segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Falha imperdoável, esta minha


Esqueci-me da saia da Carolina e dos Patinhos dos rabinhos para o ar.
Não sei como tal me foi acontecer. Não encontro explicação.
(a propósito DISTO.)





[Não me venham cá com a conversa do peso da idade e da consequente memória a vacilar que me falta menos de um mês para fazer anos e sou bem capaz de morder alguém...]

Não pensem que é preguiça ou desleixo


Por favor, não.
Interpretem antes o facto de ter ido buscar o header natalício do ano passado - e lhe ter dado um refresh mínimo - como uma manifestação inteligente e reflectida de poupança de energias vitais, de reaproveitamento, de protecção do meio ambiente blogosférico.
Porque, de facto, não sou, de todo, uma pessoa preguiçosa ou desleixada. Mas tenho, no entanto, uma preocupação constante com o bem estar das gerações futuras e com o combate ao desperdício exacerbado que tanto prejudica a nossa sociedade.

No outro dia, houve quem se queixasse deste cabeçalho que vos acompanha há uns mesitos:


Diz que já não se adequa há época actual. Diz que merece ser substituído o quanto antes. Diz que, se tal não acontecer, poderá prejudicar as noites descansadas e bem dormidas de certa gente.


Pois bem, aqui a Mam'Zelle - para além de ser moça bem mandada -gosta de zelar pela saúda da malta.
E o header do ano passado era tão bonitinho...
Por isso mesmo, aqui está ele, com todo um novo brilho.


sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

E porque a tradição continua a ser que era...


lá tive eu de montar, de novo, a árvore.
Já foi há uma semana.
Só me apeteceu mostrar agora.


Avaliem bem o meu jeitinho para a coisa.

O ano passado, a minha melhor amiga entrou nesta sala, por esta altura do ano e lançou um "uauuuu" - misto de admiração e encantamento - ao ver a minha árvore. Acrescentou, de seguida: "a tua árvore está um espectáculo!"
Vem cá amanhã. Vamos lá ver se, este ano, volta a ficar ser fôlego.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Já que estamos na época natalícia, aquela que transborda bondade, benignidade, caridade, humanidade, solidariedade, generosidade e* #1


quero todos os dias iguais aos de ontem e hoje.
sempre.
até que regresse o verão.





nota 1: estou só a falar a nível de meteorologia, atenção. que os meus dias não têm sido palpitantes por aí além. e já que estamos numa de pedir - porque é christmas time, e só por isso - não negava um tico mais de twist e de swing na minha vida.
nota 2: sim, sim, fui uma boa menina o ano todo. sim, sim, portei-me muito muito bem. sim, sim, mereço tudo e mais alguma coisa que, de momento, me possa esquecer.

* façam favor de acrescentar um ou outro vocábulo pomposo inspirador a esta minha brilhante enumeração.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

A modos que continuo fã


Depois daquela desilusão na Hamburgaria Maneirista, fiquei tristinha. Sou daquelas pessoas que, por gostar tanto de comer, não suporta comer mal. E, quando isso infelizmente acontece, tenho de remediar a situação o quanto antes. 

Assim sendo, lembrei-me da Casa das Caldeiras, outra hamburgueria de que já falei AQUI e onde não tinha voltado desde então. Lembrava-me que tinha gostado e, por isso, decidi lá voltar para esquecer a situação anterior e confirmar a minha primeira impressão.



O fino sabia a fino.





O hambúrguer estava muito bom. As batatas, uma delícia.





E eu voltei a ficar feliz da vida.