quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Esperem lá... afinal, parece que estou safa. Ufa!


(Ainda sobre este acto de censura inumano.)



Até porque todo o conteúdo deste ilustre blogue OFERECE UM BENEFÍCIO IMPORTANTE, tanto a nível artístico, como educacional, científico ou ainda de documentário. Prova irrefutável AQUI.

Olhem que já estava a ver a minha vidinha blogosférica a andar para trás. Acreditem. E não é, de todo, uma sensação agradável. Podem crer.
Até porque, por princípio, eu é que decido quando quero abandonar o barco. E fá-lo-ei quando sentir que já está a meter demasiado água. Não preciso que ninguém tome a iniciativa de me lançar borda fora. Agradecida.



(suspiro*.)



* de alívio. óbvio. que também não sou sexualmente atraída por elitistas armados em espertos.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Ai e tal, fazes com cada comparação mais absurda, Mam'Zelle ou Tal e qual #4


Pelos vistos, tive o topete de insinuar AQUI que a Bolachita passaria facilmente por um muffin de mirtilos. Há malta* que se amofinou contra a minha pessoa. Porque estava mal. Porque não tinha o direito de 'gozar com a criança'. Porque, ainda para mais, a 'miúda estava doentinha'. Porque só uma mãe sem coração é capaz de brincar com uma situação destas.

Pois bem. Não me vou dar ao trabalho de refutar qualquer uma dessas afirmações. Vou só confirmar uma coisinha. Mam'Zelle não tem coração, mesmo. Como, aliás, já foi dizendo (e continuará a dizê-lo, sempre que lhe apetecer), de quando em vez, ao longo destes quase três anos de blogue. Ou seja, é justamente por ser uma mãe sem coração que brinco, sem qualquer tipo de problema ou sem peso na consciência, com uma situação destas. Ah pois.

Para terminar em grande, vou provar, aqui e agora, que a minha comparação não foi descabida. De todo. Muito pelo contrário.

Ora confirmem lá, se faz favor.


E, atenção, este muffin é de frutos silvestres e não de mirtilos. Por isso mesmo, as parecenças não são tão flagrantes como desejaria. Mesmo assim, as similitudes são mais do que visíveis. Pronto.





nota: e, já agora, só mesmo para rematar o assunto. por mais insensível e gulosa que seja - e por incrível que pareça - continuo a gostar infinitamente mais da Bolachita do que de qualquer queque. seja ele de frutos silvestres, mirtilos ou outra coisa extremamente saborosa qualquer.

* para ser sincera, foi só uma pessoa que me 'condenou' por causa desta conversa. assim é que é. 
[ainda para mais, 'condenação' via email (cobardolas). eu sei que foi com ironia, para se meter comigo, na brincadeira. sei disso perfeitamente. e eu, que sou fã do efeito boomerang, costumo responder da mesma forma. por isso mesmo, nada de levar a mal estas minhas palavras. pode ser?]

Oooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooh nãããããããããããããããããooooooooooooooooooooooooooooooo...


Fazerem uma desfeita destas a uma pessoa?
Não há direito. 




Um mês.
Com que então, falta um mísero mesito para que a blogosfera em geral e este casebre em particular deixem, para todo o sempre, de ser o que eram. 
Maldita da censura. Fosca-se.
Ainda não estou bem em mim. Caraças.
Isto merece uma manifestação. Uma rebelião. Uma insurreição. Ou qualquer outra coisa em '-ão' que faça mossa nesse senhor-Blogger-ditador-de-meia-tigela. Caramba.

(Suspiro*.)





* de insatisfação e desespero. óbvio. que eu cá não sou sexualmente atraída por déspotas tiranos. Ah pois.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Porque os paparazzi só se dão ao trabalho de flashar gente importante* #1



* Tipo a Bolachita e eu.
Ah pois.

La phrase qui tue #4




nota: a pedido da malta, aqui vai uma espécie de tradução.

É assim, minha pequena Amélie, não tem ossos de vidro, pode esmurrar-se contra a vida. Se deixar passar esta oportunidade, com o tempo, é o seu coração que se irá tornar tão seco e quebradiço quanto o meu esqueleto. Então mexa-se, porra!
(é mais ou menos isto, vá.)

domingo, 22 de fevereiro de 2015