(Bolachita, na sua primeira experiência de baloiço, com 18 meses e 2 dias)
domingo, 5 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
A vossa máxima atenção, que hoje é um dia importante - o meu mais velho faz anos
É verdade*, mais um ano. Já lá vão três.
Mil trezentos e vinte e um posts escritos.
Mil duzentos e trinta e cinco posts publicados.
Catorze mil e setenta e seis comentários. (metade são meus, que eu não deixo de responder a ninguém. se, neste tempo todo, não respondi a algum, foi sem intenção.)
Um número incomensurável de sorrisos, risos e gargalhadas deste lado. Espero que também tenham sido alguns desse vosso.
Tanta coisa mudou, nestes mil e noventa e cinco dias. Saudades de tantos momentos e pessoas que ficaram pelo caminho. Contentamento por tantas outras que o cruzaram desde então. Satisfação por saber que algumas vão ficar para sempre, quanto mais não seja no meu coração (sim, esse mesmo que eu não tenho, mas fica sempre bem dizer o contrário em dias de comemoração).
Três anos de blogue. Ano e meio de Bolachita. E uma estrada empolgante (assim o espero) a percorrer pela frente.
E quem está efectivamente de parabéns?
Aqui a Mam'Zelle, pois claro.
Então e essas palmas?
Mau... não estou a ouvir nada.
Gemerem-se, caraças!
* era o que mais faltava, terem acreditado naquela história mirabolante da mãe orgulhosérrima por a filha ter dito, pela primeira vez, uma mera palavra e não acreditarem num facto não só real como tão verossímil (sim, a Mam'Zelle aguentou três anos neste mundinho pequenino - mas tão fofinho - que é a blogosfera. não, não é nada do outro mundo). Agora, quanto à parte da mãe, já lá iremos.
Então e essas palmas?
Mau... não estou a ouvir nada.
Gemerem-se, caraças!
* era o que mais faltava, terem acreditado naquela história mirabolante da mãe orgulhosérrima por a filha ter dito, pela primeira vez, uma mera palavra e não acreditarem num facto não só real como tão verossímil (sim, a Mam'Zelle aguentou três anos neste mundinho pequenino - mas tão fofinho - que é a blogosfera. não, não é nada do outro mundo). Agora, quanto à parte da mãe, já lá iremos.
Sim, sou desse tipo de pessoas, mesmo #9
Posso deitar-me à meia-noite ou às três e tal da manhã, acordo sempre mais ou menos à mesma hora. Sete. Sete e meia, mais tardar. E não sou daquela malta que tem pachorra para ficar na cama uma eternidade depois de acordada. A não ser que não esteja sozinha na dita cama, obviamente.
E, sim, hoje estou com umas olheiras piores do que o habitual.
E, não, o problema não foi o galo do vizinho da frente, nem os cães todos de Coimbra, nem o puto da vizinha de baixo. O problema foi ter-me deitado tarde e ter acordado cedo.
A pessoa que tem culpa no cartório saberá perfeitamente identificar-se. E não deveria conseguir dormir durante um mês inteirinho. Só por causa das tosses.(pensavas que eras o único a conseguir rogar pragas. tão enganadinho que ele anda... ;p)
A pessoa que tem culpa no cartório saberá perfeitamente identificar-se. E não deveria conseguir dormir durante um mês inteirinho. Só por causa das tosses.(pensavas que eras o único a conseguir rogar pragas. tão enganadinho que ele anda... ;p)
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Dezoito meses... já?!
Daqui a nada tem dezoito anos e eu sem dar por ela.
Bolachita, versão winner, por ter chegado aos dezoito meses.
Yupiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
Não estou em mim.
Toda eu sou felicidade e alegria e entusiasmo e fervilhamento interior e outras coisas alucinantemente boas do género.
Toda eu sou raio de sol. Sou energia positiva. Sou excitação.
É que a Bolachita já diz 'mamã'.
Agora, vou ali continuar a ser a mãe mais babadamente orgulhosa do mundo e nem sei se volto.
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