segunda-feira, 2 de março de 2015

Ei! Eu também posso, okey?


Li ISTO e não resisti.
É que não dá para resistir mesmo.
Bitchface? É claro que também posso.





Até porque, caso ainda não tenham reparado, esbanjamento de estilo* é aqui com a Mam'Zelle.

Ah pois!





* pronto. 'tá certo. admito. o chapéu super hiper mega glamouroso também ajuda à festa. mas a essência, essa, é toda minha. 100% Mam'Zelle.

Agora, falar a sério...


acham que me vão fechar a porra do blogue por causa de umas mamocas e de uns pipis?




É que, ao que parece, a coisa é bem mais séria do que julgava. Aliás, não se fala de outra coisa. E aquilo não foi um aviso geral. Pelos vistos, só ameaçaram a malta que tem material susceptível de ser censurado.

E já só faltam vinte e quatro dias para o 23 de Março.
E eu tenho mais de cem posts nos rascunhos.
E a mim ninguém me cala (achava eu).


Se alguma alma - sensibilizada com o meu caso e que segue este casebre desde o início ou que o descobriu mais tarde mas se deu ao trabalho de ir ler tudo desde o início (onde raio andas tu, Dé, agora que preciso tanto de ti? Sumiste de vez, foi?) - se lembrar de mais  algum post para além deste que tenha fotos susceptíveis de irritar o Sr. Blogger, essa alminha simpática que me avise. Pode ser?

Agradecida.




Escrevi este post no final da semana passada. Estava para o publicar, quando me disseram que, afinal, o boss desta cena tinha voltado com a palavra atrás. E que a malta podia continuar a publicar badalhoquices à vontade. Deixei, portanto, o raio do post nos rascunhos, juntinho aos outros cento e dois que lá tenho.
É claro que fiquei aliviada, na altura. Não há como negar. Uma pessoa passa a respirar mais à vontade. O coração deixa de bater tão acelerado. A noite volta a ser dormida sem sobressaltos. O apetite regressa aos poucos. Toda uma calma baixa, de repente, em nós.
Mas, depois, pus-me a pensar. E a verdade é que eu cá não recebi nenhuma mensagem a pedir-me desculpas pelo susto que apanhei com aquela brincadeira. Ninguém se preocupou em saber se eu tinha ficado com um trauma qualquer por causa da estupidez dessa gente. Será que é mesmo a sério? Será que, de hoje para amanhã, não voltam a mudar de ideias? 
Parece-me que vou, toda eu, continuar a tremer até dia vinte e quatro deste mês e o resto é conversa.

domingo, 1 de março de 2015

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Porque os putos são o melhor desta vida* #7


(foto encontrada por essa internet fora)



* e porque há uma alminha que se diz farta de só se ver a minha 'garota' por aqui.

Casa das Caldeiras






Fui almoçar há dias. 
Gostei imenso do sítio. Restaurante atípico que recuperou com gosto um marco do património industrial de Coimbra. 
Gostei muito do atendimento (a Bolachita nem se fala, mas fica para outro post). 
Também gostei da comida. Só achei uma pena o pão vir frio. O pão de hamburger já não é o meu preferido, mas então frio, piorou.

Só mesmo para te abrir esses olhitos de camaleão (azul-esverdeado-acinzentado ou o raio)


Essas 'coincidências engraçadas' não acontecem só com a menina, tá?!


E olha que fui espreitar, assim, só por acaso. A ver se te calava.
E não é que calei? :p

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

E eu que até nem sou de efemérides e outras tretas do género


Vou guardar o dia de hoje. Marcado. Nem que seja só com este post.

Onze horas e trinta e sete minutos. Estava ao meu colo, a rir à gargalhada. A rir feita perdida por causa das caretas que lhe costumo fazer. Só para a ouvir rir. Só para a sentir feliz. Para que a sua alegria me contagie. Nem que seja só um tico.

Estava ao meu colo, a rir à gargalhada por causa das caretas que lhe estava a fazer, quando me mima com um beijo na bochecha direita (sempre a direita). Daqueles bem barulhentos e prolongados (ela não os sabe dar de outra forma e ainda bem). Assim. De repente. Sem eu pedir. Sem eu estar à espera. Sem eu me preparar devidamente para o receber.
Assim. Do nada.

O melhor de todos. Sem dúvida.