se à vontade. Comigo. Não de mim. Pois claro está.






nota: juro que não tenho qualquer tipo de patrocínio ou parceria com a Casa das Caldeiras. O que é uma pena, diga-se de passagem. Com a publicidade que lhe venho fazendo por aqui, bem que me podia oferecer um almoço ou um jantar. Digam lá se a Mam'Zelle não merecia?

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Aqui vai mais um dos meus infindos talentos


Sou dada a analogias. 
Sou boa em analogias. 
Das visuais.
Daquelas que esclarecem qualquer dúvida latente. 
Essas mesmo que dão logo para perceber onde quero chegar.

Ai querem um exemplo?
Com que então, não fui clara o suficiente?
Não seja por isso.
Aqui vai.


Domingo passado.
Hora de almoço. 
Almoço pronto.
Arroz de tomate saboroso feito por mim e salmão grelhado (demasiado passado porque ainda vou na cantiga de quem não percebe nada do que é bom. eu sou a sua excepção, teve sorte) nos pratos, em cima da mesa.
Começa a espetar o garfo no salmão sem lhe ter colocado, primeiro, aneto por cima. E eu que até tinha gentilmente colocado o frasco num sítio estratégico. Mesmo à frente dos pratos cheios de comida. (já disse que o arroz de tomate estava de comer e chorar por mais? pronto, pronto.)

- Então não pões aneto no salmão?
- ...

Vendo que não tinha alcançado a pertinência da minha interrogação e antevendo a faca a seguir o caminho do garfo e a cortar um pedaço do peixe sem este estar previamente coberto da erva milagrosa, acrescentei:
- É que o salmão sem aneto é como um rabo sem rego.

E foi vê-lo a pegar no frasquinho, abri-lo cuidadosamente e abaná-lo, de cabeça para baixo, por cima do salmão seco. Pelo menos, ficou mais saboroso.


Et voilà! 
Esclarecidos?
Eu não disse..

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Matchi-matchi #4


Banana lovers




nota: este post já tem alguns - laaaaargos - meses. a casa é fria, que é. e muito. mas, apesar de o verão já ter terminado, ainda não precisamos de andar assim vestidas.  Também era o que faltava... O certo é que, faça o tempo que fizer e passe o tempo que passar, continuamos a gostar de bananas por aqui. 
blablabla... deixei o comando à vista de propósito. podia muito bem ter cortado no photoshop. mas gosto de te ouvir, ó Bananita.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Hell yeah!! #67 - ESPECIAL


Então mas... ó Mam'Zelle, especial porquê?, perguntam vocês.

E eu respondo-vos, com todo o gosto. 
Especial porque, contrariamente ao habitual nesta espécie de rubrica, este post foi criado por causa de um outro, anteriormente publicado neste castiço casebre.

Lembram-se de ter falado AQUI daquele meu desalento, quando me foi oferecido um biquíni novo? 

Pois bem. Eu cá não consegui esquecer certos comentários que, achando um desperdício o dito biquíni só ser usado para o próximo ano, me incentivavam a quebrar a minha regra do um-dia-de-praia-por-ano-chega-e-sobra. Ficaram-me aqui a remoer na mioleira, o raio dos comentários. Porque o certo é que gosto de acatar os conselhos que me são dados de bom grado. No entanto, teimosa íntegra, também gosto de manter os meus princípios. Firmes e... inabaláveis. (qual hirtos qual quê. eu dou-vos a barra de ferro. e é no lombo. adiante.)

Cheguei, então, a um meio termo que, diga-se de passagem, foi sábia e astutamente bem pensado. Por mim. Obviamente. 
Aqui vai ele. 
Sabem aquela máxima do "ir para fora cá dentro"? Pois bem. Peguei nela e usei-a. À letra.





Então, hein? Impressionados? É muito natural que assim seja. Eu própria fiquei orgulhosa da minha esperteza. saloio és tu. e não é pouco. xô!

Conclusão: no final de contas, toda a gente fica feliz e contente. E isso é que importa.
Certo? 






nota: quem conseguir encontrar algo 'errado', ganha uma foto autografada aqui da Mam'Zelle. Haverá prémio melhor?

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Agora é que ela me tramou bem tramada... ou Matchi-matchi improvisado



Quis repetir a brincadeira. E eu achei piada.
Mas o caso mudou um tico de figura. 
E, afinal, não descansou enquanto não me transformei num ouriço também, o raio da catraia. 
(repararam que fez questão de calçar os meus chinelos de dedo, para ficarmos mesmo mesmo a combinar?)






Resumindo: quem ri por último ri melhor.
Bolachita 1 - 0 Mam'Zelle






nota: saudades dos dias em que podíamos andar só de chinelito no pé. é que, infelizmente, parece-me que as meias vieram para ficar.