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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

De maneira que não fiquei fã


Foram muitas as vezes que passei frente à hamburgaria Maneirista. Apeteceu-me entrar a cada uma delas. Não só porque sou uma comilona de primeira apreciadora de gastronomia diversa, mas também por o exterior do restaurante ser muito apelativo. Aquelas paredes de um rosa invulgar e aqueles caracteres dourados engenhosamente distribuídos nessas mesmas paredes denunciam, a meu ver, um sentido de bom gosto apurado.
Queremos entrar. Queremos ver o que está lá dentro. Queremos provar o que têm para nos oferecer.

Acabei, numa dessas vezes, por entrar mesmo e sentar-me a uma mesa.
O espaço é pequeno. Nada contra. 
O espaço é pequeno e com muitas mesas lá dentro. Aí já começa a incomodar-me um tico.
Ir almoçar com uma única pessoa e parecer que estou com um grupo de amigos, é estranho. Mais estranho ainda - e desagradável também - quando não conheço as outras pessoas de lado algum e não tenho o mínimo interesse em conhecê-las. 

O espaço é pequeno e, a meu ver (que é como quem diz para o meu gosto e só meu, claro), muito mal decorado. O interior do restaurante nada tem a ver com o exterior. Espaço frio. Com cores pouco apelativas e uma decoração, quanto a mim, desadequada e de má qualidade.
Já cá fora, a pessoa que me acompanhou comentou comigo que parecia um espaço decorado pela Joana Vasconcelos. Não tinha pensado nisso, mas a verdade é que concordei. Tanto. Só para terem uma ideia da coisa.


Agora, vamos lá falar do mais importante. A comidinha.
Uma pessoa adapta-se ao resto se o que vier no prato (e no copo) nos deixar satisfeitos. Se assim não for, não se adapta de todo e percebe que não voltará àquele sítio. Foi esta última, a conclusão a que cheguei.

Pedi sangria. 
Nunca vi uma sangria como aquela. Se estivesse num programa do Ramsay e ele me tapasse os olhos antes de provar, diria com a maior segurança que me estava a dar coca cola. Não gosto de coca cola. Muito menos gosto de sangria gasosa com sabor a coca cola.



As batatas estavam razoáveis. O hambúrguer, no entanto, não tinha lá grande sabor.



Os molhos, esses, estavam muito saborosos. Foi o que me valeu.



Depois disto, é importante informar que devo ser uma das únicas pessoas com esta opinião a respeito da hamburgaria Maneirista.
Pesquisei na net antes de lá ir e só vi comentários espectaculares a dizer tudo do bom e do melhor.
O restaurante estava cheio, sempre com pessoas a chegarem e muitas a terem de aguardar para se poderem sentar. 
Por isso, não têm de ligar ao que eu digo. 
Só quis deixar esta minha opinião porque me apeteceu. 
E porque já não vou para nova, podendo esquecer-me deste meu parecer.
Ficando aqui registado, há uma pequena hipótese de me lembrar de vir ler este post antes de lá voltar.
Sejamos optimistas.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

quinta-feira, 9 de junho de 2016

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Só para calar a boca* de alguém que eu cá sei



É muito feio gozar-se com as minhas antepassadas sem qualquer razão válida para isso a não ser uma ignorância tremendamente assustadora no que à Língua Portuguesa (essa mesmo que tanto amas) diz respeito.
Já para não falar neste gostinho bom por, uma vez mais (tal e qual as outras todas, diga-se de passagem), estar coberta de razão. E tu não.




* bem gostosona (ler com sotaque brasileiro, fica logo muito mais giro), por sinal.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Foi no primeiro dia do ano #3


Que é como quem diz, foi hoje. 

É verdade, mais uma vez, não me esqueci de comer lentilhas. 
Parece que, quanto mais velha fico, mais memória tenho. Deve ser proporcional as rugas*, esta cena da memória.


