quarta-feira, 4 de março de 2015

Temos empregada de mesa


Lembram-se de eu ter dito ali que tinha gostado do atendimento na Casa das Caldeiras?
Lembram-se de eu ter acrescentado que a Bolachita ainda gostou mais?

Pois bem. Aqui fica a prova em imagens.




Repararam bem na forma convicta com que agarra a mão do senhor?
Não vos vou surpreender se disser que se fartou de resmungar quando tirei - à força - a mãozita dela da mão do seu já colega de trabalho. Parece que estavam a precisar de uma empregada de mesa. E ela estava a levar o cargo a sério.

Palpita-me que o empregado também não desgostou de todo. Haverá melhor maneira de fazer negócio, derretendo o coração dos clientes, do que andar com uma menina linda pela mão? Não creio. Basta olhar para os sorrisos rasgados das senhoras da última foto.
Pronto. Está tudo dito.
Bolachita rules.

A modos que deve haver para lá de muita gente a sonhar comigo durante a noite





Ou, então, a culpa é do parvo do galo do vizinho que tanto se lembra de cantar à uma como às cinco da matina.
Ou dos chatos dos cães do mesmo vizinho que, em sintonia com o galo, ladram pela noite fora. E incitam os cães todos de Coimbra a fazerem o mesmo. Pensava eu que, do meu quarto, não se conseguia ouvir todos os cães de Coimbra. Estava redondamente enganada.

O certo é que a verdade é só uma. Sou uma pessoa que demora o seu tempo a adormecer. Sou também uma pessoa que acorda com alguma facilidade, se houver ruido à volta. Sou essencialmente uma pessoa que dificilmente volta a adormecer se for acordada a meio da noite.


Agora, que a lenda japonesa é a explicação com mais charme, no que aos meus distúrbios do sono diz respeito, lá isso é.
O resto?
O resto é conversa.

terça-feira, 3 de março de 2015

Porque os paparazzi só se dão ao trabalho de flashar gente importante* #2






* Tipo a Bolachita e eu.
Ai já disse? Volto a dizer, pois.

E eu que nem sou muito dada a reconsiderações


até que pensava duas vezes se me quisessem oferecer um gato destes.
Não gosto de gatos. Estou farta de o dizer por aqui. Mas esta raça é qualquer coisa.
É como se tivesse um bebé jaguar em casa. Um must.




(fotos daqui)

segunda-feira, 2 de março de 2015

Ei! Eu também posso, okey?


Li ISTO e não resisti.
É que não dá para resistir mesmo.
Bitchface? É claro que também posso.





Até porque, caso ainda não tenham reparado, esbanjamento de estilo* é aqui com a Mam'Zelle.

Ah pois!





* pronto. 'tá certo. admito. o chapéu super hiper mega glamouroso também ajuda à festa. mas a essência, essa, é toda minha. 100% Mam'Zelle.

Agora, falar a sério...


acham que me vão fechar a porra do blogue por causa de umas mamocas e de uns pipis?




É que, ao que parece, a coisa é bem mais séria do que julgava. Aliás, não se fala de outra coisa. E aquilo não foi um aviso geral. Pelos vistos, só ameaçaram a malta que tem material susceptível de ser censurado.

E já só faltam vinte e quatro dias para o 23 de Março.
E eu tenho mais de cem posts nos rascunhos.
E a mim ninguém me cala (achava eu).


Se alguma alma - sensibilizada com o meu caso e que segue este casebre desde o início ou que o descobriu mais tarde mas se deu ao trabalho de ir ler tudo desde o início (onde raio andas tu, Dé, agora que preciso tanto de ti? Sumiste de vez, foi?) - se lembrar de mais  algum post para além deste que tenha fotos susceptíveis de irritar o Sr. Blogger, essa alminha simpática que me avise. Pode ser?

Agradecida.




Escrevi este post no final da semana passada. Estava para o publicar, quando me disseram que, afinal, o boss desta cena tinha voltado com a palavra atrás. E que a malta podia continuar a publicar badalhoquices à vontade. Deixei, portanto, o raio do post nos rascunhos, juntinho aos outros cento e dois que lá tenho.
É claro que fiquei aliviada, na altura. Não há como negar. Uma pessoa passa a respirar mais à vontade. O coração deixa de bater tão acelerado. A noite volta a ser dormida sem sobressaltos. O apetite regressa aos poucos. Toda uma calma baixa, de repente, em nós.
Mas, depois, pus-me a pensar. E a verdade é que eu cá não recebi nenhuma mensagem a pedir-me desculpas pelo susto que apanhei com aquela brincadeira. Ninguém se preocupou em saber se eu tinha ficado com um trauma qualquer por causa da estupidez dessa gente. Será que é mesmo a sério? Será que, de hoje para amanhã, não voltam a mudar de ideias? 
Parece-me que vou, toda eu, continuar a tremer até dia vinte e quatro deste mês e o resto é conversa.

domingo, 1 de março de 2015