segunda-feira, 7 de março de 2016

Sim, sou desse tipo de pessoas, mesmo #14


que não consegue resistir. Por mais que me mentalize e tenha noção da parvoíce que é, não consigo deixar de usar, num determinado contexto, uma expressão que se torna irritante.
Ou seja, sempre que tenho de iniciar uma conversa mais séria - quando teimo em falar de assuntos que talvez fosse preferível calar, tipo guardar só para mim, mas que este feitio ranhoso não deixa - lá me sai o 'Então é assim' ou a versão curta 'É assim'. E repito aquilo umas quantas vezes antes de começar a conversa propriamente dita. O número de vezes que me saem estas palavras da boca é proporcional à dificuldade que tenho em falar aquilo que, na minha cabecita, tem de ser dito. Aquele ritual é como  uma espécie de ajuda para adiar o inadiável. Patético. Eu sei.

Não fosse eu tão gaja-que-não-consegue-calar-o-que-lhe-vai-lá-dentro e não teria de fazer figuras tristes ao repetir estas palavritas da chacha.
Mas sou.
O que se há-de fazer?
Tu, pxiu. Pergunta retórica. Sabes o que é? Por isso mesmo. Calou!

Séance entre filles




...


(reparem na cara de malandreca da Bolachita. um must.)

sexta-feira, 4 de março de 2016

Porque os putos são o melhor desta vida* #49


(foto encontrada por essa internet fora)





* e porque há uma alminha que se diz farta de só se ver a minha 'garota' por aqui.

Porque os paparazzi só se dão ao trabalho de flashar gente importante* #22 (2)


Parte II - Bolachita versão Bad Mood



A minha sorte é que lhe passa rápido e volta tudo ao normal.




* tipo a Bolachita e eu. of course.

Eu bem que desconfiava que esta coisa de se ter um blogue tinha de trazer as suas vantagens #2


Pedi AQUI.




E já o comi.











nota:
Não sou grande apreciadora de omelete doce. 
Não vem para aqui ao caso. 
Não tem nada a ver com o conteúdo deste post.
Mas apeteceu-me verbalizar. 
Só isso.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Porque há certa gente que não consegue fazer borrada uma única vez.


Há uma qualquer força maior que os puxa a repetir a façanha.
Ora vejam se não tenho razão.

A minha irmã está cá.
A minha irmã teve novamente de ir falar com ESTE senhor que já mencionei, há tempos, lá atrás.

A minha irmã perguntou-me se me lembrava desse tal senhor que insinuou que eu seria filha dela, da minha irmã. (por acaso, não me lembro desta parte.)
Lembro-me como se fosse hoje (do senhor e do resto da conversa que não mete mãe e filha ao barulho, visto tratar-se de duas irmãs, nós. tudo controlado nessas vossas cabecitas?). 
Aliás, até me lembro de como estava vestida na altura. Estava ASSIM. Porque foi nesse mesmo dia que tirei essas mesmas fotos que acabam de ver porque, curiosos, tiveram de clicar no 'ASSIM'.

A minha irmã explicou-me que tinha ido ter com o senhor acompanhada do meu pai. O meu pai teve de sair, suponho que para fumar um cigarro. Foi então que o senhor se virou para a minha irmã e lhe disse isto:
- o seu marido não me levou nada.
- mas não é meu marido. é meu pai, rectificou a minha irmã.
- a sério? mas não é nada velho, enterrou-se ainda mais o senhor.
- acredito. mas não deixa de ser meu pai, cortou a minha irmã.

E, uma vez mais, rimos.
Muito.
Mais eu e as minhas sobrinhas, que o riso da minha irmã era um tico amarelo. (Essencialmente quando perguntou, no meio das gargalhadas: mas não pareço assim tão velha, pois não?)
Ó se rimos.





nota: tenho o texto cheio de ziguezagues vermelhos. mais precisamente, por baixo de todas as vezes que escrevi a palavra 'irmã'. 'irmã' escreve-se 'irmã', certo?
nota 2: por causa desta brincadeira, noto que escrevi a palavra 'irmã' uma data de vezes. se acharem que se torna repetitivamente pouco elegante, substituam algumas dessas ocorrências por 'mana' ou 'sister' ou o que se lembrarem na altura e que tenha o mesmo significado do que o termo 'irmã'.

Porque os paparazzi só se dão ao trabalho de flashar gente importante* #22 (1)


 Parte I - Bolachita versão Good Mood







* tipo a Bolachita e eu. óbvio.