E já que, o ano passado, a malta se queixou por eu só ter avisado dois dias depois de um de Janeiro, este ano, interrompi - de propósito, ah pois - o meu dia de ronha feriado para deixar o aviso. Comer lentilhas no primeiro dia do ano traz fortuna para os trezentos e sessenta e cinco (sim, sim, este ano tem mais um dia por ser bissexto, eu não me esqueço - é da idade, lá está) dias restantes, dizem.

Por isso, para aqueles que não sabiam e para os outros que leram o meu post do ano passado mas ainda têm uma memória que vacila (isso com a idade melhora, vão por mim),  toca a pôr de molho umas mãos cheias de lentilhas para comer logo a noite. Que aqui a Mam'Zelle quer a malta toda folgada para poder fazer férias nas Maldivas e/ou para comprar uns Ferraris como os do Cristiano Ronaldo.
E, só para concluir, de nada. A bondade e a generosidade puras não se agradecem.

Ah, já agora, quase que me esquecia (mas não esqueci, atenção. não me esqueci. ui, esta memória...): BOM ANO!





* foi só uma graça. não noto mais rugas coisíssima nenhuma. não, não. tenho de me convencer que não. ponto.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Porque eu também posso dar sugestões de presentes de natal


Eu sei que falta menos de uma semana.
Eu sei.
Eu sei que, se é para dar sugestões de jeito, tem de ser com, pelo menos, mês e meio de antecedência.
Eu sei.

Mas também sei que seis dias são muitos dias. Dias que chegam e sobram.
Dá perfeitamente para agarrarem nesta minha sugestão e fazerem dela bom proveito.
Quero com isto dizer que não vale a pena tentarem arranjar desculpas esfarrapadas para insinuar que este meu post não tem utilidade, nem valor, nem interesse, nem brilho. 
Este meu post tem isso tudo e muito mais.

Ora vejam.

Há quase três meses atrás, andava eu a pensar na prenda de anos da Bolachita. Queria, porque queria (sim, também tenho tiques de criança birrenta. a culpa deve ser da minha miúda. é que só pode) oferecer-lhe um tipi. Fui pesquisar preços e achei uma autêntica roubalheira, daquelas que nos fazem abrir os olhos até ao infinito de tão estapafúrdia e desavergonhada que é.
Ao perceber que não iria dar aquele dinheiro por uns paus ao alto tapados por um trapo, poderia ter pensado noutra opção. Um vestidinho da moda, com folhos e lacinhos. Um ursinho de peluche que guincha quando se aperta. Ou outra piroseira coisa do género. A verdade é que não pensei em nada disso. Mas, porquê?, perguntam vocês. Qual a parte do 'queria, porque queria' ali de cima é que não alcançaram? Ah pois.
Decidi, então, fazer o meu próprio tipi. Fui à net. Pesquisei. Encontrei um vídeo. Achei que era fácil de executar. A estrutura, entenda-se, que a parte do tecido achei da maior foleirice jamais vista. Por isso mesmo, essa parte de tapar os paus, ficaria por minha conta. Minha e da minha imaginação. E da minha habilidade. E do meu desenrascanço. Essencialmente do meu desenrascanço, digo-vos. E assim foi.

Mas, palavras para quê? Aqui vai uma foto do bicho. Tcharãããããããããããã!


Digam-me lá se não está a coisa mais linda à face da terra? Eu sei, eu sei.

Aqui fica o vídeo que me ajudou a fazer esta maravilha.





Ai e tal, ó Mam'Zelle... mas se já fizeste esta verdadeira obra de arte para o mundo da criançada há mais de dois meses, por que motivo válido só agora o partilhas aqui com a malta?

Muito simples. Tive de testar a mercadoria e deixar passar o tempo suficiente para ter a certeza que não iria fazer má figura. Por muito jeitinho e extrema habilidade que eu tenha para a coisa, podia se dar o facto de o tipi cair aos bocados ao fim de meia dúzia de dias (o que acabou por não acontecer. claro. Mam'Zelle faz tudo super hiper mega bem). E depois? hein? Estaria a apresentar uma sugestão pouco viável à malta. E isso era feio demais.




