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terça-feira, 12 de julho de 2016

Porque, à minha maneira, também apoiei a Selecção


Como?, perguntam vocês.


Com o almoço de domingo, das cores da bandeira nacional.






Impressionados?
Ah pois!!



Yep, eu sei que o meu apoio mete comida. Proveito próprio, portanto.
E? 
Algum problema?
Não me digam que ainda ficam admirados...

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Embrulhem!!





Portugal! Portugal! Portugal!
(passaram o dia de ontem todo a ensinar a Bolachita a gritar, com entusiasmo, pela Selecção. agora, não diz outra coisa.)




Porra. Somos Campeões Europeus.
Yeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeaaaaaaaaaaah!!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

A sério?!!?!


Estamos mesmo na final?
Mesmo, mesmo?!


Vivaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Obaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Weeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Então e acontecer-me o mesmo com o resultado do Euromilhões? 'tá quieto...*


Sábado passado. Portugal Croácia. 
Antes de começar, já sabia que não iria haver um único golo ao longo dos noventa minutos de jogo.
Antes de começar, já sabia que tudo se iria resolver no prolongamento.
Antes de começar, já sabia que Portugal iria ganhar.

Tinha essa certeza. Não me perguntem porquê. Não sei responder. Não faço a mais pálida ideia de como cheguei lá. Mas cheguei.
Nunca me tinha acontecido. Nunca tinha visualizado o resultado de um jogo antes de as coisas aconteceram. 
Foi a minha primeira vez.
Até costumo ser bastante pessimista cautelosa. Sempre com receio de o jogo virar, mesmo quando a nossa selecção está em grande vantagem no marcador (claro que já aconteceu). Há sempre um bichinho qualquer na minha cabeça a dizer que, mesmo faltando poucos minutos para o fim da partida, o adversário pode empatar. Pior ainda, virar o resultado. E lá ando eu, o jogo todo, numa ânsia e numa inquietação sem fim.

Não aconteceu nada disso no passado sábado. No Portugal Croácia.
Estava calma. Calmíssima. Segura da minha intuição. Não me perguntem porquê. Nem como. Já disse que não sei.
Comecei a ver o jogo nas calmas. 
Ao intervalo, fui preparar uma salada para acompanhar a pizza caseira que me tinham feito, já a pensarem na noite de futebol. Fiz as coisas sem stress. Sem medo de perder o início da segunda parte. Sabia perfeitamente que não se iria passar nada na segunda parte. Como também não tinha acontecido nada na primeira. Saboreei a pizza sem qualquer sobressalto. Comi na minha tranquilidade. Pouco atenta ao jogo, para dizer a verdade. 
Aquilo estava no papo.
Aquilo só iria resolver-se nos trinta minutos de prolongamento
e iríamos ganhar.
Sabia tão bem disso.
Ponto.


Chega o prolongamento. Noventa e cinco minutos. Cento e cinco minutos. Cento e dez.
Sinto energias negativas à minha volta. Stress, nervosismo, ansiedade. Tudo isto junto, exteriorizado num par de mãos a fazer nós e a desfazê-los nas pontas do atilho de umas calças de fato de treino.

- Calma. Vamos ganhar - vaticino, com toda a convicção e segurança que moravam em mim.

Cento e dezassete minutos. Oiço um grito. Abraçam-me. Beijam-me. 
Era golo de Portugal.
Eu, certa de que só poderia ser este o resultado, tinha adormecido. Lá por volta dos cento e doze minutos. 

Depois da euforia, volta o stress, o nervosismo, a ansiedade. Potenciados num par de mãos a fazer nós e a desfazê-los nas pontas do atilho de umas calças de fato de treino. Ainda faltavam uns minutitos para o final do jogo e, contrariamente a mim, ainda havia quem estivesse com receio de o adversário empatar ou virar o jogo.
Eu continuei confiante e segura. Até ao apito final.





- Qual é o teu palpite? - perguntaram-me, poucos minutos antes do Portugal Croácia.
- Ninguém vai marcar durante o jogo. Só no prolongamento.
- Então e quem é que vai ganhar?
- Nós.
- Se as coisas acontecerem como acabas de dizer, vais ter de jogar no Euromilhões.

E aconteceram.
Evidentemente. 






* Não, não jogo nessa cena. E...?