Agora, chega de conversa. Tudo a fazer tipis. Para os filhos, os filhos dos amigos, os enteados, os sobrinhos, os afilhados, os netos, os priminhos e tudo e tudo. Eu cá estou a pensar comprar uns paus mais compridos e fazer um tipi para mim. Só porque quero.

Ide, ide.
E, já agora, de nada.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Quando uma imagem vale mais do que todas as palavras e mais alguma que poderiam ser ditas sobre o assunto #3




Pior estereotipo de sempre.*
Não é nada assim. De todo.
E pessoa que acredita em tal coisa anda redondamente enganada.
Coitada.



*sim, sou uma exagerada de todo o tamanho. e não tenho cura. nem quero.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Upssssssssss...


(net)

Esta citação é de Blaise Pascal. Gente com sabedoria, portanto. 
E eu não tenho absolutamente nada a acrescentar. 
A não ser que o infortúnio só me pode bater à porta. 
E a culpa é toda minha.
Pronto.


nota: menos, mentes depravadas. muito menos, sim? aqui a Mam'Zelle tem alguma dificuldade em dormir sossegadita a noite toda. é isso.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

E ainda há malta que pergunta como é que eu, sendo gaja, consigo ser assim tão... como eu sou.





Ora aqui está a resposta.
Com que então, gaja que é gaja tem de ser sensível e empática porque tem cérebro de gaja e cérebro de gaja é dado à sensibilidade e à empatia e outras características fofinhas, fofinhas que só elas?
Pois que não. Temos pena.



Já agora, vão ter de arranjar outra desculpa, gajos-armados-em-brutamontes. Eu, sendo gaja, também tive de as arranjar.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Então não é que aquela cena da astrologia até pode ter a sua graça? #2




Não me vou alongar sobre este assunto. Até porque, como a malta está cansadíssima de saber, é um tema que passa completamente ao lado de uma pessoa bruta ruim e insensível como eu.

Vou, no entanto, destacar dois pormenores. 

Primieiro - Como todos deveriam estar fartinhos de saber, aqui a Mam'Zelle é Capricórnio. E este estudo, do mais sério que há, mostra, uma vez mais, que sou pessoa de saber. Daí, aquele post do outro dia fazer todo o sentido. E as pessoas que tentaram fazer parecer o contrário estão redondamente enganadas.

Segundo - As minhas mui pertinentes considerações, tecidas quando divulguei AQUI outro estudo, também ele de total confiança, confirmam-se. Os Touros são umas verdadeiras bestas. Bestas burras. É fugir enquanto é tempo. Não agradeçam, fu-jam!
 Ahahahahahahhahahahahahahahhahahahahahahahah. Ahaha. tenho de zelar pelo que é meu, óbvio. ;p

Está dito.
De nada. (para aquela malta que, teimosa, insiste em querer agradecer em vez de se pôr na alheta.)


nota: sim, este interessantíssimo-de-tão-útil estudo também foi retirado desse poço de sabedoria chamado facebook.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Dica de fashionista - by Bolachita



As malas? Totalmente has been.
As pulseiras? Completamente out.

O que está a dar? Andar de bonecas/peluches preferidos no pulso.

Oh yeah!

terça-feira, 28 de julho de 2015

Ó gajas, deixem-se lá de ser tontas


Pelos vistos:

Ou seja:
- essas dietas chatas [que vos tornam ainda mais chatas, se isso for possível],
- essas horas no ginásio [que implicam horas a menos para fazerem coisas realmente empolgantes],
- esses cremes pegajosos caríssimos contra o efeito casca-de-laranja [que podem ser substituídos por iguarias gourmet a degustar a dois. até se podem besuntar um ao outro e depois deixar actuar a imaginação. sei lá. j'dis ça, j'dis rien],
- essas outras coisas malucas que fazem para terem um rabiosque todo xpto (não me perguntem como obter esse estatuto, não conheço os critérios de avaliação do traseiro ideal) que só não enumero aqui porque não faço ideia do que possa ser nem tenciono descobrir [quando podiam gastar essa energia toda a fazer outro tipo de maluqueiras bem mais desafiantes/tentadoras].
Tudo sacrifícios que não servem absolutamente para nada.

Deixem-se disso. De uma vez por todas.
E não, não precisam agradecer. 
Basta serem felizes com o que a mãe natureza vos deu, que eu cá não me queixo e, pelos vistos, os vossos homens também não*.





* eu do meu e os vossos homens dos vossos, que fique bem claro. nada de misturas.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Fica a questão #2


Aquele apresentador é mesmo jornalista?








nota: igualzinha à do post anterior.

Fica a questão


Lidar com bloggers emburrece as pessoas?







nota: sim, vejo o Não faz sentido. Sim, acabei de ver o episódio que deu na sexta-feira passada e fiquei parva. Sim, aquele episódio onde se aflorou de forma levianamente estúpida e preconceituosa a Trissomia 21, também ainda não me saiu da cabeça. Não, não foram os únicos episódios que me deixaram... digamos... perplexa, mas preferi apagar da memória.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Memento (para os mais letrados/cinéfilos) ou lembrete (para os outros)* #3


Nunca deixar que cheguem até ao pescoço. Desviar as atenções para o rosto (pronto, o queixo, esse, já não escapa. à un moment donné, il faut se faire une raison.), para as mãos. Fintá-los de uma maneira ou de outra. O importante é que deixem o pescoço descansadinho. 
Caso contrário - para não passarmos vergonhas - estamos sujeitas a ter de andar dois ou três dias seguidos com um lenço à volta do dito cangote. O que, vamos lá ser práticas, não é muito agradável com o calor que para aqui vai.




* porque são daquelas cenas de que já nos tínhamos dado conta no passado mas que, por força das circunstância, tinham ficadas esquecidas algures pelo caminho.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

O mundo está perdido #7


Nunca dei sangue. Nunca pude dar por causa do meu peso. Sempre disse que, se pudesse, dava. Foram várias as vezes em que me dirigi às carrinhas para o efeito, paradas pela cidade em dias marcados. E a resposta que me deram sempre foi a mesma, ganhe uns quilitos e volte cá. Os quilitos que me faltam teimam em não querer nada comigo. Não os posso censurar por isso.

Nunca dei sangue, mas sempre quis dar.
Sempre até ontem*. Até ter lido uma notícia que me deixou parva. Daquelas cenas que me lixam só de as ouvir de longe. Nem quis saber ao certo os porquês, as razões apresentadas. Cada vez tenho menos paciência para certas merdas. O preconceito ridículo é uma delas.

Nunca dei sangue. E mesmo que, de hoje para amanhã, engordasse os cinco ou seis quilos que me faltam, não iria dar.
Ninguém deveria dar até o Sr. Presidente do Instituto do Sangue e da Transplantação deixar de ser escandalosamente preconceituoso.
Acredito que mudaria rapidamente de opinião. Tipo o Sr. Google que, de um dia para o outro, percebeu que o falso moralismo não o levava a lado nenhum e aceitou de volta e de bom grado os ditos 'conteúdos sexualmente explícitos'.




* este 'ontem' já deve ter uma semana. mas, é como eu digo, escrevo os posts e deixo-os ficar nos rascunhos feita parva em vez de os publicar logo. e, depois, esqueço-me deles. pois claro.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Vê lá se aprendes, que eu cá não duro sempre


Isto é que é um chili con carne em condições:


E, não, não é mania minha. Quanto muito, é mania dos Mexicanos*. Até porque não foi a Mam'Zelle que inventou a dita paparoca.




* e não me venham com aquela história de que o chili nasceu foi no Texas. Não quero saber. Para mim, chili que é chili é mexicano. e, quanto a isso, estamos conversados. e, tu, pxiu!